Good Bye #3

Foto: Irina No

Foto: Irina No
O que é que se diz nesta hora?
Só posso dizer que, muito mais do que possam imaginar, este desafio, de escrever num blog, acabou por se tornar num desafio a mim mesma. E, directa ou indirectamente, influenciou o rumo da minha vida.
Acaba o blog, num momento em que ficam, também para trás, tantas outras coisas da minha vida.
A verdade é que o fim de um projecto implica, quase sempre, o inicio de outros.
É isso. O caminho até aqui foi bom. A companhia, do melhor.
Agora, neste cruzamento, sei exactamente para onde quero ir. O caminho faz-se caminhando... em frente.

Foto: Jean-Sebastien Monzani
Num blog que viveu tanto de imagens e fotos, tantas ficam por mostrar, outras tantas ficam em rolos de memória que, em qualquer altura se podem revelar.
Aqui, cimentei o meu gosto por fotografia. Aqui, mostrei algumas das minhas experiências fotográficas.


Yoani Sánchez, residente em Havana, acaba de ganhar o prémio Ortega y Gasset na categoria de "Jornalismo Digital".
Uma muito boa notícia para a comunidade bloguista. Melhor notícia ainda para a Yoani, não fosse o Governo de Raúl Castro não autorizar a sua saída para receber o prémio.
Do mesmo, dá conta a própria Yoani, no seu blog, de uma forma suave e até com algum humor (não vá uma censura muito severa ... sei lá, fechar o blog de vez?)
A maioria dos estados africanos é gerido por criminosos...
O BES, apressou-se a demarcar-se das declarações de Bob Geldof.
... com a conivência de outros criminosos.

Espanha tem o governo mais feminino de sempre.

Itália tem Mara Carfagna como Ministra da Família


Portugal, tem isto!

Photo © Karla

Se a Madeira tem um Alberto João e a Itália um Berlusconi, porque não havia o Benfica de ter um Berardo?
Luis Eduardo Aute - La alba - Espanha, 1986
Em Setembro de 75, no fim da ditadura de Franco, executaram-se por fuzilamento os últimos condenados do regime.
Esta canção, composta por esses dias, é uma homenagem à luta pela justiça, contra todas as injustiças.
Deixo-a aqui, para não me esquecer que ainda hoje, 33 anos após, ainda lutamos pela liberdade do Tibete, pela libertação de Ingrid Bettencourt, pelos direitos humanos na China, pela democracia em Cuba, pelo fim da guerra no Iraque, contra a fome, a guerra e a ganância em África, pelos direitos das mulheres, contra o trabalho infantil, contra todos os atentados ambientais.

É um concurso lançado pela a Comissão Europeia, para comemorar o Ano Europeu do Diálogo Intercultural.
É aberto a todos os residentes na UE, decorre até 30 de Junho 2008 e tem Prémios atractivos (ou será atrativos?).
Agora, é só sair para rua e disparar!
A nossa vida é feita de ciclos. Pelo menos a minha, é.
E, hoje, determinei para mim o começo de um novo ciclo.
Ando a cozinhá-lo há algum tempo. Tem estado a marinar, a apurar, até que já faz todo o sentido.
Pouco me importa a segurança. A tranquilidade e a rotina não conjugam comigo. Aborreço-me facilmente.
Gosto de arriscar.
Assim sendo, e para o assinalar de um modo visível, vou ao cabeleireiro mudar o visual.

Foto: John Crosley
* e bebe até cair para o lado

Teatro do Castelo de Chesky Krumlov, República Checa.
Afinal, sou eu que ... me tenho de lembrar de assinalar a data?
Lilly, lamento informar mas, apesar disto, e isto, e mais isto, e ainda isto, mantém-se isto.
Ottmar Liebert - Heart Still Beating
Alemanha
Djelimady Tounkara – Fanta Bourama - Mali

Foto: Pedro Gonçalves in Olhares
Se o Mantorras, quando entra em campo marca golo, porque é que nunca joga de início?

Porque é que os actos de violência desportiva são sempre branqueados pelos responsáveis?

O Michael Laudrup, continua um homem muito interessante.

Parabéns TSF.

O dia começa pouco antes das 9:00h. Às 8:55h, com os Sinais do Fernando Alves. O tempo exacto que demoro a fazer o percurso de casa até ao trabalho. A manhã continua com o Forúm TSF liderado por Manuel Acácio. E ao almoço, dá para espreitarmos o gosto musical dos outros com A Play List de ... A tarde vai passando com notícias de hora a hora, sempre actualizadas e eis que chegamos ao melhor programa da estação. Pessoal... e Transmissível de Carlos Vaz Marques. Deve ser o único programa que me faz ficar sentada no carro a acabar de ouvir, antes de entrar em casa. Pelo serão, uma boa alternativa à televisão, uma viagem nostálgica às músicas do meu tempo, com a Margarida Pinto Correia e Luís Ferreira de Almeida na Idade da Inocência.
No dia 4 de Janeiro de 2008, no sul profundo de Marrocos, mesmo à beira do deserto, foi com a TSF on Line que fomos seguindo o desenrolar da decisão de cancelar o Rali pelo qual, já no terreno, esperávamos. Tínhamos televisão, com um satélite para mais de 1000 canais de todo o mundo. Mas foi a TSF, que nos foi dando as notícias, as reportagens e entrevistas aos pilotos.
Angelique Kidjo
Republica do Benim
Para quem quiser apreciar a Angelique Kidjo num registo mais "ocidental" e muito bem acompanhada, pode conferir aqui.
The piano
Filme de Jane Campion
Música de Michael Nyman
Faya Tess & Lokua Kanza - Bana (Children)
Republica Democrática do Congo
Eneida Marta - Mindjer Docê Mel
Guiné Bissau
"E Deus criou a mulher", tem novo alojamento no sapo (onde havia de ser?)
Parece que houve quem se queixasse do conteúdo menos próprio.
Virgens ofendidas, com falta de bom gosto.

Só porque ele é um porreiraço bem disposto e uma amizade antiga que muito prezo, cá vai a resposta a uma daquelas torturas que, de quando em vez, nos caiem em cima.
O sete é um número como os outros. Precede o 6 e antecede o 8.
Os pecados capitais, as maravilhas do mundo e os anões da Branca de Neve são 7, mas podiam ser mais ou menos.
Por isso Sadeek, para esta tarefa, 7 é um número enorme.
7 coisas que sei fazer bem:
tudo o que faço com gosto e motivação (podem ser mais do que 7)
7 coisas que não sei fazer:
falar dos meus defeitos e/ou qualidades
7 coisas que digo frequentemente:
“quem inventou estas correntes, devia ser enforcado”
7 Qualidades que aprecio no sexo oposto (ou no mesmo sexo, se for o caso):
todas as que tem o parceiro em questão (podem ser mais do que 7)
7 Filmes preferidos:
não vou ao cinema, vai para … 7 anos
7 Actores/actrizes preferidos/as:
por definição, o preferido é só um.
Homem – Al Pacino
Mulher – Meryl Streep
7 Vítimas
não acredito que haja 7 pessoas a ler este post
Terá, esta senhora, direito a voto nas primárias americanas?
Souad Massi - Ghir Enta -غير انت - سعاد ماسي
Argélia
Ó Rui Pedro, deixa lá isso ... Lembras-te da Elis Regina?
É uma versão curta e com um som miserável. Mas é o original e a mensagem está lá. :-)


"Quando jovem estudante universitário (porra que já lá vão 37 anos ! ) fui a primeira vez a Estocolmo e confirmei a impressão que tinha que todas as suecas eram louras, altas e boas como ó milho. Pudera era do que eu andava à procura. Nem reparei que as havia velhas, baixas e feias.
Durante uns anos também tive a impressão que as hospedeiras dos aviões eram como as suecas e que as aventuras nos aviões eram o pão nosso de cada dia. Isto a acreditar nas histórias de amigos e em leituras e anedotas avulsas. Mais tarde , já não era estudante, já casado e com filhas viajei, por razões profissionais , de avião com frequência. Foram 4 anos em que viajava de avião 3 a 4 vezes por semana. E não é que nunca tive uma aventura no avião ?!!! Fosse com hospedeiras ( que não eram tão boas como diziam ou eu já estava velho ?) ou com passageiras. O mais perto que andei por lá foi um dia em que a Grace Jones viajou comigo. Viajou comigo e ...com mais uma centena de passageiros. Ela bem olhou para mim ( ou foi impressão minha ? ) mas eu deixei escapar a oportunidade.
E agora que estamos perto do Carnaval também há quem tenha a impressão que as brasileiras são todas boas como aquelas que vão desfilar meias nuas nos carros alegóricos...esquecem-se é das honradas e gordas baianas e daquelas que honestamente trabalham nos shoppings e restaurantes portugueses.
Depois há aqueles almoços com amigos e familiares em que fico com a impressão que o PSD e o CDS não existem ou ainda quando me junto com benfiquistas para ver o Glorioso perder sem glória. Carago mas então não há sportinguistas e portistas?
Ou seja se eu acreditasse nas minhas impressões as suecas eram todas boas como ó milho e as brasileiras também , se bem que mais morenas. Sempre que entrasse num avião era aventura garantida. Não havia ninguém do PSD e do CDS, vá lá havia mas poucos. Benfiquistas seriamos uns 6 milhões e por aí fora. Seria quase o paraíso !
É por estas e por outras que me faz impressão alguns jornalistas e políticos tentarem fazerem-nos querer que Portugal é a Anadia ou que todos os bombeiros estão a dormir em Alijó."
Post integral do António P. no Fim de Semana Alucinante com foto e tudo.

