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junho 06, 2008

A summer place

Yulunga

Matadjem Yinmixan

outubro 17, 2006

The Desert & Delta Safari

news_1.jpg

Para quem quiser passar um final de ano absolutamente diferente deixo aqui esta sugestão.

Para mais informações

Um Abraço a Todos

Bin

julho 05, 2006

:)

africa2photo2.jpg


.... This shot, of young girls of the Himba tribe was taken on the first leg of Meola's trip to Africa.
"The girls, who were probably about 14, were sort of posing for someone else, but in a very natural, comfortable way," he says. "I went around to the other side of them and I just loved the way this looked."

junho 02, 2006

Todos os dias, são dias - eu penso I

Marseilles_France_1989.jpg
Marseilles, France, 1989
Photo © Steve McCurry



Quando a Manhã Vier


Quando a manhã vier
com um sol maduro
ofertando beijos
aos órfaos da ternura
quando a manhã vier
em apoteose de luz
a semear no vento
risos de alegria


quando a manhã vier
definitivamente
em alvorecer roseo
de paz e tranquilidade


de mãos nas mãos
saberemos chegado o nosso dia.


Jofre Rocha - Angola



Zwit Rwit
Música © Idir


Todos os dias, são dias - eu penso II

Pakistan_1985.jpg
Pakistan, 1985
Photo © Steve McCurry



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Diré, Mali, 1986
Photo © Steve McCurry

Todos os dias, são dias - eu penso III

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Ghazni,Afghanistan,1990
Photo © Steve McCurry



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Nuristan,Afghanistan,1990
Photo © Steve McCurry

Todos os dias, são dias - eu penso IV

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Colombo,Sri Lanka,1995
Photo © Steve McCurry



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Rajasthan,India,1996
Photo © Steve McCurry

Todos os dias, são dias - eu penso V

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Rangoon,Burma,1991
Photo © Steve McCurry



Herat_Afghanistan_1991.jpg
Herat,Afghanistan,1991
Photo © Steve McCurry

Todos os dias, são dias - eu penso VI

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Timbuktu,Mali,1997
Photo © Steve McCurry



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Aranyaprathet,Thailand,1980
Photo © Steve McCurry

Todos os dias, são dias - eu penso VII

Niamery_Niger_1987.jpg
Niamery,Niger,1987
Photo © Steve McCurry



Kuala Lampur_Malaysia_1990.jpg
Kuala Lampur,Malaysia,1990
Photo © Steve McCurry

Todos os dias, são dias - eu penso VIII

Kandahar_Afghanistan_1990.jpg
Kandahar,Afghanistan,1990
Photo © Steve McCurry



Rangoon_Burma_1995.jpg
Rangoon,Burma,1995
Photo © Steve McCurry

maio 24, 2006

As Vinhas da Ira ou a fome continua a matar gente todos os dias!

vinhasdaira.jpg



Este post é dedicado a um amigo já desaparecido, ao João Catarino.

Bin



A Internacional


Música © Pierre Degeyter e
Eugéne Pottier


maio 05, 2006

A Eterna e Sempre Mágica Djemaa el Fna

djemaaelfna.jpg

Confesso que tenho saudades das noites mágicas de Marrakech...dos cheiros, dos sabores, das cores, da música, dos ritmos, da boa disposição e do bom humor árabe :)
...e claro, saudades mais que muitas dos meus Amigos marroquinos...

Bin


Carsida

Música © Istambul Oriental Ensemble and Burhan Öçal



maio 03, 2006

José Maria Pedroto e Tribos

pedroto.jpg

Bom, não é muito comum eu fazer um post sobre futebol. Mas, o amigo Pré num post mais abaixo, escreveu uma pequena frase que sinceramente me incomodou. O nome Pedroto para mim significa algo incendiário.

Continua a ler "José Maria Pedroto e Tribos" »

abril 19, 2006

Está explicado...

chita.jpg


Caro Bin,

Devido a um problema técnico no acesso ao weblog.com.pt, ontem foi um
pouco difícil aceder a determinados conteúdos, no entanto já
iniciámos as devidas diligências para que esta situação não se repita.

Espero que aceite as nossas sinceras desculpas pelo incomodo causado.

Obrigada pela Compreensão

Cátia Pitrez

abril 10, 2006

Fulani Girl in Niger

niger.jpg
Photo © Eric Meola

"Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio."

Provérbio indiano

abril 07, 2006

E agora algo completamente diferente.

Clica aqui para veres :)

Se clicares com o botão direito do rato em cima do filme tens várias opções.

abril 06, 2006

Eu Atravessei o Deserto.

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Photo © Jef Maion

Não o Deserto do Mundo, como diz o poema, mas o Saara e ainda o outro.

Porque a viagem é também festa, alegria e riso, deixo-vos este pequeno poema do Ali Farka. E uma foto do Erg Chebbi no deserto do Saara em Marrocos.
É um bom sitio para se iniciar a travessia do Saara. Para nos perdermos e ao mesmo tempo tempo encontrarmo-nos,
com a natureza com a vida e connosco próprios.

Estar no topo daquele Erg, logo aos primeiros raios de sol é absolutamente fascinante. Para os olhos, para a pele e para a alma e para os sentidos.

Dedico este post a todos, todos os meus amigos da blogosfera. Os todos os que tenho conhecido e aos que se tornaram mesmo amigos :)

Quero deixar aqui um abraço especial para a minha amiga Maria do Divas e Contrabaixos aos meus amigos ante postadores :) e ainda:

à Brigida, à Maria Árvore, ao Samir, à Mura, ao Cap, ao Luis, à Blimunda, ao Batatas, à Folha de Chá ;), ao RaulLN, à Ana, à Viajante, à JP,ao Helge,ao Henk, à Vague,ao CSA, à Xana, ao MR M, ao MR Sleeves, ao Marco,ao Yardbird, à malta do CasteloSofia,aos The Best e o Genial, à Eva Luna, à Margarida, ao Manuel, à CarlaLua e à Concha, ao Tuga Perdido, ao Miguel, à Ananda, ao José Quintas,a algumas amigas do SA ,ao Biranta, à Elvira, à Isabel, à Uxka, ao Fred, e à Hipatia. Caso me tenha falhado alguém , não leve a mal:)

Bin

Lasidan

No-one can deny the things that make them happy.
No-one can mistake the things that make them happy.
Like a dog with a bone, a cat with fresh milk and a young man and woman.


Lasidan

Música © Ali Farka Touré & Ry Cooder


março 23, 2006

Oasis

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Photo © Jef Maion


Apesar de ter, conhecer e ouvir muita música não sou um expert na matéria, mas na minha simples opinião de amante de música, este tema dos Oasis é excelente. Fazendo por momentos lembrar a excelência musical de alguns temas dos Beatles.

