Good Bye #3

Foto: Irina No

Foto: Irina No
O que é que se diz nesta hora?
Só posso dizer que, muito mais do que possam imaginar, este desafio, de escrever num blog, acabou por se tornar num desafio a mim mesma. E, directa ou indirectamente, influenciou o rumo da minha vida.
Acaba o blog, num momento em que ficam, também para trás, tantas outras coisas da minha vida.
A verdade é que o fim de um projecto implica, quase sempre, o inicio de outros.
É isso. O caminho até aqui foi bom. A companhia, do melhor.
Agora, neste cruzamento, sei exactamente para onde quero ir. O caminho faz-se caminhando... em frente.

Foto: Jean-Sebastien Monzani
Num blog que viveu tanto de imagens e fotos, tantas ficam por mostrar, outras tantas ficam em rolos de memória que, em qualquer altura se podem revelar.
Aqui, cimentei o meu gosto por fotografia. Aqui, mostrei algumas das minhas experiências fotográficas.


Yoani Sánchez, residente em Havana, acaba de ganhar o prémio Ortega y Gasset na categoria de "Jornalismo Digital".
Uma muito boa notícia para a comunidade bloguista. Melhor notícia ainda para a Yoani, não fosse o Governo de Raúl Castro não autorizar a sua saída para receber o prémio.
Do mesmo, dá conta a própria Yoani, no seu blog, de uma forma suave e até com algum humor (não vá uma censura muito severa ... sei lá, fechar o blog de vez?)
A maioria dos estados africanos é gerido por criminosos...
O BES, apressou-se a demarcar-se das declarações de Bob Geldof.
... com a conivência de outros criminosos.

Espanha tem o governo mais feminino de sempre.

Itália tem Mara Carfagna como Ministra da Família


Portugal, tem isto!

Photo © Karla

Se a Madeira tem um Alberto João e a Itália um Berlusconi, porque não havia o Benfica de ter um Berardo?
Luis Eduardo Aute - La alba - Espanha, 1986
Em Setembro de 75, no fim da ditadura de Franco, executaram-se por fuzilamento os últimos condenados do regime.
Esta canção, composta por esses dias, é uma homenagem à luta pela justiça, contra todas as injustiças.
Deixo-a aqui, para não me esquecer que ainda hoje, 33 anos após, ainda lutamos pela liberdade do Tibete, pela libertação de Ingrid Bettencourt, pelos direitos humanos na China, pela democracia em Cuba, pelo fim da guerra no Iraque, contra a fome, a guerra e a ganância em África, pelos direitos das mulheres, contra o trabalho infantil, contra todos os atentados ambientais.

É um concurso lançado pela a Comissão Europeia, para comemorar o Ano Europeu do Diálogo Intercultural.
É aberto a todos os residentes na UE, decorre até 30 de Junho 2008 e tem Prémios atractivos (ou será atrativos?).
Agora, é só sair para rua e disparar!
A nossa vida é feita de ciclos. Pelo menos a minha, é.
E, hoje, determinei para mim o começo de um novo ciclo.
Ando a cozinhá-lo há algum tempo. Tem estado a marinar, a apurar, até que já faz todo o sentido.
Pouco me importa a segurança. A tranquilidade e a rotina não conjugam comigo. Aborreço-me facilmente.
Gosto de arriscar.
Assim sendo, e para o assinalar de um modo visível, vou ao cabeleireiro mudar o visual.

Foto: John Crosley
* e bebe até cair para o lado

Teatro do Castelo de Chesky Krumlov, República Checa.
Afinal, sou eu que ... me tenho de lembrar de assinalar a data?
Lilly, lamento informar mas, apesar disto, e isto, e mais isto, e ainda isto, mantém-se isto.
Ottmar Liebert - Heart Still Beating
Alemanha
Djelimady Tounkara – Fanta Bourama - Mali

Foto: Pedro Gonçalves in Olhares
Se o Mantorras, quando entra em campo marca golo, porque é que nunca joga de início?

Porque é que os actos de violência desportiva são sempre branqueados pelos responsáveis?

O Michael Laudrup, continua um homem muito interessante.

Parabéns TSF.

O dia começa pouco antes das 9:00h. Às 8:55h, com os Sinais do Fernando Alves. O tempo exacto que demoro a fazer o percurso de casa até ao trabalho. A manhã continua com o Forúm TSF liderado por Manuel Acácio. E ao almoço, dá para espreitarmos o gosto musical dos outros com A Play List de ... A tarde vai passando com notícias de hora a hora, sempre actualizadas e eis que chegamos ao melhor programa da estação. Pessoal... e Transmissível de Carlos Vaz Marques. Deve ser o único programa que me faz ficar sentada no carro a acabar de ouvir, antes de entrar em casa. Pelo serão, uma boa alternativa à televisão, uma viagem nostálgica às músicas do meu tempo, com a Margarida Pinto Correia e Luís Ferreira de Almeida na Idade da Inocência.
No dia 4 de Janeiro de 2008, no sul profundo de Marrocos, mesmo à beira do deserto, foi com a TSF on Line que fomos seguindo o desenrolar da decisão de cancelar o Rali pelo qual, já no terreno, esperávamos. Tínhamos televisão, com um satélite para mais de 1000 canais de todo o mundo. Mas foi a TSF, que nos foi dando as notícias, as reportagens e entrevistas aos pilotos.
Angelique Kidjo
Republica do Benim
Para quem quiser apreciar a Angelique Kidjo num registo mais "ocidental" e muito bem acompanhada, pode conferir aqui.
The piano
Filme de Jane Campion
Música de Michael Nyman
Faya Tess & Lokua Kanza - Bana (Children)
Republica Democrática do Congo
Eneida Marta - Mindjer Docê Mel
Guiné Bissau
"E Deus criou a mulher", tem novo alojamento no sapo (onde havia de ser?)
Parece que houve quem se queixasse do conteúdo menos próprio.
Virgens ofendidas, com falta de bom gosto.

Só porque ele é um porreiraço bem disposto e uma amizade antiga que muito prezo, cá vai a resposta a uma daquelas torturas que, de quando em vez, nos caiem em cima.
O sete é um número como os outros. Precede o 6 e antecede o 8.
Os pecados capitais, as maravilhas do mundo e os anões da Branca de Neve são 7, mas podiam ser mais ou menos.
Por isso Sadeek, para esta tarefa, 7 é um número enorme.
7 coisas que sei fazer bem:
tudo o que faço com gosto e motivação (podem ser mais do que 7)
7 coisas que não sei fazer:
falar dos meus defeitos e/ou qualidades
7 coisas que digo frequentemente:
“quem inventou estas correntes, devia ser enforcado”
7 Qualidades que aprecio no sexo oposto (ou no mesmo sexo, se for o caso):
todas as que tem o parceiro em questão (podem ser mais do que 7)
7 Filmes preferidos:
não vou ao cinema, vai para … 7 anos
7 Actores/actrizes preferidos/as:
por definição, o preferido é só um.
Homem – Al Pacino
Mulher – Meryl Streep
7 Vítimas
não acredito que haja 7 pessoas a ler este post
Terá, esta senhora, direito a voto nas primárias americanas?
Souad Massi - Ghir Enta -غير انت - سعاد ماسي
Argélia
Ó Rui Pedro, deixa lá isso ... Lembras-te da Elis Regina?
É uma versão curta e com um som miserável. Mas é o original e a mensagem está lá. :-)