Foto: Karla
Alheias às Naomis e Carlas Bruny da vida, há muitas mulheres lindas pelo mundo.

Foto: Karla
Enquanto uns fazem a guerra outros repousam com o filho nos braços.
Só uma amostra da emoção, de quem se aventura a seguir as etapas de Marrocos, do Lisboa Dakar.
De 7 a 10 de Janeiro.
Há campanhas, que nunca é demais lembrar.
Segui o rasto ao Sadeek, até aos Pensamentos analógicos e descobri isto.
Brutalmente bem feito.
O percurso
O calendário
5 Jan Lisboa Portimão 486 km
6 Jan Portimão Málaga 535 km
7 Jan Nador Er Rachidia 717 km
8 Jan Er Rachidia Ouarzazate 584 km
9 Jan Ouarzazate Guelmim 834 km
10 Jan Guelmim Smara 625 km
11 Jan Smara Atâr 829 km
12 Jan Atâr Nouakchott 531 km
13 Jan Dia de Repouso
14 Jan Nouakchott Nouhadibou 648 km
15 Jan Nouhadibou Atâr 685 km
16 Jan Atâr Tidjikja 692 km
17 Jan Tidjikja Kiffa 531 km
18 Jan Kiffa Kiffa 515 km
19 Jan Kiffa Saint-Louis 757 km
20 Jan Saint-Louis Dakar 304 km
Total 9 273 km

Foto: Karla na Zambujeira

Foto: Karla
Esteve bem o cenário azul que decorou a cerimónia.
Esteve bem a luz e o sol que brilharam sobre Belém.
Esteve bem a Carris e a bonita guarda-freio que conduziu os comensais ao Museu dos Coches.
Esteve bem Lisboa.
E Portugal esteve bem para a Europa, para o mundo.
Estética aparte, o referendo.
Não me perguntem, a mim, pelo Tratado. Faço, apenas, uma muito vaga ideia do que trata. E como eu, acredito, a maioria dos Portugueses.
Cumpro com o meu dever de cidadã e voto para a Assembleia da República. Elejo (ou não) aqueles em quem confio para tomarem estas decisões por mim.
Mas não me perguntem, sim ou não, se ratifico o Tratado.
Driving home for christmas - Chris Rea
Mais um fim de semana de sol, mais uma cimeira da Presidência Portuguesa.
Pouco, ou nada, sei do que trataram, que assuntos discutiram, que acordos assinaram.
Só sei que, enquanto a maioria destes dirigentes se mantiver no poder, África vai continuar a ser o continente mais pobre, os africanos vão continuar a viver explorados e oprimidos pelos seus próprios compatriotas, as doenças vão continuar a crescer, as crianças vão continuar sem acesso à escola, a água vai continuar a ser um bem escasso (e a água potável, um luxo), as mulheres vão continuar a morrer no parto, a esperança de vida não vai ultrapassar os 40 anos, a emigração ilegal vai continuar, os africanos continuarão a ser explorados na Europa, a fome não vai desaparecer, os desalojados aumentarão em mais alguns milhões, Darfur vai continuar esquecido ... etc, etc, etc.
Os Europeus vão continuar a investir em África para benefício próprio e para engordar ainda mais a opulência, a extravagância, o luxo, as excentricidades daqueles que deixam o próprio povo morrer à fome.
Alheios à Cimeira, os africanos vão continuar a lutar para conseguirem sobreviver. Sem saneamento básico, sem água potável

com uma alimentação pobre, com a ajuda de algumas ONG


e, ao contrário da maioria das primeiras damas, não vestem Valentino, nem Gucci

mas orgulham-se da sua tradição. São bonitas e vaidosas.

Fotos:Karla
(No Quénia, onde os resorts e o turismo de luxo não beneficiam, em quase nada, as populações locais)

Foto: Karla
Excerto do espectáculo "ballet for life" dedicado a Freddie Mercury
Ontem, no CCB, Luanda Cozetti e os outros membros da banda Couple Coffe & Band recriaram as canções do Zeca.
Um Zeca baladeiro em ritmo Bossa Nova, um samba revolucionário. Um Zeca de pronúncia aberta.
Mais que uma homenagem às canções do Zeca, foi um encontro de culturas e um encontro de lutadores.
Zeca Afonso era amigo de Alípio de Freitas, pai de Luanda, a quem dedicou uma canção de luta, contra a prisão e tortura a que Alípio foi sujeito pelo regime brasileiro.
O restolhar das folhas secas, denuncia a reposição da ordem meteorológica.

Foto: Gerolamo romano
![]() |
Aqui, o videoclip
![]() |
Para ver aqui
(Postar num PC sem som, tem os seus riscos. Não faço a mínima ideia que música seja esta)
Conclusão: No espaço de uma década, sem perder a pose e o olhar, amadureci. :-)
Hoje é o dia*

Foto: Karla
* nos pacotes de açúcar Nicola

para ouvir cantar uma das melhores vozes brasileiras.
De sem abrigo a estrela, assim haja vontade e talento!

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla
Não, não é engano.
É mesmo o início de um fim de semana enooooorme!
Aproveitem o sol, o tempo, os amigos.

Foto: Karla
Porque hoje é Noite das Bruxas :)

Foto: Emil Jianu

Foto: Karla

No dia em que
o Miguel Marujo nos fala de um Allgarve azarento para turistas ingleses
o João Espinho nos brinda com mais uma intimidade
o bagaço amarelo tem o fascínio número 63 e continua a não compreender as mulheres
descubro que o aspirina b mudou de plataforma
que o JPP voltou a acordar a blogosfera
o Tomás Vasquez não disse, ainda, nada (mas eu volto lá logo à noite)
o Pedro Mexia nos apresenta uma tia, que não a dele, especialista em "psicologia da infidelidade"
e, por fim, outra vez o Miguel que, em nome de Deus, homenageia o Roma, em dia de jogo com o Sporting.
o Ante et Post faz dois anos.

Enquanto
No Campeonato Distrital de II Divisão, à 5ª jornada série B, o Moçarriense empatava com o Pontével a 1 bola.
Se Recordava Hermínia Silva na Voz do Operário
Elsa Raposo informava "Já não há casamento com Gonçalo Dinis"
Se realizava o VII DIA DO XADREZ DO CONCELHO DE ALCOBAÇA
Se iniciava o EUROSURF 2005 na Praia Nova, Costa de Caparica
O concurso Eurovisão da Canção fazia 50 anos
Com impressionante lucidez e uma frescura física invejável, Emílio Barreiro, utente do lar da Santa Casa da Misericórdia de Paredes de Coura, soprava as velas do seu centenário,
Aparecia o Ante et Post

Foto: Karla

Ernesto Che Guevara, 14 Junho 1928 - 9 Outubro 1967
"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um Revolucionário."
Lou Reed and Friends - Perfect day
(* e porque ontem foi um dia perfeito. Só com amigos, se passam dias perfeitos)

Foto: Karla

Foto: Karla
por se ter recusado a continuar a entrevista que estava a dar à SIC Notícias, onde se pretendia discutir a crise instalada no PSD, depois de ter sido interrompido por um directo do aeroporto de Lisboa onde chegava José Mourinho.
"O que é que justifica isto?" perguntou ele.
Justifica, respondo eu. Ficamos a saber que Mourinho vem de férias com a família, chegou de jacto particular, trazia na mão uma "valise" Louis Vuitton e não pretende trabalhar em Portugal.
Mais um exemplo do vergonhoso jornalismo que se vem fazendo em Portugal.
update:

Foto: Karla

Foto: Karla
O caso Maddie
Nunca exprimi aqui, uma única opinião sobre o caso da Madeleine McCann. Não, que não a tivesse mas, depois de tudo o que fui lendo na blogosfera, só me resta uma pergunta: "Como podem tantos, ter tantas certezas?". Tantos "peritos" com tantas teorias por esse país fora, davam um jeitão à equipa de investigadores.
A facilidade com que se aponta o dedo é a mesma com que antes se soltaram lágrimas de solidariedade. A sede de sangue e justiça raia a crueldade. Desapareceu uma criança e tudo indica que está morta. Deixem as opiniões para depois das conclusões da investigação.
A única opinião que posso formular, sem erro de me enganar, é que tem sido miserável a cobertura jornalística deste caso.
O caso Scolari
Odeio toda a manhosice que rodeia o futebol. A falta de honestidade fora e dentro de campo. Odeio jogadas sujas e o baixo nível de tantos dos nossos jogadores. Fiquei chocada com a reacção de Scolari contra o jogador sérvio. Daí, à sua demissão, vai um passo grande. Todo o trabalho que Scolari fez na Selecção Nacional, tão aplaudido e elogiado, não pode ficar refém de um gesto impensado, ainda que inadmissível. O mesmo povo que aprendeu a cantar o hino nos campos de futebol e a admirar uma bandeira que ele incentivou a desfraldar, é o mesmo que, agora, exige a sua cabeça.
Em ambos os casos, a mesma característica tão portuguesa de tudo criticar. Do deita abaixo primário, sobretudo daqueles que alcançam notoriedade, da sede de vingança e justiça popular.
Rugby, a selecção nacional
É um feito desportivo notável a presença no Mundial ao lado das melhores selecções. Dizem os entendido que têm sido brilhantes os encontros já efectuados. O facto de ser uma equipa amadora que joga por amor à camisola nacional, é bonito de se ver. Já o fervor com que cantaram o Hino Nacional, pareceu-me despropositado, exagerado, teatral, até. Não é mais patriota aquele que berra o hino, do que o outro que o canta com um sentimento mais comedido. Nem sequer assusta os adversários.
Toma lá a lambisgoia, tanto do teu agrado mas, é uma vez sem exemplo.
Só porque fazes aninhos!
Há artistas com talento especial para revelar o que há de mais profundo nos retratados. Mostram-lhes a atitude, evidenciam-lhes o carácter, expõem-lhes a alma.
Retrato de George W. Bush, criado a partir de recortes de revistas pornográficas, pelo artista britânico Jonathan Yeo.
Detalhe do queixo, do sobrolho e da orelha.

99 anos de sabedoria.
99 anos de entrega e amor aos outros.
Parabéns avó.

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla



«Não sei o que os tribunais terão a opor a gente que anda nos transportes públicos, trabalha e cumpre as suas obrigações como cidadão, há-de acabar por se tornar torcedor do Sporting ou do FC Porto, come bitoque ou pastel de nata, fala português, tem os seus filhos numa escola portuguesa e não tenciona ir embora. A legalização de estrangeiros imigrantes é uma coisa; inteiramente diferente é a atribuição da nacionalidade. Mas esses factores efectivos são os que conheço como decisivos. Hão-de cantar o hino, hão-de saber quem eram os reis da primeira dinastia, hão-de cozinhar bacalhau e, quem sabe, emigrar para França. Alguns hão-de ter nomes comuns, como Nelson Évora (nasceu na Costa do Marfim, tem pais cabo-verdianos, vive em Portugal desde os seis anos e adquire a nacionalidade portuguesa aos dezoito), outros chamar-se-ão Bosingwa (nasceu em Kinshasa) ou Obikwelo (nasceu na Nigéria). É isto a alma portuguesa, senhores.»
E eu acrescento, assim os fizemos, assim os acolhemos. A estes e aos outros, os menos famosos e até aqueles que pouco ou nada têm para nos sentirmos orgulhosos.
Qual a melhor idade para casar?
Não existe melhor idade. Tem de se mesmo estúpido, para querer casar.
Fernando, 9 anos (de certeza, já teve alguma má experiência)

O que têm os teus pais em comum?
Não querem ter mais filhos.
Ana, 8 anos (ahahah. Deves ser fresca, deves)

O que fazem as pessoas, num encontro?
Contam-se mentiras interessantes, para assim conseguir um segundo encontro.
Martin, 10 anos (esta geração já vem com um upgrade actualizado)
Quando se pode dar o primeiro beijo?
Quando o homem é rico.
Pamela, 7 anos (loira?)

É melhor estar casado ou solteiro?
Para as meninas, é melhor ficar solteiras. Mas os meninos, necessitam de alguém que limpe...
Anita, 9 anos (é bom que te vás habituando)
(adaptado de um e-mail recebido)

Foto: Billy Eickholt
Para quando a classificação de Produto DOC?

Foto: Karla
Com dedicatória
(e recado... 1981, ouviste?) ;)

O André Parente, carregou a mochila nas costas e partiu para um itinerário de 8 meses. No Tempo de viajar, vai-nos dando conta da viagem.
Uma enorme jornada, uma enorme coragem, uma enorme aventura. Entre ondas e pranchas de surf, algum desespero, também.
Mas, sobretudo, uma enorme vontade de viver para, quando morrer, não descobrir que não vivi. (Henry David Thoreau).
Chegado ao Perú, o testemunho da devastação do sismo.
Porque viajar, não é passar férias em resorts de mais-ou-menos luxo.
Viajar é isto. É ver, participar, crescer, aprender e emocionarmo-nos.
PS: Mesmo com a inveja danada que tenho do André, eu vou colaborar.

Foto: daqui
... prefiro destes.

Foto: Karla

Foto: Matusciac Alex

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Karla
Rita Lee - Amor e sexo

Foto: Karla

Foto: Sing Seet
Cesky Krumlov, República Checa
Para quem não passa de Praga, aconselha-se uma visita a esta vila medieval, cheia de vida jovem, de bom gosto e com um nível sócio-cultural fantástico. Nenhum pormenor é descurado. Desde a ausência de carros no interior da vila, às decorações das lojas e das casas. As paredes dos edifícios são pintadas de forma a imitarem os baixos relevos que se encontram nos monumentos de Praga.
A pouco mais de 100 Km de Praga e já perto da fronteira com a Áustria, um sítio a não perder.

Foto: Jean-Sebastien Monzani
Aconteceu este fim de semana, na mesma esplanada, na mesma manhã. Parece que há um japonês que está na moda. Haruki Murakami. Em busca do carneiro selvagem, Kafka à beira-mar e Crónica do pássaro de corda. Num país onde se lê tão pouco, desconfio sempre quando começo a ver um livro ou um autor nas mãos de todo mundo.
Talvez por isso, nunca tive curiosidade em ler o Código Da Vinci.


Fotos: Karla
ante ...

... et post

Fotos do Glória Fácil
É inacreditável a falta de gosto. Se o outro era um mamarracho, este é um atentado ao bom gosto, ao bom senso, um atentado à paisagem, da autoria do Arq. Gonçalo Byrne.
Gostava de conhecer os critérios que levaram à sua escolha. Gostava de conhecer os outros projectos concorrentes. Gostava de saber se a volumetria exagerada, está de acordo com o PDM.
Se fosse munícipe de Cascais, por certo, apresentaria uma reclamação ao Provedor do Município. Mas como utilizadora da marginal, a estrada mais bonita da zona de Lisboa, vou assinar esta petição.
E ainda mais esta, contra outro atentado. O atentado à inteligência, que é o filme de promoção do Estoril Residence. O público alvo a que se dirige o filme, potenciais compradores de tão específico estilo, julgava eu, já só existerem nas rábulas do Herman - Teixeira da Cunha - José.

Ingmar Bergman 1918 - 2007

Do filme "Lágrimas e suspiros" 1973. Fotograma de Sven Nykvist


Zambujeira do mar
Fotos: Karla
Quem conhece o sistema prisional português, ou qualquer sistema prisional em qualquer outro país, facilmente entende que manter centenas de reclusos, em celas, sem nada para fazer, com todo o tempo do mundo para pensar e inventar pode ser complicado e perigoso.
Nas Filipinas encontraram uma forma de os manter ocupados e ordenados. E, parece, o comportamento melhorou substancialmente.
Também há coreografias para os Queen e outras músicas locais.

Fim do dia no Lago Vitória, Quénia
Foto: Karla
Finalmente, alguém conseguiu o que muitos sonhavam.
Espero que não tenha sido meiguinho. Sem beijinhos nem carícias, a sangue frio, era o que merecia.

Foto daqui
A má notícia, é que só daqui a 3 anos é enrabado outra vez.
“O presidente está bem de saúde, não existe qualquer razão para alarme”, anunciou o porta-voz da Casa Branca. Bush, a quem já haviam sido removidos pólipos intestinais em 2002, deverá fazer novo exame daqui a três anos" segundo o Correio da Manhã.
A propósito deste engraçadíssimo post do Bilhas, lembrei-me das minhas primeiras festas de garagem. Também esperávamos ansiosos (com o coração aos saltos), eles e elas, pelas músicas que nos permitiam algum contacto físico. Tínhamos 11 ou 12 anos e, manifestações de afecto entre rapazes e raparigas, só às escondidas e cheios de vergonha. Tudo a seu tempo. E houve tempo para tudo.
Eu, que levo uns anitos de avanço, dançava outras músicas.
Paul Simon & Art Garfunkel - Bridge Over Troubled Water
Quando ouvi e conheci esta versão, já esta música era um clássico, já dançávamos ao som de outros ritmos e um pouquinho menos envergonhados.
... a continuar a chover ...