Aprendi há muito que a música deve ouvir-se alto e em bom som de forma a ouvirmos todos os instrumentos e sons que ela produz. Esta música merece ser ouvida assim :)

Bin

Don't Look Back In Anger (Live From MTV Unplugged)

Música © Oasis




Lua

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Photo © Jean-Sébastien Monzani



O POETA E A LUA

Em meio a um cristal de ecos
O poeta vai pela rua
Seus olhos verdes de éter
Abrem cavernas na lua.
A lua volta de flanco
Eriçada de luxúria
O poeta, aloucado e branco
Palpa as nádegas da lua.
Entre as esfera nitentes
Tremeluzem pelos fulvos
O poeta, de olhar dormente
Entreabre o pente da lua.
Em frouxos de luz e água
Palpita a ferida crua
O poeta todo se lava
De palidez e doçura.
Ardente e desesperada
A lua vira em decúbito
A vinda lenta do espasmo
Aguça as pontas da lua.
O poeta afaga-lhe os braços
E o ventre que se menstrua
A lua se curva em arco
Num delírio de luxúria.
O gozo aumenta de súbito
Em frêmitos que perduram
A lua vira o outro quarto
E fica de frente, nua.
O orgasmo desce do espaço
Desfeito em estrelas e nuvens
Nos ventos do mar perpassa
Um salso cheiro de lua
E a lua, no êxtase, cresce
Se dilata e alteia e estua
O poeta se deixa em prece
Ante a beleza da lua.
Depois a lua adormece
E míngua e se apazigua...
O poeta desaparece
Envolto em cantos e plumas
Enquanto a noite enlouquece
No seu claustro de ciúmes.

Vinicius de Moraes



The Killing Moon

Música © Echo and the Bunnymen





março 20, 2006

Galinhas do Mato

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Lukulu, Zambia, 1997
Photo © Chris Johns


"Fiquei terrivelmente ligado àquela realidade física que é a África, aquilo tem de facto qualquer coisa de estranho, uma força muito grande que nos seduz".

José Afonso



Galinhas do Mato

Música © José Afonso




"...o ‘Galinhas do Mato’, por exemplo, eram coisas que estavam na prateleira e cheguei a admitir não poder gravar. ‘Galinhas do Mato’ é uma canção demasiado africana, demasiado ligada às minhas memórias de infância, e pensei que não encontraríamos uma solução instrumental para ela. Mas, afinal, com a ajuda de um computador, conseguiu-se.

– Um computador?

– Um computador, nas mãos do Júlio Pereira. Mete sons vários, desde o kissange, percussões e outros sons mais ou menos electrificados ou plastificados mas que são exactamente tipo som artesanal. E tivemos que recorrer às vozes das mulheres do Coro de Oeiras, um bocadinho modificadas, de modo a criar aquele ambiente africano. E, além disso, contámos com as filhas do Janita que, no caso presente, parecem duas pretinhas a cantar... Eu fiquei surpreendido porque, no final, o resultado é de tal ordem que eu me senti transportado aos meus quatro ou cinco anos, quando estive no planalto do Bié."


março 10, 2006

Friday Night at the Palace - Fly Paper Jet

flypaperjet.jpg
Photo © Fly Paper Jet


Friday Night At The Palace

Música © Fly Paper Jet



Um Olá e um sorriso a todos :)

Que porreiro vir aqui a casa enquanto estão todos a dormir :), menos a Noite que está a ler um livro...
A noite vai longa, finalmente acabei uma cena que estava a preparar, deixo-vos aqui este som descontraído dos Fly Paper Jet, uma banda de Cape Town - África do Sul.
Espero que gostem. Bom, vou descansar um bocado. Amanhã, quer dizer daqui a bocado tenho uma viagem para fazer.
Senão nos virmos, um bom fim de semana. A propósito, tem havido ai uns posts bem fixes :)

Jorge, deve ser das horas ou o Teu amigo Benfica pintou as paredes? ;)

Dani, depois mando-te mais músicas dele pelo msn.

Mad :) :)

Ana, espero que depois partilhes umas fotos com a malta :)


Beijos e Abraços,


Bin

fevereiro 10, 2006

Una palabra entonces, una sonrisa bastan III.

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Photo © Jean-Sébastien Monzani


"Cumpleaños de amor

¿Cómo seré yo
cuando no sea yo?
Cuando el tiempo
haya modificado mi estructura,
y mi cuerpo sea otro,
otra mi sangre,
otros mis ojos y otros mis cabellos.
Pensaré en ti, tal vez.
Seguramente,
mis sucesivos cuerpos
-prolongándome, vivo, hacia la muerte-
se pasarán de mano en mano,
de corazón a corazón,
de carne a carne,
el elemento misterioso
que determina mi tristeza
cuando te vas,
que me impulsa a buscarte ciegamente,
que me lleva a tu lado
sin remedio:
lo que la gente llama amor, en suma.
Y los ojos
-qué importa que no sean estos ojos-
te seguirán a donde vayas, fieles."


Angel González


Donimo

Música © Cocteau Twins



fevereiro 09, 2006

Foi você que pediu um Porto Ferreira?

Ora bem,

os meus colegas de blog estão a jantar, a ler um livro, a tirar fotos, a escolher brinquedos no Toys r us, a escrever bilhetinhos de amor, a tratar dos filhotes, a ver a Bela Adormecida, a bulir no mestrado e ainda outros a ouvir música...e eu fiquei de serviço :)

Queria dizer-vos que nos próximos dias vão ocorrer algumas mudanças aqui no Ante et Post, nomeadamente a entrada de novos Ante Postadores. Eles vão-se apresentando aos poucos :)

Desde já lhes dou, em nome do Ante et Post, as boas vindas a esta casa acolhedora, com gente bem disposta, alegre e divertida :)

Queria também informar os nossos Blogo-espectadores, que o novo visual do Ante et Post segue dentro...ora bem, umas horas :)

A vossa opinião é bem vinda, claro.

Em nome do Presidente do Conselho de Administração (brincadeirinha!) envio Beijos e Abraços a Todos :)

Bin


Pinturas ou Macromedia?

ante.jpg

Andamos em pinturas :)

Como quem diz a criar uma nova CSS.

Por isso não admirem se de repente algo mudar por aqui :)

Bin

fevereiro 08, 2006

Enjoy It II?

O Novo Ante et Post
Enjoy it!

Enjoy It!

O Novo Ante et Post
Enjoy it!

fevereiro 07, 2006

África

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Foto de Colecção Particular
Quénia - Setembro de 2004


"ÁFRICA"

É neste silêncio neste assalto do vento a
navegar a floresta neste sol neste amor
neste vegetal cobrir-me de verde e ser
catana cerce a executar o ânimo
afagar as mulheres no regresso da lavra
fazer das mãos a festa sonora do sexo
na cultivação do milho

É neste grito rente ao corpo frágil das
folhas que mais em ti me venço e
moro nas grandes batalhas da vida
no extenso vale das nossas angústias
no duelo cíclico das nossas intenções


DAVID MESTRE(1972)


Terra Africa

Música © Bruno Moury/Christophe Mad'dene



fevereiro 05, 2006

Live Aid Concert 1985

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Photo © David Bowie


Heroes

Na sequência do Post anterior surge este, tudo isto a propósito de músicas que já nem me lembrava que tinha :)

Deixo-vos aqui um versão gravada ao vivo no Wembley Stadium no dia 13 de Julho de 1985, durante o gigantesco Live Aid.