"Quando jovem estudante universitário (porra que já lá vão 37 anos ! ) fui a primeira vez a Estocolmo e confirmei a impressão que tinha que todas as suecas eram louras, altas e boas como ó milho. Pudera era do que eu andava à procura. Nem reparei que as havia velhas, baixas e feias.
Durante uns anos também tive a impressão que as hospedeiras dos aviões eram como as suecas e que as aventuras nos aviões eram o pão nosso de cada dia. Isto a acreditar nas histórias de amigos e em leituras e anedotas avulsas. Mais tarde , já não era estudante, já casado e com filhas viajei, por razões profissionais , de avião com frequência. Foram 4 anos em que viajava de avião 3 a 4 vezes por semana. E não é que nunca tive uma aventura no avião ?!!! Fosse com hospedeiras ( que não eram tão boas como diziam ou eu já estava velho ?) ou com passageiras. O mais perto que andei por lá foi um dia em que a Grace Jones viajou comigo. Viajou comigo e ...com mais uma centena de passageiros. Ela bem olhou para mim ( ou foi impressão minha ? ) mas eu deixei escapar a oportunidade.
E agora que estamos perto do Carnaval também há quem tenha a impressão que as brasileiras são todas boas como aquelas que vão desfilar meias nuas nos carros alegóricos...esquecem-se é das honradas e gordas baianas e daquelas que honestamente trabalham nos shoppings e restaurantes portugueses.
Depois há aqueles almoços com amigos e familiares em que fico com a impressão que o PSD e o CDS não existem ou ainda quando me junto com benfiquistas para ver o Glorioso perder sem glória. Carago mas então não há sportinguistas e portistas?
Ou seja se eu acreditasse nas minhas impressões as suecas eram todas boas como ó milho e as brasileiras também , se bem que mais morenas. Sempre que entrasse num avião era aventura garantida. Não havia ninguém do PSD e do CDS, vá lá havia mas poucos. Benfiquistas seriamos uns 6 milhões e por aí fora. Seria quase o paraíso !
É por estas e por outras que me faz impressão alguns jornalistas e políticos tentarem fazerem-nos querer que Portugal é a Anadia ou que todos os bombeiros estão a dormir em Alijó."
Post integral do António P. no Fim de Semana Alucinante com foto e tudo.

Foto: Karla
Alheias às Naomis e Carlas Bruny da vida, há muitas mulheres lindas pelo mundo.

Foto: Karla
Enquanto uns fazem a guerra outros repousam com o filho nos braços.
Só uma amostra da emoção, de quem se aventura a seguir as etapas de Marrocos, do Lisboa Dakar.
De 7 a 10 de Janeiro.
Há campanhas, que nunca é demais lembrar.
Segui o rasto ao Sadeek, até aos Pensamentos analógicos e descobri isto.
Brutalmente bem feito.
O percurso
O calendário
5 Jan Lisboa Portimão 486 km
6 Jan Portimão Málaga 535 km
7 Jan Nador Er Rachidia 717 km
8 Jan Er Rachidia Ouarzazate 584 km
9 Jan Ouarzazate Guelmim 834 km
10 Jan Guelmim Smara 625 km
11 Jan Smara Atâr 829 km
12 Jan Atâr Nouakchott 531 km
13 Jan Dia de Repouso
14 Jan Nouakchott Nouhadibou 648 km
15 Jan Nouhadibou Atâr 685 km
16 Jan Atâr Tidjikja 692 km
17 Jan Tidjikja Kiffa 531 km
18 Jan Kiffa Kiffa 515 km
19 Jan Kiffa Saint-Louis 757 km
20 Jan Saint-Louis Dakar 304 km
Total 9 273 km

Foto: Karla na Zambujeira

Foto: Karla
Esteve bem o cenário azul que decorou a cerimónia.
Esteve bem a luz e o sol que brilharam sobre Belém.
Esteve bem a Carris e a bonita guarda-freio que conduziu os comensais ao Museu dos Coches.
Esteve bem Lisboa.
E Portugal esteve bem para a Europa, para o mundo.
Estética aparte, o referendo.
Não me perguntem, a mim, pelo Tratado. Faço, apenas, uma muito vaga ideia do que trata. E como eu, acredito, a maioria dos Portugueses.
Cumpro com o meu dever de cidadã e voto para a Assembleia da República. Elejo (ou não) aqueles em quem confio para tomarem estas decisões por mim.
Mas não me perguntem, sim ou não, se ratifico o Tratado.
Driving home for christmas - Chris Rea
Mais um fim de semana de sol, mais uma cimeira da Presidência Portuguesa.
Pouco, ou nada, sei do que trataram, que assuntos discutiram, que acordos assinaram.
Só sei que, enquanto a maioria destes dirigentes se mantiver no poder, África vai continuar a ser o continente mais pobre, os africanos vão continuar a viver explorados e oprimidos pelos seus próprios compatriotas, as doenças vão continuar a crescer, as crianças vão continuar sem acesso à escola, a água vai continuar a ser um bem escasso (e a água potável, um luxo), as mulheres vão continuar a morrer no parto, a esperança de vida não vai ultrapassar os 40 anos, a emigração ilegal vai continuar, os africanos continuarão a ser explorados na Europa, a fome não vai desaparecer, os desalojados aumentarão em mais alguns milhões, Darfur vai continuar esquecido ... etc, etc, etc.
Os Europeus vão continuar a investir em África para benefício próprio e para engordar ainda mais a opulência, a extravagância, o luxo, as excentricidades daqueles que deixam o próprio povo morrer à fome.
Alheios à Cimeira, os africanos vão continuar a lutar para conseguirem sobreviver. Sem saneamento básico, sem água potável

com uma alimentação pobre, com a ajuda de algumas ONG


e, ao contrário da maioria das primeiras damas, não vestem Valentino, nem Gucci

mas orgulham-se da sua tradição. São bonitas e vaidosas.

Fotos:Karla
(No Quénia, onde os resorts e o turismo de luxo não beneficiam, em quase nada, as populações locais)

Foto: Karla
Excerto do espectáculo "ballet for life" dedicado a Freddie Mercury
Ontem, no CCB, Luanda Cozetti e os outros membros da banda Couple Coffe & Band recriaram as canções do Zeca.
Um Zeca baladeiro em ritmo Bossa Nova, um samba revolucionário. Um Zeca de pronúncia aberta.
Mais que uma homenagem às canções do Zeca, foi um encontro de culturas e um encontro de lutadores.
Zeca Afonso era amigo de Alípio de Freitas, pai de Luanda, a quem dedicou uma canção de luta, contra a prisão e tortura a que Alípio foi sujeito pelo regime brasileiro.
O restolhar das folhas secas, denuncia a reposição da ordem meteorológica.

Foto: Gerolamo romano
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Aqui, o videoclip
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Para ver aqui
(Postar num PC sem som, tem os seus riscos. Não faço a mínima ideia que música seja esta)
Conclusão: No espaço de uma década, sem perder a pose e o olhar, amadureci. :-)
Hoje é o dia*

Foto: Karla
* nos pacotes de açúcar Nicola

para ouvir cantar uma das melhores vozes brasileiras.
De sem abrigo a estrela, assim haja vontade e talento!

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla
Não, não é engano.
É mesmo o início de um fim de semana enooooorme!
Aproveitem o sol, o tempo, os amigos.

Foto: Karla
Porque hoje é Noite das Bruxas :)

Foto: Emil Jianu

Foto: Karla

No dia em que
o Miguel Marujo nos fala de um Allgarve azarento para turistas ingleses
o João Espinho nos brinda com mais uma intimidade
o bagaço amarelo tem o fascínio número 63 e continua a não compreender as mulheres
descubro que o aspirina b mudou de plataforma
que o JPP voltou a acordar a blogosfera
o Tomás Vasquez não disse, ainda, nada (mas eu volto lá logo à noite)
o Pedro Mexia nos apresenta uma tia, que não a dele, especialista em "psicologia da infidelidade"
e, por fim, outra vez o Miguel que, em nome de Deus, homenageia o Roma, em dia de jogo com o Sporting.
o Ante et Post faz dois anos.