Foto recebida por e-mail
Sem imagens, apenas para ouvir o génio dos Genesis, no álbum de 1976, A trick of the tail, para mim, o melhor de todos.
E vamos para fim de semana.
Make some noise é uma importante campanha promovida pela Amnistia Internacional com a edição de um duplo CD com músicas de John Lennon (cujos direitos foram cedidos à AI, por Yoko Ono) e a participação de mais de 60 artistas.
Esta é uma acção que pretende apoiar a população do Sudão vítima duma enorme crise humanitária e de outras violações, paralelamente a uma petição que podes assinar aqui.


o bollycao * mais doce que eu conheço.
Gabriela Mendes - Tradição
* bollycao - branco por fora, preto por dentro
Pedro Barroso - Menina dos olhos de água
Também tenho saudades do Zeca, do Zé Mário Branco, do Sérgio, do Manuel Freire, do Adriano Correia de Oliveira, do Fernando Tordo e do Ary dos Santos e do esquecidíssimo Fausto.

Zambujeira do Mar, Praia dos Alteirinhos
Foto: Karla



Fotos: Karla

Foto: Gundega Dege
... depois dos dois últimos posts e demarco-me do estilo!


Fotos: Karla
Billy Idol - Hot In the City
![]()
Grosser Mercedes, oferta de Hitler a Salazar, no Museu do Caramulo.
Fotos: Karla
Foi a 4 de Julho de 1937, precisamente há 70 anos, que ocorreu o único atentado contra Oliveira Salazar. O atentado à bomba, danificaria o carro em que seguia e abriu um enorme buraco na Av. Barbosa du Bocage em Lisboa mas, o ditador sairia ileso.
Depois do atentado, trocou o Buick em que se deslocava por um Chrysler Imperial blindado. Mais tarde, Adolf Hitler, oferece a Salazar um Grosser Mercedes que, reza a história, nunca foi usado. Na sua mentalidade provinciana, do orgulhosamente sós, desdenhava não só o presente do ditador alemão, como ainda, achava ser um desperdício a utilização daquele carro, quando ainda havia outro, que chegava bem para os gastos. Na mesma onda da cestinha de legumes, que chegava semanalmente de Santa Comba, para a despensa da residência oficial.
Não tenho nada a opor a um estilo de vida espartano e nada perdulário, tão contrário à ostentação que os políticos modernos nos habituaram, não fosse esse mesmo espírito ter sido aplicado à gestão económica do país. Em 74 éramos um país pobre, sem infra-estruturas, mas com os cofres cheios de ouro.
Voltando aos carros do Presidente do Conselho, o tal Chrysler Imperial, acabaria por ser usado, em 1961, na famosa fuga de Caxias, de 8 militantes do PCP. Faz também parte da colecção do Museu do Caramulo, ainda com as marcas das balas, resultantes dessa fuga.
o Sahara.

Foto: Karla
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento
Sophia de Mello Breyner Andresen
(Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004)
Dedico este post ao meu companheiro de viagens e de aventuras, com quem conheci a imensidão do deserto, a dimensão das planícies, o calor do sol, as cores e sabores africanos. E, o mais importante de tudo, as pessoas.

Foto: Karla

Lago Naivasha

Masai Mara

Com bilhetes oferecidos por um bom amigo, finalmente hoje, vou ver os Rollings Stones (antes que seja tarde demais). Estádio de Alvalade, aqui vou eu. Espero uma noite divertida, em boa companhia.
Podia só fazer isto na vida. Viajar.
Mas sabe sempre bem voltar a casa. Voltei.
Com tantas coisas novas em mim. Cresci.
Agora, é tempo de arrumação.
Arrumar a bagagem ainda espalhada pelo chão.
Arrumar a secretária onde se amontoaram papeis e mais papeis.
Arrumar as fotos e os vídeos.
Arrumar a caixa de correio electrónico.
E arrumar a cabeça. Cheia de novas paisagens e de novas pessoas. Cheia da confirmação de preocupações com o ambiente, com o continente África, com as enormes diferenças entre países ricos e países pobres.
Li aqui, que os G8 estão preocupados com África. Estiveram sempre mas, longe da vista, longe do coração.
Depois de tudo arrumado no sítio, vou contando aqui como foi.

... até lá, divirtam-se. Com as eleições na CML, o aeroporto da Ota, a colocação de professores, a subida das taxas de juro, o desaparecimento da menina inglesa, as contratações de reforços para as equipas de futebol, o Sócrates, o Cavaco e o Mário Lino.



Fotos: Karla
Sorrisos de crianças que não exigem nada.

Crianças sujas e descalças, que não conhecem nem marcas nem modas.

Que crescem em liberdade, sem saber que hoje, é dia Mundial da Criança.

Nos últimos tempos, os nossos jornalistas são pródigos em produzir notícias, a partir de qualquer facto de possa gerar polémica. Seja relevante ou não. Normalmente não é, porque para tratar assuntos realmente relevantes, é preciso saber fazer jornalismo.
E depois, andam ali a escarafunchar na ferida, até já não haver mais sangue a derramar.
Desta vez, o genérico dos Gato Fedorento, plagiado de um video-clip de Claude François. Quem navega na blogoesfera, não foi apanhado de surpresa pela notícia do Diário de Notícias. Já conhecia, já tinha visto e não passou de mais uma piada. Mas o DN insiste.
E como tudo o que é demais, ou cheira mal ou enjoa, até já estou a imaginar a cara do Ricardo Araújo Pereira, a responder a esta entrevista:
DN - Dizem que é uma espécie de plágio. Como reage?
RAP - Com o dicionário. Plágio é a apropriação do trabalho alheio sem indicação da origem. Quando apresentámos o genérico à imprensa, indicámos a origem da ideia e a razão pela qual mantivemos o Un, deux, trois, quatre. Não há referências a Claude François porque a canção que ele canta é, basicamente, a conhecidíssima música tradicional inglesa Three Blind Mice. Sendo uma música popular, o autor é desconhecido. Como foi o maestro Ramón Galarza a fazer os arranjos, é ele que assina. Já agora, poupo trabalho futuro ao DN: também não compusemos a música do genérico do nosso programa da Radical. E os Painéis de São Vicente, que usámos na série da RTP, não foram pintados por nós. E também não pedimos autorização ao autor para os usar. Uma coisa garanto: no dia em que queiramos fazer-nos passar por compositores, com todo o respeito pelo François, optaremos por Bach.
DN - Acha que estão a exagerar o assunto por inveja?
RAP - Não. É um assunto importante. Estamos a falar de um genérico cuja música é a adaptação duma canção popular. Dá primeira página em qualquer parte do mundo. Parabéns ao DN por se ter adiantado ao Le Monde.
DN - Se tivesse só cem mil espectadores, davam conta do episódio?
RAP - Não percebo a pergunta. No DN de dia 23 assina uma notícia em que afirma: "Os humoristas assumem, desde o início, que a ideia não é deles." Agora, diz-me que alguém "deu conta do episódio". Se assumimos desde o início, de que "episódio" é "deram conta"? Só se for este: nós, não sabendo compor música, usámos uma que já existia (isenta de direitos de autor). Depois, explicámos o modo como o genérico foi concebido. Seis meses depois, inspirado por blogues, o DN faz manchete revelando ao País o que nós nunca escondemos. Só houve um pormenor que o DN se esqueceu de revelar: que a música em causa está isenta de direitos de autor.
DN - Não deixa de ser curioso que seja no YouTube, onde o Gato tem os vídeos mais partilhados, que se tenha descoberto o original...
RAP - O facto de termos indicado o original a partir do qual fizemos o pastiche é capaz de ter facilitado a "descoberta". Curioso é que, no YouTube, se encontrem também várias versões do Three Blind Mice, como esta (http/youtube.com/watch?v= kPNC1WsVxdU) e o DN não tenha dado por isso. Talvez quando um blogue fizer esse trabalho.
DN - Acredita que o assunto pode ter algum impacto no sucesso do programa?
RAP - Claro. No sucesso do programa e também no futuro do País.
DN - O Gato Fedorento pagou os direitos ou obteve o consentimento do autor original da música para utilizá-la no genérico do programa?
RAP - Nem uma coisa nem outra, na medida em que o autor original da música é um inglês não identificado que terá vivido no século XVI. Não digo que seja impossível obter o seu consentimento, mas nós achamos complicado. Manias. No entanto, se o DN o encontrar, teremos todo o gosto em pagar-lhe.



Fotos: Karla
Um genocídio que dura há mais de 3 anos.
400 000 mortos.
2 000 000 de deslocados em campos de refugiados.
3 500 000 dependem de ajuda internacional para sobreviver.
Homens, mulheres e crianças.
Mas o mundo vive uma histeria colectiva, por 1 criança desaparecida.