Afinal não sou só eu o utópico que acredito num Mundo Melhor :)
O Bob Geldof e todas as pessoas envolvidas neste mega evento também, neste e noutros do género como o Live 8.

Resta-me fazer das palavras do David Bowie as minhas e dedicar esta música to "all our children, and the children of the world."


Abraços

Bin




Heroes

Música © David Bowie



The Man Who Sold The World

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Photo © David Bowie


The Man Who Sold The World

Andava eu a organizar um bocado a música que tenho e a que vai chegando...e dou de caras com esta pérola do David Bowie, fiquei contente claro :)
Mais contente fiquei quando vi que tinha uma versão acústica ao vivo gravada na BBC :)

Como gosto das duas versões decidi dar-vos esta pequena prenda:)
Mas, acho que vos dar outra daqui a pouco :)

Recordo que esta música foi tocada mais tarde pelos Nirvana, também em versão acústica :)

Abraços,

Bin




The Man Who Sold The World - Live Acoustic on BBC

Música © David Bowie



The Man Who Sold The World

Música © David Bowie



Una palabra entonces, una sonrisa bastan II.

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Photo © Jean-Sébastien Monzani


"Tema de Fuego y Mar

Sólo el fuego y el mar pueden mirarse
sin fin. Ni aún el cielo con sus nubes.
Sólo tu rostro, sólo el mar y el fuego.
Las llamas, y las olas, y tus ojos.

Serás de fuego y mar, ojos oscuros.
De ola y llama serás, negros cabellos.
Sabrás el desenlace de la hoguera.
Y sabrás el secreto de la espuma.

Coronada de azul como la ola.
Aguda y sideral como la llama.
Sólo tu rostro interminablemente.
Como el fuego y el mar. Como la muerte."


Eduardo Carranza


A Noite Passada

Música © Sérgio Godinho



fevereiro 04, 2006

Namíbia I ou Fogo

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Photo © Hennie Prinsloo


Continua Aqui

fevereiro 01, 2006

Una palabra entonces, una sonrisa bastan.

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Photo © Jean-Sébastien Monzani


"Me gustas cuando callas porque estás como ausente,

y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.

Parece que los ojos se te hubieran volado

y parece que un beso te cerrara la boca.

Como todas las cosas están llenas de mi alma

emerges de las cosas, llena del alma mía.

Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,

y te pareces a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas y estás como distante.

Y estás como quejándote, mariposa en arrullo.

Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza:

déjame que me calle con el silencio tuyo.

Déjame que te hable también con tu silencio

claro como una lámpara, simple como un anillo.

Eres como la noche, callada y constelada.

Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente.

Distante y dolorosa como si hubieras muerto.

Una palabra entonces, una sonrisa bastan.

Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto."


Pablo Neruda


I'll Fall with Your Knife

Música © Peter Murphy



janeiro 31, 2006

Saudade

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Saara Desert
Photo © ONMT


Saudade

Música © Love and Rockets



Deserto. Deserto... viagens, viagens... leiam os posts sobre aeroportos no Divas da Amiga Maria


janeiro 27, 2006

Terroristas? Quais Terroristas? II

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Todas as fotos estão neste Livro


"The greatest Zionist and Israeli crime against me and six million other Palestinians is that they have deprived us of living in our ancestral homeland, Palestine, as citizens of our independent undivided Palestinian State.
"

Issa Nakhleh

Recomendo a Leitura da Encyclopedia of the Palestine Problem.

Porque Isto, Isto, Isto, Isto, Isto, Isto,Isto e Isto e ainda Isto está tudo ligado, e merece a nossa especial atenção e sobretudo consciencialização.

Já nada pode passar em claro.
Que se discuta e se debatam ideias.

E sobretudo que estes posts sejam alertas aqui na blogosfera e lá fora, no mundo real.

Bin

janeiro 26, 2006

Terroristas? Quais Terroristas?

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Photo © Salim Yaqub



"Na África do Sul, os africânderes consideravam-se como «um povo e uma nação à parte, ocupando a terra dos seus antepassados, (…) falando uma língua dada por Deus(…), e destinados por Deus a reinar (nessa terra) para civilizar as populações pagãs*».

É precisamente isso que a maioria dos israelitas se considera, incluindo os laicos que votaram em Sharon.
É preciso, pois, começar a procurar um de Klerk israelita. (…)

Ironicamente, no momento em que acabava o apartheid na África do Sul (início de Maio de 1994), o Estado de Israel começou a erigir um novo apartheid na Palestina através da assinatura do primeiro acordo Gaza/Jericó. Ao contrário da África do Sul, onde os velhos métodos de separação e de aquisição de terras pelos brancos tiveram de acabar a partir do início das negociações, na Palestina, pelo contrário, eles intensificaram-se. Do mesmo modo, ao contrário do governo branco de de Klerk, que regularizou a questão das confiscações de terras durante os três anos de negociações com o ANC de Nelson Mandela, o governo de Yitzhak Rabin permitiu o prosseguimento de colonatos na Cisjordânia e noutros territórios, como se os acordos de Oslo nunca tivessem sido assinados.

O governo de apartheid sul-africano expulsara as populações negras das suas terras, obrigando-as a viver em homelands, e distribuíra a terra aos brancos. Os sucessivos governos israelitas, do Likud ou do Partido Trabalhista, aplicaram a mesma política de «limpeza étnica» na Palestina. Quanto ao parlamento israelita, legalizou o sistema.
Durante os sete longos anos do processo de paz, prevaleceram duas legislações na Palestina: uma para os judeus e outra para os palestinianos. Os judeus tiveram liberdade de circular, construir e expandir-se, ao passo que os palestinianos foram acantonados em bantustões. Os israelitas adquiriram terras e expropriaram muitas outras, enquanto os palestinianos, limitados por interdições de circulação, nem sequer tinham acesso físico a essas terras. Israel manteve uma rigorosa separação entre os colonos judeus, que viviam sob legislação e protecção israelita, e os palestinianos, que viviam sob a legislação e segurança palestinianas. Tal como a África do Sul atribuíra aos dirigentes dos homelands uma soberania que eles não podiam exercer, também o Estado de Israel quis dar à Autoridade Palestiniana uma certa liberdade dotada dos sinais aparentes de uma soberania, mas que aquela não tinha possibilidade de exercer.

Tal como a África do sul dominou e controlou os black homelands, também o Estado de Israel conservou o poder, o controlo e a soberania nos enclaves autónomos. Controla também as terras, a água, os recursos naturais, a circulação de pessoas na Cisjordânia e na faixa de Gaza, os fluxos de mercadorias dentro e fora dos bantustões palestinianos.