Enquanto
No Campeonato Distrital de II Divisão, à 5ª jornada série B, o Moçarriense empatava com o Pontével a 1 bola.
Se Recordava Hermínia Silva na Voz do Operário
Elsa Raposo informava "Já não há casamento com Gonçalo Dinis"
Se realizava o VII DIA DO XADREZ DO CONCELHO DE ALCOBAÇA
Se iniciava o EUROSURF 2005 na Praia Nova, Costa de Caparica
O concurso Eurovisão da Canção fazia 50 anos
Com impressionante lucidez e uma frescura física invejável, Emílio Barreiro, utente do lar da Santa Casa da Misericórdia de Paredes de Coura, soprava as velas do seu centenário,
Aparecia o Ante et Post

Foto: Karla

Ernesto Che Guevara, 14 Junho 1928 - 9 Outubro 1967
"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um Revolucionário."
Lou Reed and Friends - Perfect day
(* e porque ontem foi um dia perfeito. Só com amigos, se passam dias perfeitos)

Foto: Karla

Foto: Karla
por se ter recusado a continuar a entrevista que estava a dar à SIC Notícias, onde se pretendia discutir a crise instalada no PSD, depois de ter sido interrompido por um directo do aeroporto de Lisboa onde chegava José Mourinho.
"O que é que justifica isto?" perguntou ele.
Justifica, respondo eu. Ficamos a saber que Mourinho vem de férias com a família, chegou de jacto particular, trazia na mão uma "valise" Louis Vuitton e não pretende trabalhar em Portugal.
Mais um exemplo do vergonhoso jornalismo que se vem fazendo em Portugal.
update:

Foto: Karla

Foto: Karla
O caso Maddie
Nunca exprimi aqui, uma única opinião sobre o caso da Madeleine McCann. Não, que não a tivesse mas, depois de tudo o que fui lendo na blogosfera, só me resta uma pergunta: "Como podem tantos, ter tantas certezas?". Tantos "peritos" com tantas teorias por esse país fora, davam um jeitão à equipa de investigadores.
A facilidade com que se aponta o dedo é a mesma com que antes se soltaram lágrimas de solidariedade. A sede de sangue e justiça raia a crueldade. Desapareceu uma criança e tudo indica que está morta. Deixem as opiniões para depois das conclusões da investigação.
A única opinião que posso formular, sem erro de me enganar, é que tem sido miserável a cobertura jornalística deste caso.
O caso Scolari
Odeio toda a manhosice que rodeia o futebol. A falta de honestidade fora e dentro de campo. Odeio jogadas sujas e o baixo nível de tantos dos nossos jogadores. Fiquei chocada com a reacção de Scolari contra o jogador sérvio. Daí, à sua demissão, vai um passo grande. Todo o trabalho que Scolari fez na Selecção Nacional, tão aplaudido e elogiado, não pode ficar refém de um gesto impensado, ainda que inadmissível. O mesmo povo que aprendeu a cantar o hino nos campos de futebol e a admirar uma bandeira que ele incentivou a desfraldar, é o mesmo que, agora, exige a sua cabeça.
Em ambos os casos, a mesma característica tão portuguesa de tudo criticar. Do deita abaixo primário, sobretudo daqueles que alcançam notoriedade, da sede de vingança e justiça popular.
Rugby, a selecção nacional
É um feito desportivo notável a presença no Mundial ao lado das melhores selecções. Dizem os entendido que têm sido brilhantes os encontros já efectuados. O facto de ser uma equipa amadora que joga por amor à camisola nacional, é bonito de se ver. Já o fervor com que cantaram o Hino Nacional, pareceu-me despropositado, exagerado, teatral, até. Não é mais patriota aquele que berra o hino, do que o outro que o canta com um sentimento mais comedido. Nem sequer assusta os adversários.
Toma lá a lambisgoia, tanto do teu agrado mas, é uma vez sem exemplo.
Só porque fazes aninhos!
Há artistas com talento especial para revelar o que há de mais profundo nos retratados. Mostram-lhes a atitude, evidenciam-lhes o carácter, expõem-lhes a alma.
Retrato de George W. Bush, criado a partir de recortes de revistas pornográficas, pelo artista britânico Jonathan Yeo.
Detalhe do queixo, do sobrolho e da orelha.

99 anos de sabedoria.
99 anos de entrega e amor aos outros.
Parabéns avó.

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla



«Não sei o que os tribunais terão a opor a gente que anda nos transportes públicos, trabalha e cumpre as suas obrigações como cidadão, há-de acabar por se tornar torcedor do Sporting ou do FC Porto, come bitoque ou pastel de nata, fala português, tem os seus filhos numa escola portuguesa e não tenciona ir embora. A legalização de estrangeiros imigrantes é uma coisa; inteiramente diferente é a atribuição da nacionalidade. Mas esses factores efectivos são os que conheço como decisivos. Hão-de cantar o hino, hão-de saber quem eram os reis da primeira dinastia, hão-de cozinhar bacalhau e, quem sabe, emigrar para França. Alguns hão-de ter nomes comuns, como Nelson Évora (nasceu na Costa do Marfim, tem pais cabo-verdianos, vive em Portugal desde os seis anos e adquire a nacionalidade portuguesa aos dezoito), outros chamar-se-ão Bosingwa (nasceu em Kinshasa) ou Obikwelo (nasceu na Nigéria). É isto a alma portuguesa, senhores.»
E eu acrescento, assim os fizemos, assim os acolhemos. A estes e aos outros, os menos famosos e até aqueles que pouco ou nada têm para nos sentirmos orgulhosos.
Qual a melhor idade para casar?
Não existe melhor idade. Tem de se mesmo estúpido, para querer casar.
Fernando, 9 anos (de certeza, já teve alguma má experiência)

O que têm os teus pais em comum?
Não querem ter mais filhos.
Ana, 8 anos (ahahah. Deves ser fresca, deves)

O que fazem as pessoas, num encontro?
Contam-se mentiras interessantes, para assim conseguir um segundo encontro.
Martin, 10 anos (esta geração já vem com um upgrade actualizado)
Quando se pode dar o primeiro beijo?
Quando o homem é rico.
Pamela, 7 anos (loira?)

É melhor estar casado ou solteiro?
Para as meninas, é melhor ficar solteiras. Mas os meninos, necessitam de alguém que limpe...
Anita, 9 anos (é bom que te vás habituando)
(adaptado de um e-mail recebido)

Foto: Billy Eickholt
Para quando a classificação de Produto DOC?

Foto: Karla
Com dedicatória
(e recado... 1981, ouviste?) ;)

O André Parente, carregou a mochila nas costas e partiu para um itinerário de 8 meses. No Tempo de viajar, vai-nos dando conta da viagem.
Uma enorme jornada, uma enorme coragem, uma enorme aventura. Entre ondas e pranchas de surf, algum desespero, também.
Mas, sobretudo, uma enorme vontade de viver para, quando morrer, não descobrir que não vivi. (Henry David Thoreau).
Chegado ao Perú, o testemunho da devastação do sismo.
Porque viajar, não é passar férias em resorts de mais-ou-menos luxo.
Viajar é isto. É ver, participar, crescer, aprender e emocionarmo-nos.
PS: Mesmo com a inveja danada que tenho do André, eu vou colaborar.

Foto: daqui
... prefiro destes.

Foto: Karla

Foto: Matusciac Alex

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla
Rita Lee - Amor e sexo

Foto: Karla

Foto: Sing Seet
Cesky Krumlov, República Checa
Para quem não passa de Praga, aconselha-se uma visita a esta vila medieval, cheia de vida jovem, de bom gosto e com um nível sócio-cultural fantástico. Nenhum pormenor é descurado. Desde a ausência de carros no interior da vila, às decorações das lojas e das casas. As paredes dos edifícios são pintadas de forma a imitarem os baixos relevos que se encontram nos monumentos de Praga.
A pouco mais de 100 Km de Praga e já perto da fronteira com a Áustria, um sítio a não perder.

Foto: Jean-Sebastien Monzani
Aconteceu este fim de semana, na mesma esplanada, na mesma manhã. Parece que há um japonês que está na moda. Haruki Murakami. Em busca do carneiro selvagem, Kafka à beira-mar e Crónica do pássaro de corda. Num país onde se lê tão pouco, desconfio sempre quando começo a ver um livro ou um autor nas mãos de todo mundo.
Talvez por isso, nunca tive curiosidade em ler o Código Da Vinci.


Fotos: Karla
ante ...