Marrocos
Foto: Karla
Aquele ou aquela que aqui chegou ontem, à procura de “fotos de meninos menores nus” , veio ao engano.
Pode dar meia volta e sair, porque aqui não encontra o que procura.
E escusa de voltar. Não é bem-vindo.
Vítima de fogo, suspeita-se de origem criminosa, o clipper inglês Cutty Sark, ficou bastante danificado.
Com 136 anos, há 50 que se encontrava aberto ao público na Doca de Greenhithe, no Tamisa.
Este veleiro, que chegou a ostentar bandeira portuguesa com o nome de Ferreira e mais tarde Maria do Amparo, não pode acabar de uma forma tão trágica.
Se nos lembrarmos da nossa Fragata D. Fernando II e Glória que sofreu, também ela, um acidente idêntico, percebemos que nem tudo está perdido.

Foto Cutty Sark daqui

Fotos da Fragata D. Fernando II e Glória do Museu da Marinha
O excelente trabalho levado a cabo pelo estaleiro da "Ria-Marine", em Aveiro, que efectuou o restauro estrutural e pelo o Arsenal do Alfeite onde foi feito o aprestamento e o apetrechamento, fizeram com que em 1998 a Fragata viesse a aumentar o efectivo dos navios da Armada Portuguesa.
Foi um trabalho magnífico, reconhecido em todo o mundo.

D. Fernando II e Glória Foto: Karla

Cutty Sark Foto daqui

Foto: Emil Jianu
Com a desistência de Carmona, as guerras entre a esquerda, a entrada do Neg(r)ão na corrida e a palhaçada em que transformou a CML no último mandato, nós precisamos é de uma Tania.


Foto: Jep Flaqué
Quinta-feira da Ascenção é também, tradicionalmente, o Dia da Espiga. Um ritual cristão que celebra os primeiros frutos. O ramo, composto por uma espiga que celebra o pão, um ramo de oliveira, a paz e papoilas que representam o amor e alegria, deve ser mantido de ano para outro.
Em tempos, fazia-se uma romaria aos campos para apanhar o ramo de espiga. Hoje, em Lisboa, vendem-se à porta das estações do metro e dos comboios. É uma tradição que se vai mantendo viva nos lisboetas, na sua grande maioria, com origens em outras regiões rurais do país.

O "Dia da Libertação dos Impostos", que hoje se celebra, surge este ano para os portugueses um dia mais tarde do que aconteceu em 2006.
Por esta ordem de ideias, uma falta ao trabalho, representa fuga aos impostos?
E eu, que já fiz férias este ano, devo ao estado 5 dias de trabalho?
Ciclicamente, surgem na blogosfera correntes e desafios que, não servindo para mais nada, servem de argumento para mais um post, quando a criatividade está em baixo.
Sendo assim, não podia recusar o desafio de duas queridas amigas, a aNa e a Maria Árvore.
(*) Um “meme” é um ” gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.
Esta definição, só por si, é um "meme". Um conhecimento que adquiri e, do qual, nunca tinha ouvido falar antes.
Mas deixo-vos outra ideia muito mais interessante e que define muito bem a minha forma de estar na vida:
When life hands you lemons, ask for Tequilla and salt.

Se quiserem, continuem a corrente.
"Como é bom voltar a Marráquexe, a mais mágica das cidades do deserto! Devagar, deixamo-nos engolir pela cidade, caminhamos ao lado da multidão, em rua onde se conquista, metro a metro, o espaço disputado pelos peões, burros, carroças, motos, bicicletas, carros. Uma corrente eléctrica de fraca potência filtra a poeira suspensa no ar e caminhamos como se estivéssemos dentro de uma nuvem - de vozes, ruídos, cheiro a lenha queimada. Metade da cidade está atrás dos balcões do rés-do-chão e a outra metade circula ao longo delas. Não deve haver ninguém que fique dentro de casa assim que o Sol se põe: é como se a cidade inteira celebrasse a vida todos os fins de dia."

Foto: Karla
"Conheço alguns segredos escondidos no souk, portas altíssimas de pesada madeira de cedro virgem que abrem para palácios inimagináveis onde tudo está na mesma, como estaria há duzentos anos, pátios de casas no meio do caos das ruelas onde, em vez do ruído que se espera ouvir das ruas lá fora, só se escuta o som da água a correr num tanque onde flutuam pétalas de rosa."

Foto: Karla
"Marráquexe quer dizer «parte depressa» porque a cidade foi edificada num planalto de emboscadas. Mas aqui, os Almorávidas, berberes da Mauritânia, resolveram por fim à sua condição de nómadas e fundar a mais bela cidade do deserto."
Excertos da crónica Emboscada em Marráquexe, de Miguel Sousa Tavares.
Sul - viagens. Relógio d'Água Editores

Foto: Karla
O contacto com os nómadas do deserto marroquino, não deixa ninguém indiferente. Sobretudo as crianças.
A primeira vez que vi, de perto, como vivem estas populações, senti como que uma lição de vida.
Não são miseráveis, não sentimos compaixão ou pena. Apenas espanto e respeito. E questionamos-nos sobre a nossa forma de vida. A nossa obsessão pelo material e os valores que, consciente ou inconscientemente, passamos às nossas crianças.
Desde a minha primeira viagem a Marrocos, que estes pensamentos me perseguem.
Lembro-me sempre das crianças desgrenhadas, andrajosas e sem brinquedos. Não lhes devem sentir a falta. Ninguém sente falta do que desconhece.
Desta vez, fui carregada de roupas e brinquedos que sobejam às crianças que eu conheço. Brinquedos simples, coloridos. Quase novos, porque a quantidade e ritmo a que são renovados, não dão para grandes estragos.
Era com alegria que recebiam as roupas a cheirar a lavado e aquelas coisas coloridas, que não sabiam para que serviam. Foi com alegria, ou com a alma e a consciência mais leve, que eu perdi alguns minutos a ensinar-lhes a brincar.


Fotos: Igor Melkocich


Fotos: Igor Melkovich


Fotos: Igos Melkovich
Parabéns à montagem da Nádia Carmo

Que feliz coincidência, a infelicidade de Eusébio.
Ainda que seja o Pantera Negra, será que o problema de saúde que o afectou, justificava tamanho exagero?
Se fosse um cidadão comum, teria o domingo do Director Clínico do Hospital, sido interrompido para estar à cabeceira do doente?
Sei que o país inteiro estava interessado em notícias sobre o Estado de saúde de Eusébio mas, abrir os noticiários com directos?
Nunca uma instituição privada teve tanta publicidade, gratuita, com a conivência de tantos órgãos de comunicação social. O BES agradece.
PS- Endereço, daqui, com saudações Leoninas, as melhoras rápidas ao melhor jogador português de todos os tempos.
PS 1 - Vou de férias. Regresso a 5 de Maio. :-))
Sabe bem, Donna Maria
Os fabulosos Monty Python, no Origem das espécies
Ericeira

Foto: Karla

Não gosto, nem desgosto. Às vezes, muitas vezes, constrange-me.
Uma mulher influente na política, que se bateu entre muitas coisas, pelos interesses e direitos das mulheres. Foram importantes as suas intervenções sobre a Reprodução Medicamente Assistida e sobre Interrupção Voluntária da Gravidez. Humanizou o PCP, aos expor-nos as suas fraquezas e sua falta de pose, tão habitual nos políticos.
Termina hoje a sua vida de deputada na Assembleia da República. Pela renovação do Partido, dizem.

Foto daqui
Fiquei desiludida. Não me conseguiram esclarecer se o Zezito copiou ou não, no exame da 4ª classe e se a professora lhe bateu com a régua ou com a palmatória.
Podemos acabar com a palhaçada e voltar ao trabalho?
A economia e o crescimento do país, não podem estar reféns de faits-divers jornalisticos.

Vou trocar o Captopril 25mg da noite, por um quadradinho de Magnum Essence, enquanto tomo o café e fumo um cigarro. E mais? Não querem investigar mais vícios? Gosto destes cientistas.
Serra da Lousã

Foto: Karla
Chesky Krumlov

Foto: Karla
Idir - vava inouva

Foto: Virgil Mlesnita
Parabéns saúde e muitas felicidades STOP
Nunca deixes de sonhar STOP
Persegue o sonho até alcançares os teus desejos STOP
PS: أنا أحبّ أنت مع حياتي
pelas mensagens, telefonemas, posts e até pela presença, no dia do meu aniversário.
Para o ano que vem, alugamos um BUS e vamos em excursão.

Foto: Umair Ghani
La union - lobo hombre en paris na versão mais conhecida, ao vivo ou em video

Foto: Dima Oukhov

Foto: Ints Tomsosns
Lisboa acordou, esta manhã, com um gigantesco cartaz colocado na Rotunda do Marquês de Pombal, com o patrocínio do Partido Nacional Renovador.
O cartaz, como não podia deixar de ser, promove a xenofobia e o ódio aos emigrantes. Com as frases "Basta de Emigração", "Nacionalismo é a solução" e "Portugal é dos portugueses", ainda lhes (aos emigrantes) deseja votos de "Boa viagem".
José Pinto Coelho, líder do PNR, dá a cara. Uma cara lavada, com ar altivo, cabelo e fato e gravata.
Deixou o camuflado e as botas, deixou crescer o cabelo, mas a merda dentro da cabeça, é exactamente a mesma.
Aposto que estes meninos, se sentiram vangloriados e com as costas quentes, com a vitória do Salazar no concurso televisivo.

