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Quem dá e quem tira vai para o inferno (ah é verdade, eles são ateus…)

Eu, cá para mim, o nosso primeiro, quando era pequenino, deve ter levado cá um chapadão de algum funcionário público que jurou “quando eu for grande e for primeiro-ministro vou-me vingar destes gajos todos, olá se vou”. E vai daí, ainda ele leva pouco mais de 2 anos de governo e ainda não parou de se vingar. Agora, desta vez é o número de dias de férias. E tal e coiso que não é justo, e coiso e tal que tem de haver convergência com o privado e tal e mais tal e mais coiso. E é assim, com uma aura de justiceiro que vem atirando areia para os olhos da populaça. O que este senhor e os seus ministros escondem ou não querem que se relembre é que os dias de férias “a mais” foram ofertados pelos governos em contrapartida dos não-aumentos salariais devidos. A bem do País e do deficit, aliás a única coisa que realmente parece interessar ao Senhor José Sócrates Ferreira Leite.


PS: Juro por minha honra que não sou, nem nunca fui funcionário público. Tenho dito

Comentários

Como qualquer blogger que expõe as suas ideias pode vê-las contrariadas, aqui estou eu a fazer o meu papel...
E peço desde já desculpa por discordar contigo no que toca às políticas do actual governo, mas na minha modesta opinião, os funcionários públicos têm vindo a ver-se beneficiados por um regime de passividade em relação ao trabalho como nunca se viu no sector público.
Não conheço caso algum de um simples despedimento de um funcionário público por incompetência ou falta de produtividade. Assim sendo, e segundo os números oficiais neste aspecto, diria que os melhores trabalhadores do país trabalham para o Estado. Se assim fosse, a nossa nação não estaria no cu da Europa, como todos os dias somos relembrados.
Da mesma maneira, não conheço no sector privado (talvez por só conhecer realidades de empresas internacionais, com uma projecção no mundo maior que o nosso país) casos onde pontes, feriados prolongados e dias de greve sejam dados de bandeja. No público, se queres uma Segunda-feira em casa, tiras dos teus dias de férias, independentemente de na Terça ser ou não feriado.
No sector da Justiça há as "férias judiciais" que duram tanto como as "férias grandes" de Verão do ensino primário. (onde mais se ve isto?)
No próprio ensino, os professores (essa espécie que não faz nenhum um ano inteiro, e que se queixa de "tanto" trabalhar duas a três horas diárias) sabe melhor "grevar" a ENSINAR (já nem vou trazer à baila a educação, que essa, nem os pais parecem saber dar).
Com isto (e embora ache pouco), tenho dito.

P.S.: Juro que não tenho nada contra os funcionários públicos.

Kroker... não sendo eu professor, nem querendo ser confesso, gostava que pudesses passar um dia a dar aulas na secundária que fica perto do bairro do Cerco no Porto! :) No final gostava de saber a tua opinião! :)

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