... et post

Fotos do Glória Fácil
É inacreditável a falta de gosto. Se o outro era um mamarracho, este é um atentado ao bom gosto, ao bom senso, um atentado à paisagem, da autoria do Arq. Gonçalo Byrne.
Gostava de conhecer os critérios que levaram à sua escolha. Gostava de conhecer os outros projectos concorrentes. Gostava de saber se a volumetria exagerada, está de acordo com o PDM.
Se fosse munícipe de Cascais, por certo, apresentaria uma reclamação ao Provedor do Município. Mas como utilizadora da marginal, a estrada mais bonita da zona de Lisboa, vou assinar esta petição.
E ainda mais esta, contra outro atentado. O atentado à inteligência, que é o filme de promoção do Estoril Residence. O público alvo a que se dirige o filme, potenciais compradores de tão específico estilo, julgava eu, já só existerem nas rábulas do Herman - Teixeira da Cunha - José.

Ingmar Bergman 1918 - 2007

Do filme "Lágrimas e suspiros" 1973. Fotograma de Sven Nykvist


Zambujeira do mar
Fotos: Karla
Quem conhece o sistema prisional português, ou qualquer sistema prisional em qualquer outro país, facilmente entende que manter centenas de reclusos, em celas, sem nada para fazer, com todo o tempo do mundo para pensar e inventar pode ser complicado e perigoso.
Nas Filipinas encontraram uma forma de os manter ocupados e ordenados. E, parece, o comportamento melhorou substancialmente.
Também há coreografias para os Queen e outras músicas locais.

Fim do dia no Lago Vitória, Quénia
Foto: Karla
Finalmente, alguém conseguiu o que muitos sonhavam.
Espero que não tenha sido meiguinho. Sem beijinhos nem carícias, a sangue frio, era o que merecia.

Foto daqui
A má notícia, é que só daqui a 3 anos é enrabado outra vez.
“O presidente está bem de saúde, não existe qualquer razão para alarme”, anunciou o porta-voz da Casa Branca. Bush, a quem já haviam sido removidos pólipos intestinais em 2002, deverá fazer novo exame daqui a três anos" segundo o Correio da Manhã.
A propósito deste engraçadíssimo post do Bilhas, lembrei-me das minhas primeiras festas de garagem. Também esperávamos ansiosos (com o coração aos saltos), eles e elas, pelas músicas que nos permitiam algum contacto físico. Tínhamos 11 ou 12 anos e, manifestações de afecto entre rapazes e raparigas, só às escondidas e cheios de vergonha. Tudo a seu tempo. E houve tempo para tudo.
Eu, que levo uns anitos de avanço, dançava outras músicas.
Paul Simon & Art Garfunkel - Bridge Over Troubled Water
Quando ouvi e conheci esta versão, já esta música era um clássico, já dançávamos ao som de outros ritmos e um pouquinho menos envergonhados.
... a continuar a chover ...

Foto recebida por e-mail
Sem imagens, apenas para ouvir o génio dos Genesis, no álbum de 1976, A trick of the tail, para mim, o melhor de todos.
E vamos para fim de semana.
Make some noise é uma importante campanha promovida pela Amnistia Internacional com a edição de um duplo CD com músicas de John Lennon (cujos direitos foram cedidos à AI, por Yoko Ono) e a participação de mais de 60 artistas.
Esta é uma acção que pretende apoiar a população do Sudão vítima duma enorme crise humanitária e de outras violações, paralelamente a uma petição que podes assinar aqui.


o bollycao * mais doce que eu conheço.
Gabriela Mendes - Tradição
* bollycao - branco por fora, preto por dentro
Pedro Barroso - Menina dos olhos de água
Também tenho saudades do Zeca, do Zé Mário Branco, do Sérgio, do Manuel Freire, do Adriano Correia de Oliveira, do Fernando Tordo e do Ary dos Santos e do esquecidíssimo Fausto.

Zambujeira do Mar, Praia dos Alteirinhos
Foto: Karla



Fotos: Karla

Foto: Gundega Dege
... depois dos dois últimos posts e demarco-me do estilo!


Fotos: Karla
Billy Idol - Hot In the City
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Grosser Mercedes, oferta de Hitler a Salazar, no Museu do Caramulo.
Fotos: Karla
Foi a 4 de Julho de 1937, precisamente há 70 anos, que ocorreu o único atentado contra Oliveira Salazar. O atentado à bomba, danificaria o carro em que seguia e abriu um enorme buraco na Av. Barbosa du Bocage em Lisboa mas, o ditador sairia ileso.
Depois do atentado, trocou o Buick em que se deslocava por um Chrysler Imperial blindado. Mais tarde, Adolf Hitler, oferece a Salazar um Grosser Mercedes que, reza a história, nunca foi usado. Na sua mentalidade provinciana, do orgulhosamente sós, desdenhava não só o presente do ditador alemão, como ainda, achava ser um desperdício a utilização daquele carro, quando ainda havia outro, que chegava bem para os gastos. Na mesma onda da cestinha de legumes, que chegava semanalmente de Santa Comba, para a despensa da residência oficial.
Não tenho nada a opor a um estilo de vida espartano e nada perdulário, tão contrário à ostentação que os políticos modernos nos habituaram, não fosse esse mesmo espírito ter sido aplicado à gestão económica do país. Em 74 éramos um país pobre, sem infra-estruturas, mas com os cofres cheios de ouro.
Voltando aos carros do Presidente do Conselho, o tal Chrysler Imperial, acabaria por ser usado, em 1961, na famosa fuga de Caxias, de 8 militantes do PCP. Faz também parte da colecção do Museu do Caramulo, ainda com as marcas das balas, resultantes dessa fuga.
o Sahara.

Foto: Karla
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento
Sophia de Mello Breyner Andresen
(Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004)
Dedico este post ao meu companheiro de viagens e de aventuras, com quem conheci a imensidão do deserto, a dimensão das planícies, o calor do sol, as cores e sabores africanos. E, o mais importante de tudo, as pessoas.

Foto: Karla

Lago Naivasha

Masai Mara

Com bilhetes oferecidos por um bom amigo, finalmente hoje, vou ver os Rollings Stones (antes que seja tarde demais). Estádio de Alvalade, aqui vou eu. Espero uma noite divertida, em boa companhia.
Podia só fazer isto na vida. Viajar.
Mas sabe sempre bem voltar a casa. Voltei.
Com tantas coisas novas em mim. Cresci.
Agora, é tempo de arrumação.
Arrumar a bagagem ainda espalhada pelo chão.
Arrumar a secretária onde se amontoaram papeis e mais papeis.
Arrumar as fotos e os vídeos.
Arrumar a caixa de correio electrónico.
E arrumar a cabeça. Cheia de novas paisagens e de novas pessoas. Cheia da confirmação de preocupações com o ambiente, com o continente África, com as enormes diferenças entre países ricos e países pobres.
Li aqui, que os G8 estão preocupados com África. Estiveram sempre mas, longe da vista, longe do coração.
Depois de tudo arrumado no sítio, vou contando aqui como foi.

... até lá, divirtam-se. Com as eleições na CML, o aeroporto da Ota, a colocação de professores, a subida das taxas de juro, o desaparecimento da menina inglesa, as contratações de reforços para as equipas de futebol, o Sócrates, o Cavaco e o Mário Lino.



Fotos: Karla
Sorrisos de crianças que não exigem nada.

Crianças sujas e descalças, que não conhecem nem marcas nem modas.

Que crescem em liberdade, sem saber que hoje, é dia Mundial da Criança.