Tal como na África do Sul, durante o processo de Oslo cavaram-se diferenças profundas entre israelitas judeus e palestinianos (nível de vida, acesso à educação, à saúde, ao emprego), diferenças que, en certos casos, não pararam de se agravar. Se o desemprego dos israelitas palestinianos diminuiu, na faixa de Gaza passou a atingir 40 por cento da população (tal como na África do Sul), e o nível de vida baixou 25 por cento em sete anos.
Mas, tal como na África do Sul, para o Estado de Israel não se tratava apenas de interesses materiais. Os israelitas, como os africânderes, têm uma característica comum: estão irremediavelmente prisioneiros da sua mentalidade defensiva.

Sete anos mais tarde, os palestinianos, como todos os povos colonizados, exigiram que fosse posto termo à ocupação e ao apartheid, condição essencial para a paz. Recusaram também o acordo-quadro final, elaborado a partir do modelo vago e geral dos acordos de Oslo. Rebentou então a segunda Intifada.

De imediato, o exército israelita interveio segundo planos precisos há muito preparados. O governo de Barak atacou os palestinianos em duas frentes distintas: no terreno, na Cisjordânia e na faixa de Gaza, e até em Israel, utilizou a punição colectiva e a violência excessiva; na frente internacional, lançou a guerra dos media, o que era indispensável para conservar, perante o Ocidente, a sua imagem de vítima, tarefa delicada quando o poderoso «Golias» israelita, armad até aos dentes, defrontava o pequeno «David» palestiniano, lançador de pedras.

O Estado de Israel não podia ganhar batalhas no terreno e perder a guerra da opinião pública internacional. Levou então a cabo uma campanha destinada a apresentar a população palestiniana como «desumana» e a desacreditar os seus dirigentes.
Foi necessário as forças de segurança israelitas matarem treze cidadãos israelo-palestinianos árabes e fazerem centenas de feridos nos primeiros dias de repressão, em Outubro de 2000, para o mundo tomar consciência de que um milhão de palestinianos viviam em Israel como cidadãos de segunda, submetidos a um sistema que apresentava algumas características de apartheid.

Extracto do livro Palestina – Israel, A Paz ou o Apartheid de Marwan Bishara, Fevereiro de 2001


Olhando hoje para o resultado ainda não definitivo das eleições na Palestina, depois das pressões veio ao de cima o espirito democrático britânico e os outros.

Não considero o Hamas um movimento terrorista. Recordo aqui isto. Recordo também Ahmed Yassin e Abdel Rantissi.

Penso que toda a gente tem noção das atrocidades que tem sido cometidas contra o Povo Palestiniano durante anos a fio, é para mim perfeitamente justificável que o povo palestiniano responda a essas mesmas atrocidades, ao apartheid criado pelo Estado de Israel.

É também muito interessante a opinião do amigo Luis, principalmente numa altura em que muitas memórias são curtas. Estas organizações, como afirmei anteriormente, lutam contra a opressão que o seu povo é alvo.
Não tentem branquear a história, porque ela não pode ser branqueada.
Continuo sem perceber como um povo que foi vitimas de uma das maiores atrocidades que há memória na história da humanidade, faça exactamente o mesmo a outro povo.

Revolta-me, indigna-me e agita-me o sangue. Mas pelos vistos não só mim. Também aqui e aqui.

Isto que está a acontecer na Palestina, dá que pensar em relação ao Iraque e outros países no mundo onde dizem por ai que existem organizações terroristas.

E se ele e e ele se candidatassem?


* Oxford History of South Africa, vol. II,Oxford, 1971, p.301.

janeiro 24, 2006

Os Eunucos

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Os Eunucos


Os eunucos devoram-se a si mesmos

Não mudam de uniforme, são venais

E quando os mais são feitos em torresmos

Defendem os tiranos contra os país

Em tudo são verdugos mais ou menos

No jardim dos haréns os principais

E quando os mais são feitos em torresmos

Não matam os tiranos pedem mais

Suportam toda a dor na calmaria

Da olímpica visão dos samurais

Havia uma dona a mais na satrapia

Mas foi lançado à cova dos chacais

Em vénias malabares à luz do dia

Lambuzam da saliva os maiorais

E quando os mais são feitos em fatias

Não matam os tiranos pedem mais

José Afonso


Os Eunucos (No Reino da Etiópia)


Música © José Afonso




É precisamente neste poema que penso quando me lembro destas últimas eleições.

Assim está o Partido Socialista. Revolta-me, sim, bastante, eu que já passei por aquela casa. Há mais de dez anos que ali vive aquela fauna sem escrúpulos, vocacionada apenas para o poder, a mesma gente que renegou há muitos anos a matriz base da Declaração de Princípios do Partido Socialista. Falo da raiz, da força geradora, daquele livro rectangular de capa vermelha, com um punho esquerdo cerrado sob uma circunferência branca. Aprovado em Dezembro de 1974.

Bem sei que o mundo avança, e se transforma, mas existem princípios base que nos regem, seja há 100 anos atrás, seja daqui a 100 anos; os nossos princípios políticos, aqueles que moldam a nossa interacção com os outros, a forma como agimos, escutamos, participamos e expomos as nossas convicções.

Quem me conhece sabe que não sou conformado ou resignado, a nossa opinião e participação politica não se pode silenciar, nunca. Seja como indivíduo, seja como grupo colectivo o espírito crítico não se pode silenciar. Para silêncio bem basta o que todas as ditaduras geraram e geram, ainda; mas não só as chamadas ditaduras geram o silêncio. Infelizmente, também na denominada Democracia isso acontece, tal como temos assistido por esse Mundo fora. Esse deitar de areia para os olhos, subestimando a inteligência das pessoas, acontece à escala mundial, mas, também, à escala nacional.

Falo da atitude ou da forma de actuação de José Sócrates perante Manuel Alegre, mas, não só disso. Durante esta campanha passaram-se coisas muito desagradáveis, atitudes altamente reprováveis por parte da fauna que compõe actualmente a direcção do Partido Socialista em relação a Manuel Alegre.

Aquele aparelho de que Alegre falou quando foi candidato a secretário-geral do PS existe mesmo, tudo é controlado, manipulam-se pessoas, exerce-se pressão sobre os militantes, prédefinindo votações, utilizando verdadeiros lobbies.

Olhando agora para a votação que Manuel Alegre atingiu nestas eleições, percebe-se que os verdadeiros eleitores socialistas votaram em Alegre, o que permitiria questionar a eleição de José Sócrates enquanto secretário-geral do PS.

Não sei o que Alegre irá fazer no futuro; a mim, agradar-me-ia que fosse parte activa de uma revolução que há muito é precisa dentro do Partido Socialista: acabar de vez com esta fauna dos interesses, da manipulação, dos jogos de poder. Gente sem substrato político.

Foi essa gente a responsável pela derrota da esquerda nestas eleições. Não foi o Jerónimo de Sousa, que atingiu uma excelente votação; ele, que derrotou o candidato da direita em Beja. Ele e o Partido Comunista que, com uma excelente dinâmica encheram o Pavilhão Atlântico, fazem recordar as mobilizações de outros tempos.

Não foi Manuel Alegre o responsável pela derrota da esquerda, ele que contra ventos e marés levou a sua candidatura a um lugar que muita gente julgava não ser possível. Um autêntico movimento de cidadania, questionarão os meus amigos do Partido Comunista.