Foto: Monika Brand
O Portugal que votou em Salazar, não é o Portugal moderno.
É o Portugal que vive preso ao passado, na sinistra figura daquele que, julgam, ter sido o garante da ordem, sob o lema "pobrezinhos mas honrados".
Têm memória curta, os que votaram em Salazar como Grande Português.
Votaram no país medieval, cinzento e triste, como as imagens que nos chegam desses tempos.
Votaram no país analfabeto, onde o ensino não era acessível a todos (é de Salazar a máxima - Um povo instruído, é um povo difícil de controlar. Num país rural, com trabalho de sol a sol e jornas a troco de uma côdea de pão e um copo de vinho. Num país de trabalho infantil e sopas de cavalo cansado. Num país sem Serviço Nacional de Saúde, onde o acesso a médicos era um luxo apenas para alguns. Num país onde a mortalidade infantil era o índice principal do nosso atraso. Num país onde mais de 1 milhão emigrou, à procura de novas oportunidades.
Num país onde a ideia "amealhar e não gastar", tem supremacia sobre o desenvolvimento e crescimento.
Bastava isto, para perceber que quem foi responsável, durante 50 anos, pelo atraso deste país, é um português pequenino e mesquinho.
Nem precisávamos invocar mais nada mas, Salazar só foi grande nas atrocidades políticas. Com a PIDE, a tortura e a prisão. Com a guerra colonial, a censura e falta de liberdade de expressão.
Foram precisos 30 anos de democracia, para esta ser a única vitória verdadeiramente livre, que Salazar obteve.
Lançamento em Inglaterra, do primeiro álbum dos Beatles.
Please Please Me


Fotos: Stephen Krank

Foto: Dan Mangan
No Dia do Pai, falo de crianças.
Há duas ou três semanas, uma reportagem num jornal da noite, dava conta de uma oportunidade única que foi dada a algumas crianças de uma escola de Oeiras. Durante 10 minutos, tiveram possibilidade de, via satélite, conversarem com um dos astronautas em missão na Estação Espacial Internacional. Basicamente, colocaram-lhe questões que respondiam à curiosidade típica de quem imagina como será a vida no espaço. O que comiam? Se enjoavam? Como era a terra vista do espaço? Como se deslocavam com a ausência de gravidade?
No fundo, pensei eu, queriam confirmar tudo aquilo que viam em filmes e séries de TV.
Mas, acho que me enganei.
No final, algumas destas crianças foram entrevistadas. Que sim, gostaram da experiência mas, nem por isso, me pareceram muito entusiasmadas. Não tanto como eu teria ficado se, há muitos anos atrás, tivesse tido uma oportunidade destas. Mas eu, ainda sou do tempo em que o "Espaço 1999" era a série de ficção científica mais vista e o ano em causa vinha ainda tão longe, que parecia inatingível.
Voltando às crianças de hoje, no decorrer da tal entrevista, pergunta a jornalista a um rapazinho de 10 anos, se ele gostaria de vir a ser astronauta. Não, responde ele muito senhor do seu destino. Eu quando for grande, quero ser modelo ou actor.
Mudam-se os tempos, mudam-se os programas televisivos e mudam-se as fantasias infantis.
Este deve ser o bacano mais bem preparado para votar, com conhecimento de causa, nas novas Maravilhas do Mundo.
E vocês, já votaram?
Ai que Inveja !!!!
Enquanto houver burkas, mulheres a pedir, crianças com mães desprotegidas, faz todo o sentido haver, pelo menos um dia, em que elas são recordadas. Um dia, pelo menos, em que não viramos a cara para o lado, envergonhados.

Foto: Ali Khan
86 anos da fundação do Partido Comunista Português

Foto: Igor Amelkovich
80 anos de vida
40 anos da 1ª edição de Cem anos de solidão
25 anos do Nobel da Literatura
... ou talvez não.
Eu gosto, pronto!
Uma destas madrugadas, passou na SIC Notícias, um programa do Panorama BBC.
A chancela da estação britânica confere-lhe alguma, senão muita, credibilidade. A história era a seguinte:
A Glaxo Smith Kline *, monstro farmacêutico no tamanho, nos dólares que factura e na perversidade perante os consumidores, escondeu dados dos ensaios clínicos do Seroxat em jovens e adolescentes. O Seroxat é um psicofarmaco antidepressivo, dos mais vendidos no mercado. E é eficaz.
Os dados que foram escondidos da comunidade médica que os prescrevia, foram responsáveis por alguns suicídios em crianças e adolescentes.
O caso será certamente para os tribunais resolverem e, nos EUA, a história conta-nos que a mão da justiça não tem sido leve em casos semelhantes.
Da poderosa indústria farmacêutica, isto pouco me espanta. Apenas reforçou a ideia que eu já tinha, de que vale tudo. Desde experiências com fármacos em populações miseráveis africanas, mascaradas de altruismo - O Fiel Jardineiro, John Le Carré o livro, Fernando Meireles, o filme - até ao pânico que gostam de lançar, ciclicamente, nas populações - é a gripe influenza, a gripe das aves, os surtos de meningite, que fazem as populações esgotar os stocks de vacinas, tudo vale, quando o objectivo é facturar.
A industria é uma entidade sem rosto, mas os "cientistas" que colaboraram neste embuste, ou neste crime, têm rosto e têm nome. E foram, um dia, conceituados no seu ramo de trabalho. Tão conceituados, que foram escolhidos para mensageiros da boa nova, das imensas qualidades deste fármaco em crianças e jovens. Só se "esqueceram" de alertar para um pormenor que foi responsável por algumas mortes. E sabiam. Os estudos assim o demonstravam mas, isso punha em risco a possibilidade do medicamento ser lançado no mercado.
Quanto valerá (em dólares) a consciência destes "cientistas"? Provavelmente, muito. Muito mais que o valor da sua reputação profissional.
* A mesma Smith Kline que, com tanto dinheiro para gastar, há uns anos atrás me ofereceu uma viagem de luxo às Caraíbas que eu, muito agradeci. Se fosse hoje ...

Foto: Josef Cancik
e não se passa nada.
Para além dos fieis a caminho da missa e do comboio, para cá e para lá, vazio, não se passa nada.

Foto: Marina Cano
Nem passa o sol por entre as nuvens, nem os barcos no Tejo.
É Domingo e não se passa nada.
"Venham enlaçadas
De mãos dadas
Semear o amor."
Coro da Primavera, José Afonso 1971

Foto daqui
Directamente do Salão Nobre do Governo Regional da Madeira, às 19 horas, numa sessão que se espera à altura das Cortes, o Bobo, vai anunciar ao Reino a sua demissão.

Lilly,
tu pediste. Foi o melhor que eu consegui arranjar. :-))

(recebido por e-mail)
Um pouco de sol e calor, para iluminar o dia.

Foto: Karla

Foto: Minush Kraniqi

Foto: Katja Faith

Foto: Bente D. Nielsen
No dia de S. Valentim, esqueçam os jantares prêt-a-porter em restaurantes atulhados de casais e enfeitados de rosas, velas e corações vermelhos.
Inovem. Surpreendam o vosso parceiro ou parceira.
Preparem um jantar caseiro.
Mandem os miúdos para casa dos avós, apaguem a televisão e deliciem-se.
Galinha Valentino
Ingredientes:
1 peito inteiro de galinha nova
1 colher de sopa de farinha
1 colher de sopa de manteiga
1/2 chávena de natas
1/2 chávena de caldo quente
1/4 chávena de amendoim torrado
1 gema
1/2 colher de chá de molho Perrins
1 colher de sopa de pimentão cozido e pintado
4 colheres de sopa de Kalua (licor de chocolate)
1/2 colher de chá de molho picante
Preparação
Num tacho, misture a manteiga com a farinha. Quando alourar, acrescente as natas e o caldo, mexendo para não se formarem grumos. Deite no molho o peito da galinha cortado em quatro, temperado com sal e pimenta.
Cozinhe durante 1/2 hora num tacho tapado em lume brando, mexendo os pedaços de vez em quando.
Retire do lume. Dissolva as gemas num pouco de leite e junte-lhes o pimentão, o licor de chocolate, o molho picante e o molho Perrins. Deixe cozer durante mais 10 minutos em lime muito brando, mexendo.
E para sobremesa,
Charlote dos amantes
Saturada de afrodisíacos: chocolate, nozes, café, licor e ovos!
Ingredientes
4 palitos La Reine (ou bolos secos) esmigalhados
2 ovos
1 tablete de chocolate negro (75g)
2 colheres de sopa de nozes moídas
2 colheres de sopa de manteiga
1/2 chávena de café escuro concentrado
1 colher de sopa de conhaque
Preparação
Parta o chocolate e derreta-o em tacho de fundo duplo com 2 colheres de sopa de água. Acrescente o açúcar e a manteiga. Bata bem, juntando as gemas uma a uma. Deixe cozinhar durante 5 minutos e tire do lume. Bata as claras até ficarem firmes e incorpore-as no chocolate, juntamente com as nozes. Acrescente suavemente o café, o conhaque e os palitos de la Reine.
Coloque em duas taças largas e enfeite com chantilly.
(Receitas retiradas do livro Afrodite de Isabel Allende)
É tudo deles.
Imaginem-se na vossa terra, a caminho de casa, dos empregos ou a caminho de outro destino qualquer.
Imaginem esta arrogância.
Como reagiam?