Nos últimos tempos, os nossos jornalistas são pródigos em produzir notícias, a partir de qualquer facto de possa gerar polémica. Seja relevante ou não. Normalmente não é, porque para tratar assuntos realmente relevantes, é preciso saber fazer jornalismo.
E depois, andam ali a escarafunchar na ferida, até já não haver mais sangue a derramar.
Desta vez, o genérico dos Gato Fedorento, plagiado de um video-clip de Claude François. Quem navega na blogoesfera, não foi apanhado de surpresa pela notícia do Diário de Notícias. Já conhecia, já tinha visto e não passou de mais uma piada. Mas o DN insiste.
E como tudo o que é demais, ou cheira mal ou enjoa, até já estou a imaginar a cara do Ricardo Araújo Pereira, a responder a esta entrevista:
DN - Dizem que é uma espécie de plágio. Como reage?
RAP - Com o dicionário. Plágio é a apropriação do trabalho alheio sem indicação da origem. Quando apresentámos o genérico à imprensa, indicámos a origem da ideia e a razão pela qual mantivemos o Un, deux, trois, quatre. Não há referências a Claude François porque a canção que ele canta é, basicamente, a conhecidíssima música tradicional inglesa Three Blind Mice. Sendo uma música popular, o autor é desconhecido. Como foi o maestro Ramón Galarza a fazer os arranjos, é ele que assina. Já agora, poupo trabalho futuro ao DN: também não compusemos a música do genérico do nosso programa da Radical. E os Painéis de São Vicente, que usámos na série da RTP, não foram pintados por nós. E também não pedimos autorização ao autor para os usar. Uma coisa garanto: no dia em que queiramos fazer-nos passar por compositores, com todo o respeito pelo François, optaremos por Bach.
DN - Acha que estão a exagerar o assunto por inveja?
RAP - Não. É um assunto importante. Estamos a falar de um genérico cuja música é a adaptação duma canção popular. Dá primeira página em qualquer parte do mundo. Parabéns ao DN por se ter adiantado ao Le Monde.
DN - Se tivesse só cem mil espectadores, davam conta do episódio?
RAP - Não percebo a pergunta. No DN de dia 23 assina uma notícia em que afirma: "Os humoristas assumem, desde o início, que a ideia não é deles." Agora, diz-me que alguém "deu conta do episódio". Se assumimos desde o início, de que "episódio" é "deram conta"? Só se for este: nós, não sabendo compor música, usámos uma que já existia (isenta de direitos de autor). Depois, explicámos o modo como o genérico foi concebido. Seis meses depois, inspirado por blogues, o DN faz manchete revelando ao País o que nós nunca escondemos. Só houve um pormenor que o DN se esqueceu de revelar: que a música em causa está isenta de direitos de autor.
DN - Não deixa de ser curioso que seja no YouTube, onde o Gato tem os vídeos mais partilhados, que se tenha descoberto o original...
RAP - O facto de termos indicado o original a partir do qual fizemos o pastiche é capaz de ter facilitado a "descoberta". Curioso é que, no YouTube, se encontrem também várias versões do Three Blind Mice, como esta (http/youtube.com/watch?v= kPNC1WsVxdU) e o DN não tenha dado por isso. Talvez quando um blogue fizer esse trabalho.
DN - Acredita que o assunto pode ter algum impacto no sucesso do programa?
RAP - Claro. No sucesso do programa e também no futuro do País.
DN - O Gato Fedorento pagou os direitos ou obteve o consentimento do autor original da música para utilizá-la no genérico do programa?
RAP - Nem uma coisa nem outra, na medida em que o autor original da música é um inglês não identificado que terá vivido no século XVI. Não digo que seja impossível obter o seu consentimento, mas nós achamos complicado. Manias. No entanto, se o DN o encontrar, teremos todo o gosto em pagar-lhe.



Fotos: Karla
Um genocídio que dura há mais de 3 anos.
400 000 mortos.
2 000 000 de deslocados em campos de refugiados.
3 500 000 dependem de ajuda internacional para sobreviver.
Homens, mulheres e crianças.
Mas o mundo vive uma histeria colectiva, por 1 criança desaparecida.

Marrocos
Foto: Karla
Aquele ou aquela que aqui chegou ontem, à procura de “fotos de meninos menores nus” , veio ao engano.
Pode dar meia volta e sair, porque aqui não encontra o que procura.
E escusa de voltar. Não é bem-vindo.
Vítima de fogo, suspeita-se de origem criminosa, o clipper inglês Cutty Sark, ficou bastante danificado.
Com 136 anos, há 50 que se encontrava aberto ao público na Doca de Greenhithe, no Tamisa.
Este veleiro, que chegou a ostentar bandeira portuguesa com o nome de Ferreira e mais tarde Maria do Amparo, não pode acabar de uma forma tão trágica.
Se nos lembrarmos da nossa Fragata D. Fernando II e Glória que sofreu, também ela, um acidente idêntico, percebemos que nem tudo está perdido.

Foto Cutty Sark daqui

Fotos da Fragata D. Fernando II e Glória do Museu da Marinha
O excelente trabalho levado a cabo pelo estaleiro da "Ria-Marine", em Aveiro, que efectuou o restauro estrutural e pelo o Arsenal do Alfeite onde foi feito o aprestamento e o apetrechamento, fizeram com que em 1998 a Fragata viesse a aumentar o efectivo dos navios da Armada Portuguesa.
Foi um trabalho magnífico, reconhecido em todo o mundo.

D. Fernando II e Glória Foto: Karla

Cutty Sark Foto daqui

Foto: Emil Jianu
Com a desistência de Carmona, as guerras entre a esquerda, a entrada do Neg(r)ão na corrida e a palhaçada em que transformou a CML no último mandato, nós precisamos é de uma Tania.


Foto: Jep Flaqué
Quinta-feira da Ascenção é também, tradicionalmente, o Dia da Espiga. Um ritual cristão que celebra os primeiros frutos. O ramo, composto por uma espiga que celebra o pão, um ramo de oliveira, a paz e papoilas que representam o amor e alegria, deve ser mantido de ano para outro.
Em tempos, fazia-se uma romaria aos campos para apanhar o ramo de espiga. Hoje, em Lisboa, vendem-se à porta das estações do metro e dos comboios. É uma tradição que se vai mantendo viva nos lisboetas, na sua grande maioria, com origens em outras regiões rurais do país.

O "Dia da Libertação dos Impostos", que hoje se celebra, surge este ano para os portugueses um dia mais tarde do que aconteceu em 2006.
Por esta ordem de ideias, uma falta ao trabalho, representa fuga aos impostos?
E eu, que já fiz férias este ano, devo ao estado 5 dias de trabalho?
Ciclicamente, surgem na blogosfera correntes e desafios que, não servindo para mais nada, servem de argumento para mais um post, quando a criatividade está em baixo.
Sendo assim, não podia recusar o desafio de duas queridas amigas, a aNa e a Maria Árvore.
(*) Um “meme” é um ” gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.
Esta definição, só por si, é um "meme". Um conhecimento que adquiri e, do qual, nunca tinha ouvido falar antes.
Mas deixo-vos outra ideia muito mais interessante e que define muito bem a minha forma de estar na vida:
When life hands you lemons, ask for Tequilla and salt.

Se quiserem, continuem a corrente.
"Como é bom voltar a Marráquexe, a mais mágica das cidades do deserto! Devagar, deixamo-nos engolir pela cidade, caminhamos ao lado da multidão, em rua onde se conquista, metro a metro, o espaço disputado pelos peões, burros, carroças, motos, bicicletas, carros. Uma corrente eléctrica de fraca potência filtra a poeira suspensa no ar e caminhamos como se estivéssemos dentro de uma nuvem - de vozes, ruídos, cheiro a lenha queimada. Metade da cidade está atrás dos balcões do rés-do-chão e a outra metade circula ao longo delas. Não deve haver ninguém que fique dentro de casa assim que o Sol se põe: é como se a cidade inteira celebrasse a vida todos os fins de dia."

Foto: Karla
"Conheço alguns segredos escondidos no souk, portas altíssimas de pesada madeira de cedro virgem que abrem para palácios inimagináveis onde tudo está na mesma, como estaria há duzentos anos, pátios de casas no meio do caos das ruelas onde, em vez do ruído que se espera ouvir das ruas lá fora, só se escuta o som da água a correr num tanque onde flutuam pétalas de rosa."