Mas, afinal, Alegre foi o único candidato sem máquina partidária por trás, apenas as pessoas e a palavra.

É histórico, sim, sentimos que, afinal, as Utopias são tangíveis, sentimos que o povo, esse conjunto de indivíduos que somos nós pode efectivamente participar com o seu voto, com a sua palavra, na construção de um mundo melhor. Sem as teias que infelizmente existem dentro dos partidos políticos – esses que fizeram com que as pessoas olhassem com muita desconfiança para os políticos e para a política.

Enquanto permitirmos situações como aquela a que assistimos dentro do Partido Socialista, neste caso em particular, estamos a contribuir para essa desconfiança. Para a construção desse clima no qual se fazem declarações absolutamente irresponsáveis, para não dizer mais, como as que fez Pedro Silva Pereira, durante a campanha eleitoral - esse iluminado militante do Partido Socialista, desde 2000. Ou o ar arrogante com que fala José Sócrates; afinal quem pretende esta Fauna enganar?

O poder popular existe, é uma realidade; a prova disso foi a forma como mais de um milhão de portugueses apoio Manuel Alegre. Uma verdadeira lição de Cidadania, que deverá fazer reflectir essa Fauna sem princípios, existente dentro de alguns partidos políticos.

No Partido Socialista ela existe.


Bin

janeiro 23, 2006

1. Lion Portrait, Serengeti, 1998.

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Photo © Nick Brandt



A Terra

Também eu quero abrir-te e semear
Um grão de poesia no teu seio!
Anda tudo a lavrar,
Tudo a enterrar centeio,
E são horas de eu pôr a germinar
A semente dos versos que granjeio.

Na seara madura de amanhã
Sem fronteiras nem dono,
Há de existir a praga da milhã,
A volúpia do sono
Da papoula vermelha e temporã,
E o alegre abandono
De uma cigarra vã.

Mas das asas que agite,
O poema que cante
Será graça e limite
Do pendão que levante
A fé que a tua força ressuscite!

Casou-nos Deus, o mito!
E cada imagem que me vem
É um gomo teu, ou um grito
Que eu apenas repito
Na melodia que o poema tem.

Terra, minha aliada
Na criação!
Seja fecunda a vessada,
Seja à tona do chão,
Nada fecundas, nada,
Que eu não fermente também de inspiração!

E por isso te rasgo de magia
E te lanço nos braços a colheita
Que hás de parir depois...
Poesia desfeita,
Fruto maduro de nós dois.

Terra, minha mulher!
Um amor é o aceno,
Outro a quentura que se quer
Dentro dum corpo nu, moreno!

A charrua das leivas não concebe
Uma bolota que não dê carvalhos;
A minha, planta orvalhos...
Água que a manhã bebe
No pudor dos atalhos.

Terra, minha canção!
Ode de pólo a pólo erguida
Pela beleza que não sabe a pão
Mas ao gosto da vida!

Miguel Torga



Sarankégni

Música © Djelimady Tounkara



A exposição continua, Aqui.


janeiro 08, 2006

Paris Peace Conference, 1919

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Photo © Scholastic Library Publishing, Inc.


Leaders of the four major victorious powers—Britain's Prime Minister David Lloyd George, Italy's Prime Minister Vittorio Orlando, President Georges Clemenceau of France, and President Woodrow Wilson of the United States—met in 1919 at the Paris Peace Conference to settle the issues raised by World War I. Among the results of the conference were the Treaty of Versailles and the formation of the League of Nations. (CORBIS)



Paris 1919


Música © John Cale



1979 - Smashing Pumpkins. Este post é dedicado ao meu irmão Sérgio.

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Photo © Smashing Pumpkins




1979


Música © Smashing Pumpkins



janeiro 07, 2006

Divagações II e meio, ou Serge Gainsbourg et Jane Birkin *

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Photo © Helmut Newton


*

Divagações II, ou Je t'aime, moi non plus

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Serge Gainsbourg et Jane Birkin


Photo via Discos Antigos



Originally written by French pop music legend Serge Gainsbourg in 1967 in response to a request from Brigitte Bardot to write 'the most romantic song that [Gainsbourg] could imagine', 'Je T'aime (Moi Non Plus)' went on to become a worldwide hit and create considerable scandal.



Je t'aime moi non plus


Música © Serge Gainsbourg et Jane Birkin



Je t'aime, moi non plus

Je t'aime je t'aime
Oh oui je t'aime!
- Moi non plus.
- Oh mon amour...
- Comme la vague irrésolue
Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je
Me re-
Tiens

- Je t'aime je t'aime
- Oh oui je t'aime!
- Moi non plus.
- Oh mon amour...
Tu es la vague, moi l'île nue
Tu vas tu vas et tu viens
Entre mes reins

Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je
Te re-
joins

Je t'aime je t'aime
Oh oui je t'aime!
- Moi non plus.
- Oh mon amour...
- Comme la vague irrésolue
Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Et je
Me re-
Tiens

Tu vas et tu viens
Entre mes reins
Et je
Te re-
joins

- Je t'aime je t'aime
- Oh oui je t'aime!
- Moi non plus.
- Oh mon amour...
L'amour physique est sans issue

Je vais je vais et je viens
Entre tes reins
Je vais et je viens
Entre tes reins
Je me retiens
- Non! main-
Tenant
Viens!


Serge Gainsbourg et Jane Birkin

Unknown Pleasures* - Joy Division. Este post é dedicado ao meu bom amigo Gonçalo.

Photo © Philippe Carly- Plan K, Bruxelles, 1979.jpg

Ian Curtis - Plan K, Bruxelles, 1979


Photo © Philippe Carly


* "All visceral, all emotional, all theatrical, all perfect -- one of the best albums ever". - Ned Raggett, All Music Guide




Disorder


Música © Joy Division



janeiro 06, 2006

Amigo Maior que o Pensamento - Este Post é dedicado a Todos os Amigos

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Photo © AJA



Traz Outro Amigo Também


Música © José Afonso



Amigo

Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra amigo!

Amigo é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,

Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!

Amigo (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
Amigo é o contrário de inimigo!

Amigo é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado.
É a verdade partilhada, praticada.

Amigo é a solidão derrotada!

Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!


Alexandre O'Neill


Pequena Nota:

Há tempos que andava para fazer este post, juntar o Zeca com o O'Neill.
não resisto a juntar aqui também este magnífico e profundo poema do Zeca.

Um abraço,

Bin


Traz Outro Amigo Também

Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também

Em terras
Em todas as fronteiras
Seja benvindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também

Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também


José Afonso

Um pequeno passo para o homem... - COMENTÁRIOS (No Divas & Contrabaixos)

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janeiro 05, 2006

Divagações; e ainda, a Tita diz*

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Photo © Patrick Demarchelier


Menino De Oiro


O meu menino é d'oiro
É de oiro fino
Não façam caso que é pequenino
O meu menino é d'oiro
D'oiro fagueiro
Hei-de levá-lo no meu veleiro.

Venham aves do céu
Pousar de mansinho
Por sobre os ombros do meu menino
Do meu menino, do meu menino
Venha comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino no meu trenó.