Foto: Karla
Hoje, acordámos num país mais livre e democrático.
Hoje, demos um primeiro passo pelas crianças.
Hoje, podemos esperar que as crianças que nascem neste país, são verdadeiramente desejadas.





Foto: Maris Ojasuu
Este post da Lilly fez-me assumir a minha condição de troglodita.
Já aqui, uma vez, caiu o Carmo e a Trindade, quando eu afirmei que não gosto de Teatro. E não gosto mesmo.
Mas adoro bailado, dança. A harmonia da expressão corporal com a música, a técnica apurada dos bailarinos, a estética do conjunto. Tenho é alguma dificuldade em enquadrar as coreografias de Pina Bausch, na categoria de dança. Pelo menos nas minhas categorias. E, sobretudo, não lhes encontro estética nenhuma.
Com algum cinema, também é assim. A Branca de Neve de João César das Neves para mim, não é cinema. Ou, ainda que seja, não do cinema que eu gosto.
Uma tela qualquer, com um borrão no meio, também não me causa nenhum assombro. Antes pelo contrário.
Todas estas formas de arte experimentais, de autor, não passam de masturbações intelectuais. Do próprio, para o próprio.
Já me passou a fase, na adolescência, em que sentia necessidade consumir muita "intelectualice". Agora, já entrei na fase em que me sinto à vontade para não me sentir diminuída, em a rejeitar.
Mas reconheço. Sou uma troglodita.

Foto daqui
Obrigada por nos lembrares, Mad.
Aditamento:
"O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo.” Mahatma Gandhi
"Já os Romanos diziam que o Amor tudo vence. Mais recentemente ouviu-se que o Amor é mais forte que a morte...
Seja ele de que tipo/género/espécie for, estaremos sempre à beira do abismo no instante em que o esquecermos..." RIC

Foto-montagem da autoria do Imagens do Kaos (vale a pena ver o humor e a técnica, deste blog)
Passo 1:
Trocamos a Madeira pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Alberto João Jardim.
Passo 2:
Os galegos são uma boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada. A Espanha fica encurralada pelos Bascos e Alberto João Jardim.
Passo 3:
Desesperados, os espanhóis tentam devolver a Madeira (e Alberto João Jardim). A malta não aceita.
Passo 4:
Oferecem também o Pais Basco. A malta mantém-se firme e não aceita.
Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis oferecem-nos: a Madeira, Pais Basco e Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o Alberto João Jardim e os Etarras.
A malta arma-se em difícil mas aceita.
Passo 6:
Dá-se a independência ao País Basco, a contrapartida é eles ficarem com o Alberto João Jardim. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Alberto João a Madeira torna-se um paraíso. A Catalunha não causa problemas (no fundo no fundo são mansos).
Passo 7:
Afinal a ETA não aguenta com o Alberto João Jardim, que entretanto assume o poder.
O País Basco pede para se tornar território português.
A malta aceita (apesar de estar lá o Alberto João Jardim).
Passo 8:
No País Basco não há Carnaval. O Alberto João Jardim emigra para o Brasil...
Passo 9:
O Governo brasileiro pede para voltar a ser território português. A malta aceita e manda o Alberto João Jardim para a Madeira.
Passo 10:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar do Alberto João Jardim), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!
Alberto João Jardim enfraquecido pelos festejos do Carnaval na Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido de todos.
Passo 11:
Os espanhóis, desmoralizados, e económica e territorialmente enfraquecidos, não oferecem resistência quando mandamos os poucos que restam para as Canárias.
Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.
Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de uma costa à outra e de norte a sul.
Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que os leva à asfixia.
Passo 14:
Eles querem-nos aterrorizar com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Alberto João Jardim (que eles não sabem que já morreu).
Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos na primeira potência mundial.
É FÁCIL!
(Recebido por e-mail)

Foto: Victor Cid
... e não merece a Câmara que tem.

1 000 000, é um número inteiro. Os números inteiros são constituídos por números naturais (1, 2, 3 ... ) e os seus opostos (-1, -2, -3 ... ). Os resultados entre as operações de soma, subtracção e multiplicação entre dois Inteiros, são inteiros.
Resulta da multiplicação de 1 000 X 1 000.
1 000 000, é precedido de 999 999 e sucedido pelo 1 000 001.
Faz parte daquela categoria de números que já nos obriga a contar os zeros.
Talvez por isso, os romanos simplificaram a coisa e representaram-nos por ![]()
É um número mágico para os americanos, quando falam de dólares.
Também é um número mágico para nós.
Hoje, atingimos um milhão de visitas.
Muito obrigada a todos ou, como dizem os americanos Thanks a million

Foto: Jean-Sebastien Monzani
... vem, do outro lado do oceano, ao encontro da poesia, das gentes, da História e das histórias do quotidiano português.
Não fazemos a coisa por menos.
É um reforço de peso. E antes que se extinga, veio para ficar.
Qual Bill?

Como a Hillary anda ocupada com os destinos dos States (leia-se do mundo), e por trás de uma grande mulher há sempre um homem a complicar, o Bill não hesitou em aceitar o nosso convite.
Qual Bill?

Era a primeira escolha de José Mourinho.
Mas vai vestir a camisola do Ante e logo com o nº 13.
Foi difícil a negociação mas, podemos hoje anunciar, que o Bill, veio para ficar.
Qual Bill?

Esta, foi a Lilly Rose que me contou. E eu, acredito.
Deitada entre vales, rodeada de ovelhas, teve uma visão. Viu Hermínio que, irradiando uma luz verde lhe disse: Maaaaary (leia-se Mééééééri, que ele falava inglês). E vaticinou: vai nascer a nova Fabergé da joalharia. Maria, vai largar a bijouteria, as continhas de vidro, verdes, azuis e rosas. Vai em busca de novos materiais e novos modelos.

A Lilly olhou melhor. Foi então que viu Hermínio profusamente enfeitado de colares brilhantes, pendurezas coloridas, mais parecia uma Drag Queen. Até a cabra Marília, tinha o chocalho enfeitado de contas e missangas.
Depois destas profecias de Hermínio, levantou-se, ligou o rádio, e andou pela montanha a cantar Quim Barreiros. Mas fixou tudo o que ele lhe disse na lembradura. E contou-me. E eu, acredito.
E juro que acabo de escarrapachar tudo sem tirar nem pôr.
Me deixas louca
Elis Regina (17 de Março de 1945 - 19 de Janeiro de 1982)
25 anos após a sua morte, continua a ser uma das vozes mais importantes da MPB.
Termina hoje, depois de uma iniciativa inédita da Fundação Caloust Gulbenkian que abriu as portas da exposição ininterruptamente,todo o fim de semana. Entre a meia noite de Sábado e as 6 da manhã de Domingo, 2000 visitantes esperaram várias horas, para poder ver a exposição. Eu já vi.

Menina dos Cravos, 1913 óleo sobre madeira
Amadeu de Sousa Cardozo (1887 - 1918) com sua a morte prematura, não teve oportunidade de ver a sua obra reconhecida, no seu tempo.

A Canção Popular a Russa e o Fígaro, 1916 óleo sobre tela
Ao partir para Paris em 1906, tomou contacto com grandes nomes do impressionismo, expressionismo e do cubismo. Regressa a Portugal com o eclodir da I Guerra Mundial, onde se inicia na experimentação de novas formas de expressão.

Procissão de Corpus Christi, 1913 óleo sobre madeira
O precursor da arte moderna portuguesa, morreu em Espinho aos 31 anos, vítima da Pneumónica, Gripe espanhola.

Os números
0 detidos condenados
3 homens mortos em Junho, aparentemente de suicídio
12 e 13 anos as idades mais baixas, à data da detenção
17 foram detidos antes dos 18 anos
30 diferentes nacionalidades
40 o número de suicídios assinalados
380 foram libertados ao fim de anos, sem qualquer compensação
395 ainda estão detidos
775 o total de homens que passaram pela prisão ilegal e sem acusação formal
Fonte: Amnistia Internacional
5 anos de escândalo e atentado aos Direitos Humanos.
Aconteceu hoje, a última etapa em Marrocos. Uma etapa de dunas de areia.
Etapa do dia 
E muito provavelmente, a paisagem parecia-se com esta.