Foto: Karla
"Marráquexe quer dizer «parte depressa» porque a cidade foi edificada num planalto de emboscadas. Mas aqui, os Almorávidas, berberes da Mauritânia, resolveram por fim à sua condição de nómadas e fundar a mais bela cidade do deserto."
Excertos da crónica Emboscada em Marráquexe, de Miguel Sousa Tavares.
Sul - viagens. Relógio d'Água Editores

Foto: Karla
O contacto com os nómadas do deserto marroquino, não deixa ninguém indiferente. Sobretudo as crianças.
A primeira vez que vi, de perto, como vivem estas populações, senti como que uma lição de vida.
Não são miseráveis, não sentimos compaixão ou pena. Apenas espanto e respeito. E questionamos-nos sobre a nossa forma de vida. A nossa obsessão pelo material e os valores que, consciente ou inconscientemente, passamos às nossas crianças.
Desde a minha primeira viagem a Marrocos, que estes pensamentos me perseguem.
Lembro-me sempre das crianças desgrenhadas, andrajosas e sem brinquedos. Não lhes devem sentir a falta. Ninguém sente falta do que desconhece.
Desta vez, fui carregada de roupas e brinquedos que sobejam às crianças que eu conheço. Brinquedos simples, coloridos. Quase novos, porque a quantidade e ritmo a que são renovados, não dão para grandes estragos.
Era com alegria que recebiam as roupas a cheirar a lavado e aquelas coisas coloridas, que não sabiam para que serviam. Foi com alegria, ou com a alma e a consciência mais leve, que eu perdi alguns minutos a ensinar-lhes a brincar.


Fotos: Igor Melkocich


Fotos: Igor Melkovich


Fotos: Igos Melkovich
Parabéns à montagem da Nádia Carmo

Que feliz coincidência, a infelicidade de Eusébio.
Ainda que seja o Pantera Negra, será que o problema de saúde que o afectou, justificava tamanho exagero?
Se fosse um cidadão comum, teria o domingo do Director Clínico do Hospital, sido interrompido para estar à cabeceira do doente?
Sei que o país inteiro estava interessado em notícias sobre o Estado de saúde de Eusébio mas, abrir os noticiários com directos?
Nunca uma instituição privada teve tanta publicidade, gratuita, com a conivência de tantos órgãos de comunicação social. O BES agradece.
PS- Endereço, daqui, com saudações Leoninas, as melhoras rápidas ao melhor jogador português de todos os tempos.
PS 1 - Vou de férias. Regresso a 5 de Maio. :-))
Sabe bem, Donna Maria
Os fabulosos Monty Python, no Origem das espécies
Ericeira

Foto: Karla

Não gosto, nem desgosto. Às vezes, muitas vezes, constrange-me.
Uma mulher influente na política, que se bateu entre muitas coisas, pelos interesses e direitos das mulheres. Foram importantes as suas intervenções sobre a Reprodução Medicamente Assistida e sobre Interrupção Voluntária da Gravidez. Humanizou o PCP, aos expor-nos as suas fraquezas e sua falta de pose, tão habitual nos políticos.
Termina hoje a sua vida de deputada na Assembleia da República. Pela renovação do Partido, dizem.

Foto daqui
Fiquei desiludida. Não me conseguiram esclarecer se o Zezito copiou ou não, no exame da 4ª classe e se a professora lhe bateu com a régua ou com a palmatória.
Podemos acabar com a palhaçada e voltar ao trabalho?
A economia e o crescimento do país, não podem estar reféns de faits-divers jornalisticos.

Vou trocar o Captopril 25mg da noite, por um quadradinho de Magnum Essence, enquanto tomo o café e fumo um cigarro. E mais? Não querem investigar mais vícios? Gosto destes cientistas.
Serra da Lousã

Foto: Karla
Chesky Krumlov

Foto: Karla
Idir - vava inouva

Foto: Virgil Mlesnita
Parabéns saúde e muitas felicidades STOP
Nunca deixes de sonhar STOP
Persegue o sonho até alcançares os teus desejos STOP
PS: أنا أحبّ أنت مع حياتي
pelas mensagens, telefonemas, posts e até pela presença, no dia do meu aniversário.
Para o ano que vem, alugamos um BUS e vamos em excursão.

Foto: Umair Ghani
La union - lobo hombre en paris na versão mais conhecida, ao vivo ou em video

Foto: Dima Oukhov

Foto: Ints Tomsosns
Lisboa acordou, esta manhã, com um gigantesco cartaz colocado na Rotunda do Marquês de Pombal, com o patrocínio do Partido Nacional Renovador.
O cartaz, como não podia deixar de ser, promove a xenofobia e o ódio aos emigrantes. Com as frases "Basta de Emigração", "Nacionalismo é a solução" e "Portugal é dos portugueses", ainda lhes (aos emigrantes) deseja votos de "Boa viagem".
José Pinto Coelho, líder do PNR, dá a cara. Uma cara lavada, com ar altivo, cabelo e fato e gravata.
Deixou o camuflado e as botas, deixou crescer o cabelo, mas a merda dentro da cabeça, é exactamente a mesma.
Aposto que estes meninos, se sentiram vangloriados e com as costas quentes, com a vitória do Salazar no concurso televisivo.

Foto: Monika Brand
O Portugal que votou em Salazar, não é o Portugal moderno.
É o Portugal que vive preso ao passado, na sinistra figura daquele que, julgam, ter sido o garante da ordem, sob o lema "pobrezinhos mas honrados".
Têm memória curta, os que votaram em Salazar como Grande Português.
Votaram no país medieval, cinzento e triste, como as imagens que nos chegam desses tempos.
Votaram no país analfabeto, onde o ensino não era acessível a todos (é de Salazar a máxima - Um povo instruído, é um povo difícil de controlar. Num país rural, com trabalho de sol a sol e jornas a troco de uma côdea de pão e um copo de vinho. Num país de trabalho infantil e sopas de cavalo cansado. Num país sem Serviço Nacional de Saúde, onde o acesso a médicos era um luxo apenas para alguns. Num país onde a mortalidade infantil era o índice principal do nosso atraso. Num país onde mais de 1 milhão emigrou, à procura de novas oportunidades.
Num país onde a ideia "amealhar e não gastar", tem supremacia sobre o desenvolvimento e crescimento.
Bastava isto, para perceber que quem foi responsável, durante 50 anos, pelo atraso deste país, é um português pequenino e mesquinho.
Nem precisávamos invocar mais nada mas, Salazar só foi grande nas atrocidades políticas. Com a PIDE, a tortura e a prisão. Com a guerra colonial, a censura e falta de liberdade de expressão.
Foram precisos 30 anos de democracia, para esta ser a única vitória verdadeiramente livre, que Salazar obteve.
Lançamento em Inglaterra, do primeiro álbum dos Beatles.
Please Please Me


Fotos: Stephen Krank

Foto: Dan Mangan
No Dia do Pai, falo de crianças.
Há duas ou três semanas, uma reportagem num jornal da noite, dava conta de uma oportunidade única que foi dada a algumas crianças de uma escola de Oeiras. Durante 10 minutos, tiveram possibilidade de, via satélite, conversarem com um dos astronautas em missão na Estação Espacial Internacional. Basicamente, colocaram-lhe questões que respondiam à curiosidade típica de quem imagina como será a vida no espaço. O que comiam? Se enjoavam? Como era a terra vista do espaço? Como se deslocavam com a ausência de gravidade?
No fundo, pensei eu, queriam confirmar tudo aquilo que viam em filmes e séries de TV.
Mas, acho que me enganei.
No final, algumas destas crianças foram entrevistadas. Que sim, gostaram da experiência mas, nem por isso, me pareceram muito entusiasmadas. Não tanto como eu teria ficado se, há muitos anos atrás, tivesse tido uma oportunidade destas. Mas eu, ainda sou do tempo em que o "Espaço 1999" era a série de ficção científica mais vista e o ano em causa vinha ainda tão longe, que parecia inatingível.
Voltando às crianças de hoje, no decorrer da tal entrevista, pergunta a jornalista a um rapazinho de 10 anos, se ele gostaria de vir a ser astronauta. Não, responde ele muito senhor do seu destino. Eu quando for grande, quero ser modelo ou actor.
Mudam-se os tempos, mudam-se os programas televisivos e mudam-se as fantasias infantis.
Este deve ser o bacano mais bem preparado para votar, com conhecimento de causa, nas novas Maravilhas do Mundo.
E vocês, já votaram?
Ai que Inveja !!!!
Enquanto houver burkas, mulheres a pedir, crianças com mães desprotegidas, faz todo o sentido haver, pelo menos um dia, em que elas são recordadas. Um dia, pelo menos, em que não viramos a cara para o lado, envergonhados.