Quantos sonhos ligeiros
pra teu sossego
Menino avaro não tenhas medo
Onde fores no teu sonho
Quero ir contigo
Menino de oiro sou teu amigo

Venham altas montanhas
Ventos do mar
Que o meu menino
Nasceu pra amar
Venha comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino no meu trenó.

O meu menino é d'oiro
É d'oiro é de oiro fino ....

Venham altas montanhas
Ventos do mar ....


José Afonso



*..."Esperemos que leve o ramo a bom porto, bem que precisamos de paz. Bom ano e boa sorte"


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In the back of a taxi


Música © Penguin Cafe Orchestra



janeiro 03, 2006

E agora, algo completamente diferente

Só podia vir do Jorge Morais, a melhor anedota de loiras de sempre.

janeiro 01, 2006

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 UM BOM ANO DE 2006

dezembro 30, 2005

Bom Ano a Todos :)

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Photo © Cheryl Jacobs



Il Cerchio Rosso


Música © Nicola Conte



Um ano que nos encha,
plenamente,
é o que desejo
em 2006

Bin

Tanzânia 1993 ou Devagar e sempre VI

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Photo © Patrick Demarchelier



End title (You are Karen)


Música © John Barry



Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.

Pablo Neruda

dezembro 29, 2005

Tanzânia 1993 ou Devagar e sempre V

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Photo © Patrick Demarchelier



Makan Djan Woule


Música © Djelimady Tounkara



Levar-te à boca,
beber a água
mais funda do teu ser -

se a luz é tanta,
como se pode morrer?

Eugénio de Andrade

dezembro 28, 2005

Tanzânia 1993 ou Devagar e sempre IV

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Photo © Patrick Demarchelier



The Heart Asks Pleasure First


Música © Michael Nyman




É Assim Que Te Quero, Amor


É assim que te quero, amor,
assim, amor, é que eu gosto de ti,
tal como te vestes
e como arranjas
os cabelos e como
a tua boca sorri,
ágil como a água
da fonte sobre as pedras puras,
é assim que te quero, amada,
Ao pão não peço que me ensine,
mas antes que não me falte
em cada dia que passa.
Da luz nada sei, nem donde
vem nem para onde vai,
apenas quero que a luz alumie,
e também não peço à noite explicações,
espero-a e envolve-me,
e assim tu pão e luz
e sombra és.
Chegastes à minha vida
com o que trazias,
feita
de luz e pão e sombra, eu te esperava,
e é assim que preciso de ti,
assim que te amo,
e os que amanhã quiserem ouvir
o que não lhes direi, que o leiam aqui
e retrocedam hoje porque é cedo
para tais argumentos.
Amanhã dar-lhes-emos apenas
uma folha da árvore do nosso amor, uma folha
que há-de cair sobre a terra
como se a tivessem produzido os nosso lábios,
como um beijo caído
das nossas alturas invencíveis
para mostrar o fogo e a ternura
de um amor verdadeiro.

Pablo Neruda

dezembro 27, 2005

Egipto 1989 ou O teu nome

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Photo © Patrick Demarchelier



O teu nome

Flor de acaso ou ave deslumbrante,
Palavra tremendo nas redes da poesia,
O teu nome,como o destino,chega,
O teu nome,meu amor,o teu nome nascendo
De todas as cores do dia!

Alexandre O'Neill



Raks El Nile (Dance of the Nile)


Música © Mohammed El-Bakkar

dezembro 24, 2005

Boas Festas ou Play

Agora num registo mais interactivo :)

Boas Festas a Todos. Todos.


Abraços e beijos

Bin





Multimedia © Egreetings.com

dezembro 23, 2005

Tanzânia 1993 ou Devagar e sempre III

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Photo © Patrick Demarchelier


Segredo

Nem o tempo tem tempo
Para sondar as trevas
Deste rio correndo
Entre a pele e a pele
Nem o Tempo tem tempo
Nem as trevas dão tréguas
Não descubro o segredo
Que o teu corpo segrega.

David Mourão Ferreira



Phusion


Música © Alex Cortiz

Tanzânia 1993 ou Devagar e sempre II

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Photo © Patrick Demarchelier



Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill



What?


Música © ManHead

dezembro 22, 2005

Tanzânia 1993 ou Devagar e sempre.

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Photo © Patrick Demarchelier


"Um dia, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.

O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nosso membros lassos
A leve rapidez dos animais.

Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala."



Poesia © Sophia de Mello Breyner Andresen



Ocean Jive


Música © Sven Van Hees

dezembro 20, 2005

Frango Shahjahani - Bibas, toma lá esta receita para fazermos. Leva Basmati.

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Photo © Rolli Books


Bibas, já fiz esta receita várias vezes é uma delícia. Se fizeres tu, aconselho-te a fazeres com arroz basmati integral de produção biológica, é excelente : ), ou faço eu na boa. Achas que eles vão gostar?

O que propões para segundo prato?


Beijos

Bin

Uma receita de frango originária das cozinhas dos Imperadores Mughal.

Tempo de preparação: 15 minutos - Tempo de cozedura: 35 minutos - 4 pessoas


Ingredientes

5 Colheres de sopa de óleo vegetal

2 folhas de louro

3 paus de canela

8 cardamomos

1/2 colher de chá de cominhos pretos moídos

8 cravinhos

200g de cebolas picadas

1 colher de chá de açafrão-da-índia moído

2 colheres de chá de malagueta amarelha ou vermelha, em pó

25 g de pasta de gengibre

25 g de pasta de alho

100g de pasta de caju

Um frango com 1kg sem pele e cortado em 8 bocados

150g de iogurte

400ml de água quente

Sal, a gosto

3 colheres de sopa de natas

1/2 colher de chá de cardamomo preto moído

Para guarnecer

3 ovos cozidos e cortados aos quartos

1 colher de sopa de coentros frescos, picados

1 colher de chá de juliana de gengibre

1/2 pimento vermelho, cortado em tiras

Continua a ler "Frango Shahjahani - Bibas, toma lá esta receita para fazermos. Leva Basmati." »

dezembro 19, 2005

O post das 17 e 42, e ainda, desculpa lá Bilhas... ou Consciência pesada

Multimedia © www.charges.com.br


EXPEDIÇÃO CLUBETTT : PORTUGAL >> MARROCOS - DEZEMBRO 2005

Quem não tiver, ainda, programa para este final de ano, pense partir para Sul e desfrutar uma passagem de ano bem diferente, no deserto do Saara. Esta expedição é organizada por amigos meus; quem procurar informações específicas, encontra os contactos no final deste post.


Beijos e Abraços,

Bin



EXPEDIÇÃO

CONTACTOS:

Clube TTT - Spramo - Publicidade e Imagem, S.A.
| Av. Vasco da Gama, 2721 | 4430-249 Vila Nova de Gaia - Portugal |
Tel.: + 351 22 786 09 17 | Fax: + 351 22 786 09 19 |
Url: http://www.clubettt.com
Mail: geral@clubettt.com


dezembro 17, 2005

Who Are You?

