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Antes da Playboy e da Penthouse, as Pin-ups

vargas4.GIF Na década de 40, ilustrações de modelos, bailarinas e artistas começaram a dominar não apenas a imaginação dos homens, mas também as portas dos armários e as paredes dos quartos de milhares de admiradores dessa nova onda de "sexualidade permitida".
Foi precisamente esta, a origem do nome pin-up: o acto de pendurar as ilustrações em algum lugar.
O conceito clássico de uma pin-up é ser sexy e ao mesmo tempo inocente. Estar vestida, mas em alguma posição ou situação que revele sensualmente partes do corpo, sem querer, por acaso.

Na segunda guerra mundial, o seu sucesso era tanto que frequentemente eram pintadas nos narizes dos aviões.
A musa loura, Marylin Monroe, perdia em popularidade para a ruiva Rita Hayworth, a número dois na lista da preferência dos soldados da Segunda Guerra. Uma foto da eterna Gilda vestida com uma camisa de noite transparente, foi transformada em desenho e invadiu os acampamentos.
Nem Marilyn nem Hayworth, porém, conseguiram destronar a lendária Betty Grable, a mulher que colocou suas pernas no seguro no valor de 1 milhão de dolares. Ela foi a pin-up mais famosa da história posando em roupa interior com um sorriso convidativo, transformou-se na amante imaginária, predileta dos soldados.

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Fotos daqui

O sucesso dos cartões e calendários foi tal, que estimulou editores a lançar revistas especializadas, as chamadas girlie magazines, onde exibiam pin-ups vestidas de coristas, marinheiras, enfermeiras e outros uniformes-fetiches. Embora as mais célebres fossem as musas de papel, alguns fotógrafos dispensavam os retoques da pintura e publicavam suas pin-ups em carne e osso.

Os ilustradores
Alberto Vargas: Peruano, ficou famoso por desenhar musas como Marilyn Monroe e Ava Gardner. As suas pin-ups são conhecidas como Vargas Girls. Considerado por muitos colecionadores como o maior ilustrador de pin-ups da história, Vargas morreu em 1982, quando as musas de papel já tinham perdido o glamour.

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George Petty: Outro rei das pin-ups, o norte-americano George Petty começou a carreira como fotógrafo. Sua primeira pin-up, a Petty Girl, foi inspirada nas figuras da mulher e da filha do artista, e ilustrou a capa da revista Esquire em 1933. Daí para calendários e propagandas foi um pulo. Morreu em 1975.

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Gil Elvgren: Começou a ilustrar pin-ups na década de 1930 e só parou 40 anos depois. A fama de comercial deve-se ao facto de que a maioria de seus desenhos eram criados para ilustrar campanhas publicitárias, como as propagandas da Coca-Cola. As pin-ups de Elvgren ilustravam principalmente calendários. O artista morreu em 1980.

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Informação retirada daqui

Comentários

Karla,
por acaso não me sabes dizer qual a marca da viola lá em cima? ;-)

Da viola, não. Mas daquele torno ... :))

Este post é delicioso. E estava a pensar que estas poses que, aparentemente, são completamente artificiais, devem conter qqr essência profundamente feminina, pq as meninas (as minhas filhotas por exemplo) quando fazem poses para as fotos, (vão às raízes do ADN ou) já imitam algumas destas posturas. Os sorrisinhos coquete, o juntar as perninhas com os pés em bico tipo bailarina... Donde virá este glamour (ou palermice, mesmo que amorosa)?

Chama-se a isto uma aula de história. Belo post cultural, Karla!

Saudações

Carriço,
deixa vir aí o Bilhas, que história é com ele. ;-)

Lilly,
não é palermice nenhuma, é mesmo hormonal. :))
Faz parte da condição feminina, termos qualquer coisa de coquete ;-)

Adoro meias...

Mais pin-ups!, sff!!

Ora cá está, o comentário masculino que se impunha :))

:) Karla muito bem...

Uma excelente lição de História! Confesso que eu tinha uma pin up na porta do armário do quarto em Puto... era um desenho de publicidade à Coca Cola que me trouxeram do Canadá... Tenho de ver se ainda o tenho!


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