Foto: Ali Khan
86 anos da fundação do Partido Comunista Português

Foto: Igor Amelkovich
80 anos de vida
40 anos da 1ª edição de Cem anos de solidão
25 anos do Nobel da Literatura
... ou talvez não.
Eu gosto, pronto!
Uma destas madrugadas, passou na SIC Notícias, um programa do Panorama BBC.
A chancela da estação britânica confere-lhe alguma, senão muita, credibilidade. A história era a seguinte:
A Glaxo Smith Kline *, monstro farmacêutico no tamanho, nos dólares que factura e na perversidade perante os consumidores, escondeu dados dos ensaios clínicos do Seroxat em jovens e adolescentes. O Seroxat é um psicofarmaco antidepressivo, dos mais vendidos no mercado. E é eficaz.
Os dados que foram escondidos da comunidade médica que os prescrevia, foram responsáveis por alguns suicídios em crianças e adolescentes.
O caso será certamente para os tribunais resolverem e, nos EUA, a história conta-nos que a mão da justiça não tem sido leve em casos semelhantes.
Da poderosa indústria farmacêutica, isto pouco me espanta. Apenas reforçou a ideia que eu já tinha, de que vale tudo. Desde experiências com fármacos em populações miseráveis africanas, mascaradas de altruismo - O Fiel Jardineiro, John Le Carré o livro, Fernando Meireles, o filme - até ao pânico que gostam de lançar, ciclicamente, nas populações - é a gripe influenza, a gripe das aves, os surtos de meningite, que fazem as populações esgotar os stocks de vacinas, tudo vale, quando o objectivo é facturar.
A industria é uma entidade sem rosto, mas os "cientistas" que colaboraram neste embuste, ou neste crime, têm rosto e têm nome. E foram, um dia, conceituados no seu ramo de trabalho. Tão conceituados, que foram escolhidos para mensageiros da boa nova, das imensas qualidades deste fármaco em crianças e jovens. Só se "esqueceram" de alertar para um pormenor que foi responsável por algumas mortes. E sabiam. Os estudos assim o demonstravam mas, isso punha em risco a possibilidade do medicamento ser lançado no mercado.
Quanto valerá (em dólares) a consciência destes "cientistas"? Provavelmente, muito. Muito mais que o valor da sua reputação profissional.
* A mesma Smith Kline que, com tanto dinheiro para gastar, há uns anos atrás me ofereceu uma viagem de luxo às Caraíbas que eu, muito agradeci. Se fosse hoje ...

Foto: Josef Cancik
e não se passa nada.
Para além dos fieis a caminho da missa e do comboio, para cá e para lá, vazio, não se passa nada.

Foto: Marina Cano
Nem passa o sol por entre as nuvens, nem os barcos no Tejo.
É Domingo e não se passa nada.
"Venham enlaçadas
De mãos dadas
Semear o amor."
Coro da Primavera, José Afonso 1971

Foto daqui
Directamente do Salão Nobre do Governo Regional da Madeira, às 19 horas, numa sessão que se espera à altura das Cortes, o Bobo, vai anunciar ao Reino a sua demissão.

Lilly,
tu pediste. Foi o melhor que eu consegui arranjar. :-))

(recebido por e-mail)
Um pouco de sol e calor, para iluminar o dia.

Foto: Karla

Foto: Minush Kraniqi

Foto: Katja Faith

Foto: Bente D. Nielsen
No dia de S. Valentim, esqueçam os jantares prêt-a-porter em restaurantes atulhados de casais e enfeitados de rosas, velas e corações vermelhos.
Inovem. Surpreendam o vosso parceiro ou parceira.
Preparem um jantar caseiro.
Mandem os miúdos para casa dos avós, apaguem a televisão e deliciem-se.
Galinha Valentino
Ingredientes:
1 peito inteiro de galinha nova
1 colher de sopa de farinha
1 colher de sopa de manteiga
1/2 chávena de natas
1/2 chávena de caldo quente
1/4 chávena de amendoim torrado
1 gema
1/2 colher de chá de molho Perrins
1 colher de sopa de pimentão cozido e pintado
4 colheres de sopa de Kalua (licor de chocolate)
1/2 colher de chá de molho picante
Preparação
Num tacho, misture a manteiga com a farinha. Quando alourar, acrescente as natas e o caldo, mexendo para não se formarem grumos. Deite no molho o peito da galinha cortado em quatro, temperado com sal e pimenta.
Cozinhe durante 1/2 hora num tacho tapado em lume brando, mexendo os pedaços de vez em quando.
Retire do lume. Dissolva as gemas num pouco de leite e junte-lhes o pimentão, o licor de chocolate, o molho picante e o molho Perrins. Deixe cozer durante mais 10 minutos em lime muito brando, mexendo.
E para sobremesa,
Charlote dos amantes
Saturada de afrodisíacos: chocolate, nozes, café, licor e ovos!
Ingredientes
4 palitos La Reine (ou bolos secos) esmigalhados
2 ovos
1 tablete de chocolate negro (75g)
2 colheres de sopa de nozes moídas
2 colheres de sopa de manteiga
1/2 chávena de café escuro concentrado
1 colher de sopa de conhaque
Preparação
Parta o chocolate e derreta-o em tacho de fundo duplo com 2 colheres de sopa de água. Acrescente o açúcar e a manteiga. Bata bem, juntando as gemas uma a uma. Deixe cozinhar durante 5 minutos e tire do lume. Bata as claras até ficarem firmes e incorpore-as no chocolate, juntamente com as nozes. Acrescente suavemente o café, o conhaque e os palitos de la Reine.
Coloque em duas taças largas e enfeite com chantilly.
(Receitas retiradas do livro Afrodite de Isabel Allende)
É tudo deles.
Imaginem-se na vossa terra, a caminho de casa, dos empregos ou a caminho de outro destino qualquer.
Imaginem esta arrogância.
Como reagiam?

Foto: Karla
Hoje, acordámos num país mais livre e democrático.
Hoje, demos um primeiro passo pelas crianças.
Hoje, podemos esperar que as crianças que nascem neste país, são verdadeiramente desejadas.





Foto: Maris Ojasuu
Este post da Lilly fez-me assumir a minha condição de troglodita.
Já aqui, uma vez, caiu o Carmo e a Trindade, quando eu afirmei que não gosto de Teatro. E não gosto mesmo.
Mas adoro bailado, dança. A harmonia da expressão corporal com a música, a técnica apurada dos bailarinos, a estética do conjunto. Tenho é alguma dificuldade em enquadrar as coreografias de Pina Bausch, na categoria de dança. Pelo menos nas minhas categorias. E, sobretudo, não lhes encontro estética nenhuma.
Com algum cinema, também é assim. A Branca de Neve de João César das Neves para mim, não é cinema. Ou, ainda que seja, não do cinema que eu gosto.
Uma tela qualquer, com um borrão no meio, também não me causa nenhum assombro. Antes pelo contrário.
Todas estas formas de arte experimentais, de autor, não passam de masturbações intelectuais. Do próprio, para o próprio.
Já me passou a fase, na adolescência, em que sentia necessidade consumir muita "intelectualice". Agora, já entrei na fase em que me sinto à vontade para não me sentir diminuída, em a rejeitar.
Mas reconheço. Sou uma troglodita.