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Photo © David Fonseca


Este post andava para sair há uns dias. Mas, tudo tem um momento para acontecer. Este é o momento : )

Leiria é uma cidade simpática, muito dinâmica. A prova dessa dinâmica está nos inúmeros projectos de sucesso em várias áreas que se produzem em Leiria. Este é um facto inegável, quer se goste ou não.

Porque existem amigos meus envolvidos directa ou indirectamente em alguns deles, achei que devia fazer este post.

Dedico-o, portanto, aos meus amigos e amigas de Leiria.

Beijos e Abraços e : ) : )

Bin



Who Are You


Música © David Fonseca

dezembro 16, 2005

Post Duzentos - Dois zero zero (200) do Ante et Post

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The Sahel - Africa


Photo © Steve McCurry


Post Duzentos - Dois zero zero (200) do Ante et Post


Reunimo-nos
ao fogo
rimos
brincámos
falámos
sonhámos
e tornámos
a sonhar

seguimos
caminho adentro
com o mesmo espírito
o do fogo
rindo
brincando
falando
sonhando
e tornando a sonhar.


Este Post é dedicado ao Ante et Post e ainda aos meus companheiros de blog:

* Bilhas
* DK
* Dani
* Jorge
* Karla
* Leonardo
* Mad
* Noite
* Raim

Um forte e sentido abraço a todos eles.


Bin


Nota 1:

Acho que este é o meu post 1700 na blogosfera, senão me falham os números.


Nota 2:

Um abraço especial e um beijinho à minha boa amiga Maria do Divas & Contrabaixos por esta prenda bonita que me trouxe de Cabo Verde. A música da Lura.



Tabanka Assigo


Música © Lura

dezembro 15, 2005

Maldives or Water kitsch

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Photo © Helge Fahrnberger


"Mãe-Terra"


Terra vermelha do Lépi és minha mãe

Mãe-Terra que aos filhos dá
mais do que a vida uma razão

Razão de águia
águia transformada
no soba dos espaços
e das espinheiras cruas.

Terra vermelha do Lépi
calma sombra das mangueiras
sobre o chão vermelho
rocha negra do saber de ferro
a água sabe à voz materna

Águia de pedra
embala onde sentaram
régios Mussindas de vento
em gerações de luar
gritando ao vale profundo
aos muxitos
e ás mulembas velhas
a superfície larga do barro
do corpo negro dos filhos

A terra é sempre a mesma
o resto dirão os homens!


Costa Andrade - Escritor Angolano

dezembro 14, 2005

Burkina Faso ou Textura

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Photo © Helge Fahrnberger



Manian


Música © Rokia Traoré

dezembro 09, 2005

Srinagar, Kashmir 1999

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Photo © Steve McCurry

Lhasa, Tibet 1989

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Photo © Steve McCurry

Rig-Rig, Chad 1985

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Photo © Steve McCurry



Wanita


Música © Rokia Traoré

dezembro 08, 2005

Afeganistão ou Amor

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Photo © Steve McCurry

dezembro 06, 2005

Post Fora de Horas II ou Verdade


Children of Rwanda

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Photo © Henk Braam


HILLY YORO

Life is a combination

Of tears and smiles

Everyone should follow

Their own route

If a man has no eyes

Another can see

If a man has no feet

Another can walk


Ali Farka Touré


dezembro 04, 2005

O Post Fora de Horas ou Este post é dedicado ao meu irmão Ahmed

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Photo © Imagens de Marrocos

بالحبّ الكبير إلى صديقي و الأخٍ أحمد

Música © Hamid Inerzaf - Amdakklinou

dezembro 02, 2005

Niger - Porque o Mundo Tem de Saber.

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Photo © Henk Braam

Cruzamos com muitas pessoas ao longo da vida. Algumas delas, tornam-se mesmo muito importantes na nossa vida, participam na nossa construção enquanto seres humanos, pensantes e sensiveis.
Existem também outras com as quais nos identificados, com as quais temos algo em comum, algo que nos liga. Neste caso, posso dizer-vos que foi África. O Amor por África.
Falo do Henk Braam, um dos melhores fotógrafos do mundo.


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Photo © Henk Braam

Estas duas fotos foram-me enviadas por ele a título particular, mas, achei que deveria partilhá-las convosco, aliás com toda a blogosfera. Não só de fotos bonitas se vive, mas, também de realidades incontornáveis.
Esta é uma realidade no Niger, a fome e a consequente morte.
A organização Medecins San Frontieres, com a qual o Henk Braam colabora, está a desempenhar um papel muito importante de apoio e ajuda nesta e noutras crises humanitárias no mundo, sobretudo em África.
Deixo-vos aqui o LINK onde poderão ver mais fotos da realidade e da dureza da vida no Niger.
Sugiro também que leiam e percebam a dimensão real da fome no mundo, Aqui

Bin

dezembro 01, 2005

Haddock in Hadjipur

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Photo © Henk Braam

novembro 29, 2005

لديك كلّ قلبي

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Photo © Helge Fahrnberger

Siza

"Truth, tell me the truth
Since our children, our old, our wise and
nature itself
Don´t know evil
Truth, free your innocence."

Gabin Dabiré



Música © Gabin Dabiré - Siza

novembro 25, 2005

Um Post a duas mãos, quatro olhos e dois ouvidos

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Photo © J.R.Duran


Música © José Afonso - Canção de Embalar (Clica aqui para ouvires)

Rwanda

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Photo © Henk Braam

"Nunca se esquecem as lições aprendidas na dor."

Provérbio africano

novembro 24, 2005

India - Mumbai

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Photo © Henk Braam

"Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio."

Provérbio indiano

novembro 22, 2005

Momentos em Ti

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Photo © Oren Obstblum


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Photo © Oren Obstblum


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Photo © Oren Obstblum


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Photo © Oren Obstblum


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Photo © Oren Obstblum


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Photo © Oren Obstblum

novembro 18, 2005

Wodaabe man preparing for charm dance, Niger

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Photo © Carol Beckwith & Angela Fisher


novembro 17, 2005

Boy and girl on beach

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Photo © Toni Frissell


Toni Frissell was born in 1907 and died in 1988. In the beginning of her career, she was an apprentice to Cecil Beaton and was advised by Edward Steichen. Conde Nast himself was instrumental in her start at Vogue. As her career evolved, Frissell was commissioned by several corporations, such as Gulf Oil and Life.

Frissell stretched the boundaries of the privileged world into which she was born and became one of the most innovative photographers of her time. She conceived the fashion photograph as a snapshot, in the manner of Munkacsi, and brought a freshness and particularly American style to the genre. Her battle front photojournalism captured some of the most unforgettably compelling images of World War II.

novembro 15, 2005

Marla, Australia, 1990

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Photo © Kurt Markus

Born in Roundup, Montana in 1947, Markus began his career photographing the west: the landscape and cowboy life. Work in fashion and travel photography followed. His work has been exhibited and published nationally and internationally. his books include After Barbed Wire, Buckaroo, Boxers and the new Cowpuncher.

novembro 12, 2005

Parabéns Jorge!