Foto daqui
Obrigada por nos lembrares, Mad.
Aditamento:
"O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo.” Mahatma Gandhi
"Já os Romanos diziam que o Amor tudo vence. Mais recentemente ouviu-se que o Amor é mais forte que a morte...
Seja ele de que tipo/género/espécie for, estaremos sempre à beira do abismo no instante em que o esquecermos..." RIC

Foto-montagem da autoria do Imagens do Kaos (vale a pena ver o humor e a técnica, deste blog)
Passo 1:
Trocamos a Madeira pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Alberto João Jardim.
Passo 2:
Os galegos são uma boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada. A Espanha fica encurralada pelos Bascos e Alberto João Jardim.
Passo 3:
Desesperados, os espanhóis tentam devolver a Madeira (e Alberto João Jardim). A malta não aceita.
Passo 4:
Oferecem também o Pais Basco. A malta mantém-se firme e não aceita.
Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis oferecem-nos: a Madeira, Pais Basco e Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o Alberto João Jardim e os Etarras.
A malta arma-se em difícil mas aceita.
Passo 6:
Dá-se a independência ao País Basco, a contrapartida é eles ficarem com o Alberto João Jardim. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Alberto João a Madeira torna-se um paraíso. A Catalunha não causa problemas (no fundo no fundo são mansos).
Passo 7:
Afinal a ETA não aguenta com o Alberto João Jardim, que entretanto assume o poder.
O País Basco pede para se tornar território português.
A malta aceita (apesar de estar lá o Alberto João Jardim).
Passo 8:
No País Basco não há Carnaval. O Alberto João Jardim emigra para o Brasil...
Passo 9:
O Governo brasileiro pede para voltar a ser território português. A malta aceita e manda o Alberto João Jardim para a Madeira.
Passo 10:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar do Alberto João Jardim), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!
Alberto João Jardim enfraquecido pelos festejos do Carnaval na Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido de todos.
Passo 11:
Os espanhóis, desmoralizados, e económica e territorialmente enfraquecidos, não oferecem resistência quando mandamos os poucos que restam para as Canárias.
Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.
Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de uma costa à outra e de norte a sul.
Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que os leva à asfixia.
Passo 14:
Eles querem-nos aterrorizar com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Alberto João Jardim (que eles não sabem que já morreu).
Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos na primeira potência mundial.
É FÁCIL!
(Recebido por e-mail)

Foto: Victor Cid
... e não merece a Câmara que tem.

1 000 000, é um número inteiro. Os números inteiros são constituídos por números naturais (1, 2, 3 ... ) e os seus opostos (-1, -2, -3 ... ). Os resultados entre as operações de soma, subtracção e multiplicação entre dois Inteiros, são inteiros.
Resulta da multiplicação de 1 000 X 1 000.
1 000 000, é precedido de 999 999 e sucedido pelo 1 000 001.
Faz parte daquela categoria de números que já nos obriga a contar os zeros.
Talvez por isso, os romanos simplificaram a coisa e representaram-nos por ![]()
É um número mágico para os americanos, quando falam de dólares.
Também é um número mágico para nós.
Hoje, atingimos um milhão de visitas.
Muito obrigada a todos ou, como dizem os americanos Thanks a million

Foto: Jean-Sebastien Monzani
... vem, do outro lado do oceano, ao encontro da poesia, das gentes, da História e das histórias do quotidiano português.
Não fazemos a coisa por menos.
É um reforço de peso. E antes que se extinga, veio para ficar.
Qual Bill?

Como a Hillary anda ocupada com os destinos dos States (leia-se do mundo), e por trás de uma grande mulher há sempre um homem a complicar, o Bill não hesitou em aceitar o nosso convite.
Qual Bill?

Era a primeira escolha de José Mourinho.
Mas vai vestir a camisola do Ante e logo com o nº 13.
Foi difícil a negociação mas, podemos hoje anunciar, que o Bill, veio para ficar.
Qual Bill?

Esta, foi a Lilly Rose que me contou. E eu, acredito.
Deitada entre vales, rodeada de ovelhas, teve uma visão. Viu Hermínio que, irradiando uma luz verde lhe disse: Maaaaary (leia-se Mééééééri, que ele falava inglês). E vaticinou: vai nascer a nova Fabergé da joalharia. Maria, vai largar a bijouteria, as continhas de vidro, verdes, azuis e rosas. Vai em busca de novos materiais e novos modelos.

A Lilly olhou melhor. Foi então que viu Hermínio profusamente enfeitado de colares brilhantes, pendurezas coloridas, mais parecia uma Drag Queen. Até a cabra Marília, tinha o chocalho enfeitado de contas e missangas.
Depois destas profecias de Hermínio, levantou-se, ligou o rádio, e andou pela montanha a cantar Quim Barreiros. Mas fixou tudo o que ele lhe disse na lembradura. E contou-me. E eu, acredito.
E juro que acabo de escarrapachar tudo sem tirar nem pôr.
Me deixas louca
Elis Regina (17 de Março de 1945 - 19 de Janeiro de 1982)
25 anos após a sua morte, continua a ser uma das vozes mais importantes da MPB.
Termina hoje, depois de uma iniciativa inédita da Fundação Caloust Gulbenkian que abriu as portas da exposição ininterruptamente,todo o fim de semana. Entre a meia noite de Sábado e as 6 da manhã de Domingo, 2000 visitantes esperaram várias horas, para poder ver a exposição. Eu já vi.

Menina dos Cravos, 1913 óleo sobre madeira
Amadeu de Sousa Cardozo (1887 - 1918) com sua a morte prematura, não teve oportunidade de ver a sua obra reconhecida, no seu tempo.

A Canção Popular a Russa e o Fígaro, 1916 óleo sobre tela
Ao partir para Paris em 1906, tomou contacto com grandes nomes do impressionismo, expressionismo e do cubismo. Regressa a Portugal com o eclodir da I Guerra Mundial, onde se inicia na experimentação de novas formas de expressão.

Procissão de Corpus Christi, 1913 óleo sobre madeira
O precursor da arte moderna portuguesa, morreu em Espinho aos 31 anos, vítima da Pneumónica, Gripe espanhola.

Os números
0 detidos condenados
3 homens mortos em Junho, aparentemente de suicídio
12 e 13 anos as idades mais baixas, à data da detenção
17 foram detidos antes dos 18 anos
30 diferentes nacionalidades
40 o número de suicídios assinalados
380 foram libertados ao fim de anos, sem qualquer compensação
395 ainda estão detidos
775 o total de homens que passaram pela prisão ilegal e sem acusação formal
Fonte: Amnistia Internacional
5 anos de escândalo e atentado aos Direitos Humanos.
Aconteceu hoje, a última etapa em Marrocos. Uma etapa de dunas de areia.
Etapa do dia 
E muito provavelmente, a paisagem parecia-se com esta.

O que já é pouco provável, é que o acampamento da comitiva tenha esta calma.

Fotos: Private Collection
Cada vez mais próximo do deserto de areia, a comitiva teve hoje um percurso difícil em pistas de terra e muita pedra.
Etapa do dia
Não fora o cansaço, a preparação das máquinas para a etapa de amanhã e o merecido descanso, e os pilotos poderiam admirar, esta noite em Ouarzazate, o kasbah Taourirt.

A cerca de 30 kms de Ouarzazate, o célebre ksar (conjunto de kasbahs) de Aït Benhaddou, é um monumento classificado como Património Mundial da UNESCO.
Era dentro destas aldeias fortificadas, construídas com tijolos de argila, que os berberes se protegiam dos ataques das tribos nómadas e viviam o dia-a-dia, a par dos seus animais. Na verdade, ainda vivem, pois, apesar de a maior parte dos habitantes ter preferido mudar-se para a outra margem do rio, de encontro às comodidades que a luz eléctrica e a água corrente proporcionam, ainda aqui permanecem oito famílias.

Fotos: Private Collection
A comitiva entrou hoje em África. Marrocos.
Etapa do dia 
Ao longo deste percurso, os pilotos irão cruzar-se com pessoas.
Serão muitas as crianças que vão correr ao longo das pistas, atrás dos carros e das motos, fascinadas como qualquer outra criança de qualquer parte do mundo.
Crianças berberes, à entrada do deserto.

Foto: Karla
O último presente do dia, afinal foi entregue ontem. Chama-se Alice e foi uma cegonha que o trouxe.
Desejamos, aqui, as maiores felicidades à família de gotas, mais conhecida da blogoesfera. Parabéns Gotinha!
Gaspar trouxe o terceiro presente para a aNa. Para que não fiques pela metade, oferece-te uma volta inteira.

Foto: Karla
Baltazar entrega segundo presente do dia ao pinguim. Why not now?
Melchior faz a primeira entrega, ao Paulo do 2rosas.

Foto: Maurizio Moro
Campanha da National Association for Prevention of Child Abuse and Neglect (NAPCAN), Austrália