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Desta vez, não vieram as beldades do hula hula, nem a gostosa da dança do ventre.
Entre o ante et post, o 6 em 1 e as transformações no PC, achamos que já tinhas com que te entreter.
Será que te sobra tempo para apagar as velas?

MUITOS PARABÉNS!!

novembro 11, 2005

Oceania >> New Zealand >> Cook Islands >> Aitutaki

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Photo © Radu Bargaoan

Oceania >> New Zealand >> Cook Islands >> Aitutaki

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Photo © Andrew Booth

novembro 10, 2005

Gravatares em fase de teste...

Vá lá, digam a vossa opinião:
a caixa de comentários ficou mais bonita?

Uganda - Gorila da Montanha

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Photo © André van Huizen

novembro 08, 2005

Ecuador 97

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Photo © André van Huizen

novembro 04, 2005

Antarctica

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Photo © André van Huizen

novembro 03, 2005

Greenland

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Photo © André van Huizen

Meus amigos bloggers, como sei que não tenho deixado comentários aos vossos posts, apesar de vê-los todos os dias, quero deixar-vos esta foto no lugar dos comentários.

* Uma boa quinta-feira para vocês, quer chova ou não, mantenham-se alegres e bem-dispostos, não custa nada um sorriso :)

Nota: isto aplica-se a todos os que leiam este post!


abraços e beijos

Bin

novembro 01, 2005

Nepal » Kathmandu

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Photo © Imaginature

outubro 28, 2005

Africa >> Tanzania >> East >> Zanzibar

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Photo © Bertrand Devimeux



"Le soir, la mer se transforme en un océan d'or.
Les reflets métalliques s'effeuillent sur la plage.
Les vagues naissent et meurent au rythme d'une respiration.
Les couleurs changent, le ciel s'embrase, les nuages se forment.

Une voile glisse vers l'horizon, c'est l'homme qui s'invite dans le décors.

La mer, le soleil et le bateau.
Spectacle grandiose."

Bertrand Devimeux

outubro 27, 2005

Africa >> Burkina Faso >> West >> Sanguie >> Pouni

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Photo © Sophie Launey



OUTRA BELEZA


Uns exibem insólitos perfis
de outra beleza
maquilhada
no mato.

ou
do viés
ou de frente
perfeitos modelos de caveira
desfilam sem nariz.


JOSÉ CRAVEIRINHA
(Babalaze das Hienas, 1997)

outubro 25, 2005

The Sahel, Africa

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Photo © Steve McCurry


Um abraço a todos os meus companheiros deste novo blog, e para todos os que por aqui passam.

Bin

outubro 23, 2005

Ante et post

Só se Cria na Diversidade.
Albert Camus

Um novo blog nasceu! Da vontade indómita de dez pessoas em se associarem para fazer um blog (ou blogue) colectivo, que fosse capaz de albergar diversas formas de estar, nasceu o ante et post. E, para começar, nada como apresentar-nos, e desejar que este espaço vos agrade.

O Bilhas é um incorrigível trabalhador. É uma canseira vê-lo de manhã à noite a carregar bilhas de um lado para o outro sempre na companhia do seu bólide de estimação, o Bilhasmóbil! Tem uma estranha forma de vida online, mas prima sempre por andar com a tacha arreganhada... é o verdadeiro e quase último dos optimistas. Não é à toa que é adepto do Glorioso, afinal trata-se do mais-que-fabulástico-e-melhor-de-todos clube do Mundo... e arredores!"

O Bin gosta da Liberdade e do Amor principalmente.

O Dani é essa "rara avis" que quando cruza a raia gosta de falar e ouvir português. A história dum coração andaluz mais perto de Lisboa que de Madrid, mas também a história duma pessoa cheia de matizes e diferentes lados. Desde um deles, o lado trás-o-Guadiana, é que vai escrever.

DK in a nutshell? Tem uma natureza volátil e contraditória - tal como os blogues, aliás. A um tempo 'light' e densa, apaixonada e distante, cínica e sincera, vive a blogoesfera ao sabor das emoções. Daí ter com os blogues uma relação de amor-ódio. Ela bem tenta libertar-se, mas acaba sempre por regressar ao local do crime... É na troca de ideias e no debate aceso que se sente verdadeiramente no seu elemento. Por (de)formação profissional, tem uma tendência incontrolável para a citação erudito-charlatã. Alguns leitores, ingénuos, deixam-se enganar; a maioria, porém, não vai na conversa e ignora-a ostensivamente. Esperem, por isso, muita citação e exibicionismo gratuito sobre livros e poemas de que nunca ninguém ouviu falar nem quererá decerto ler. "Ó leitor, meu semelhante e meu irmão!"

O Jorge é um caso grave de múltipla personalidade. Dependendo de que lado sopra o vento, da fase actual da lua, do lado da cama em que acordou ou ainda do que tomou ao pequeno almoço, assim será a sua escrita. E nos dias em que o seu clube de futebol perde, é melhor nem pensar no que ele é capaz de escrever.

A Karla nasceu para os blogs, dentro de uma caixa de comentários. Mas só saiu da caixinha, quando a puxaram para fora. Desta experiência espera tudo, sem saber exactamente o quê. Espera sobretudo, divertir-se. E para que conste, a Karla não gosta de futebol.

A avó do Leonardo já dizia que quem quer aprender tem de passear ou ler. Por isso decidiu seguir os seus conselhos e partiu, sem deixar de continuar a ler e escrever. Todos os dias, do alto de um monte, olha para a catedral que se destaca entre o casario da cidade, e surpreende-se. Aqui, Leonardo vai falar do que vê, do que sente, do que vive, do que aprende. Ou simplesmente calar-se atrás de uma imagem...

A Mad é uma pessoa desinibida e de bem com a vida que conquistou a pulso. É uma mulher de batalhas com ideiais e objectivos muito próprios. Os textos que aqui poderão ler irão demonstrar uma série de personalidades que revelarão, com tempo a mulher que ela é. Da Mad não se esperem surpresas mas é certo que a qualquer momento pode surpreender com a sua escrita e as suas fotografias.

A Noite está do outro lado do mundo, em Macau. A Noite é como a noite: tanto pode ser tranquila como agitada, muito dependendo do que a rodeia colaborar ou não. Iniciou-se na blogoesfera para se aproximar do Portugal distante e do Macau mais pitoresco e começou a contar ao mundo esta cidade em que vive. Gosta de escrever, mas ultimamente não lhe tem dado muito para aí. Desde que tem máquina fotográfica que acha que faz uns bonecos giros e propôs-se mostrar também em imagens o que a envolve, mas o segredo está na máquina e no cenário, que tem muito que mostrar.

O Raim tinha como clientes os amigos e enchia as gavetas de desenhos até que descobriu a blogosfera... a partir daí nunca mais foi o mesmo. Aos papeis já ele estava habituado, mas depois de domesticados o lápis e a borracha comprou uma coleira para o scanner.

Agora que já nos conhecem, vão aparecendo. A porta estará sempre aberta, à vossa espera.


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