O que já é pouco provável, é que o acampamento da comitiva tenha esta calma.

Fotos: Private Collection
Cada vez mais próximo do deserto de areia, a comitiva teve hoje um percurso difícil em pistas de terra e muita pedra.
Etapa do dia
Não fora o cansaço, a preparação das máquinas para a etapa de amanhã e o merecido descanso, e os pilotos poderiam admirar, esta noite em Ouarzazate, o kasbah Taourirt.

A cerca de 30 kms de Ouarzazate, o célebre ksar (conjunto de kasbahs) de Aït Benhaddou, é um monumento classificado como Património Mundial da UNESCO.
Era dentro destas aldeias fortificadas, construídas com tijolos de argila, que os berberes se protegiam dos ataques das tribos nómadas e viviam o dia-a-dia, a par dos seus animais. Na verdade, ainda vivem, pois, apesar de a maior parte dos habitantes ter preferido mudar-se para a outra margem do rio, de encontro às comodidades que a luz eléctrica e a água corrente proporcionam, ainda aqui permanecem oito famílias.

Fotos: Private Collection
A comitiva entrou hoje em África. Marrocos.
Etapa do dia 
Ao longo deste percurso, os pilotos irão cruzar-se com pessoas.
Serão muitas as crianças que vão correr ao longo das pistas, atrás dos carros e das motos, fascinadas como qualquer outra criança de qualquer parte do mundo.
Crianças berberes, à entrada do deserto.

Foto: Karla
O último presente do dia, afinal foi entregue ontem. Chama-se Alice e foi uma cegonha que o trouxe.
Desejamos, aqui, as maiores felicidades à família de gotas, mais conhecida da blogoesfera. Parabéns Gotinha!
Gaspar trouxe o terceiro presente para a aNa. Para que não fiques pela metade, oferece-te uma volta inteira.

Foto: Karla
Baltazar entrega segundo presente do dia ao pinguim. Why not now?
Melchior faz a primeira entrega, ao Paulo do 2rosas.

Foto: Maurizio Moro
Campanha da National Association for Prevention of Child Abuse and Neglect (NAPCAN), Austrália
Ainda a propósito deste post do Pré e das declarações a um jornal televisivo, de um representante do sindicato dos futebolistas: «No futebol, importa dizer que quem ganha dinheiro são sobretudo aqueles que se relacionam com esta actividade e não os protagonistas. É a política e os políticos e são os dirigentes, que nunca têm salários em atraso.»
«Outras instituições, como autarquias, empresas de construção civil, agentes de futebol e bancos também ganham com o futebol e quem paga a factura são os jogadores de futebol».
«Aquele que é o gerador da riqueza é sempre aquele que é confrontado com os problemas da própria actividade: não recebe, recebe tarde, está desempregado, tem problemas de saúde».
Substituam os sujeito futebolista por trabalhadores em geral e, digam-me lá, se o Pré não tem razão?

Foto: Hakan Ugurlu
Não começa bem, o mandato de Ban Ki-moon à frente daquela que é, por excelência, a defensora dos direitos humanos, da manutenção da paz e da segurança internacionais. A Organização das Nações Unidas.
Foi revelado um relatório da Unicef, que refere que vários membros das força de paz e funcionários civis da ONU estão a abusar sexualmente de crianças, no Sudão.
É certo que dos 11000 membros da ONU no Sudão, uma imensa maioria estará a cumprir a sua missão. Uma missão de paz e ajuda a um povo que viveu os últimos 20 anos em guerra civil.
É certo que uma organização não pode ser avaliada pela conduta e acções de alguns dos seus membros.
Mas é, também certo, que Ban Ki-moon tem aqui a sua primeira prova de fogo e a oportunidade de limpar a imagem (e a sujidade) da organização a que preside e que, ainda há bem pouco tempo nos chocou com os escândalos do Programa Petróleo por comida.
por 3 anos a blogar cheia de imaginação, inspiração e talento.

Foto: Roberto Roseano
Acordar com o telefone (uma constante o ano inteiro)
Uma generosa fatia do melhor Bolo-rei de Lisboa ( Pastelaria do Restelo aka Careca)
Uma chávena de café ( Nespresso, claro) e um cigarro.
Ao som (bem alto) de
Meat Loaf - Paradise by the dashboard light (1977)

Foto: Karla
frontalmente contra.

Foto: Gabriele Fratta
O Presidente norte-americano, George W. Bush, afirmou que a execução de Saddam Hussein é "um marco importante no rumo seguido pelo Iraque no seu caminho em direcção à democracia". - Público, hoje
Presidente dos EUA ou o Xerife do Texas?
427 milhões, foi o número de SMS enviadas neste natal, através das 3 operadoras no mercado.

Foto: Vito A.
Se juntarmos a isto, os exagerados gastos ao longo deste mês, há qualquer coisa que não bate certo neste país.
Não me admira nada, que não sejamos exemplo para ninguém.

Foto: Raul Drechsel
Li esta carta no Escrita em Dia do Carlos Narciso. Quem a escreveu, foi o José Vieira que, como o Carlos diz, está no Sudão a fazer pela vida dos outros.
Meu querido Menino Jesus,
Quando era puto, ensinaram-me que és tu que trazes os presentes na noite de Natal. Depois apareceu esse velhote de barbas brancas vestido à Benfica – que mau gosto! – a distribuir as prendas. Não tenho nada contra ele, mas o pai-natal é cada um de nós, porque «é Natal quando cada um quiser».
O Natal é o teu dia de anos! Às vezes esquecemo-nos disso… Tem piada: fazes anos e dás os presentes. És bué fixe. Por isso é que resolvi escrever-te alguns pedidos.
Antes de mais, quero que abençoes a pessoa que está a ler esta carta. Sabes? Gosto muito dela. Enche-a da tua paz e deixa-lhe um 2007 cheio de bondade!
Depois, peço a tua bênção para as crianças do Mundo. O Evangelho conta que nasceste fora da cidade, entre os excluídos, e que foste refugiado no Egipto para escapar à violência invejosa de Herodes. Há milhões de menores traficados, escravizados, forçados a pegar em armas ou a entrar na prostituição. Nunca vão ser meninos! Cuida deles de uma forma especial. Sobretudo das crianças do Darfur, da Palestina, do Iraque que (sobre)vivem e crescem no meio da violência e da morte.
Recorda-te também das pessoas do Sul do Sudão. Andam ocupadas a reconstruir as vidas depois de 20 anos de guerra. Muitas sentem-se frustradas. Que ultrapassem o ódio e os desejos de vingança! E que os dirigentes usem os recursos humanos, económicos, naturais, sociais e culturais para o bem comum. Sabes? Aqui dizem que a sigla GoSS – Governo do Sul do Sudão em inglês – também quer dizer Government of Serf Service, Governo de Auto Abastecimento!
Abençoa a equipa que está a iniciar a Rede Católica de Rádio do Sudão. Ser boa notícia neste contexto é um desafio enorme. Dá-nos audácia e coragem. E um forte sentido de equipa.
Com a tua ajuda, que os vizinhos descubram que os amas através das missionárias e dos missionários que vivem no espaço chamado Comboni House.
Para mim, já me deste tanto que até tenho vergonha de te pedir mais. Deste-me esta vida linda, a minha família, os amigos, a família comboniana… Faz que me sinta feliz no calor e no pó desta cidade em ebulição. É pedir muito?
Ah! Não te preocupes. A minha casa não tem chaminé e eu não uso sapatos. Só sandálias! Por isso, deixa os presentes no corredor à porta do meu quarto!
Um xi-coração do teu mano Zé

Foto: Shoghi Castel
Que a estrelinha vos brilhe, todo o Santo Natal ;-)
A contagem decrescente não pára.
Falta apenas uma hora para o Orgasmo Global Sincronizado pela Paz.
Vamos lá, então. O Natal não é só prendas e jantaradas. É também a festa do amor.
Podem escolher um qualquer local, um qualquer parceiro, mas devem fazê-lo às 15 horas.
Tanta energia à solta, ainda vai alterar a órbita da terra!
PS:
E agora? Fecham-se as portas dos gabinetes de trabalho, ou dou folga ao pessoal da parte da tarde?
Não havia maneira mais discreta de arranjarem tolerância de ponto na tarde de sexta e começar mais cedo a semana das festas?

Foto: Nicola Borissov
O mundo está mais pequeno.
Descobrem-se novos amigos fora do nosso bairro, do nosso local de trabalho, da nossa cidade. Descobre-se até, que falam uma língua diferente, que dormem a horas desencontradas das nossas.
Afinidades que crescem e cristalizam com uma palavra, um texto, uma foto.
Por trás desta caixa, nascem amizades, por vezes sem rosto, quase sempre sem voz, entre pessoas fantásticas que todos os dias aqui deixam um pouquinho enorme de si.
Cumpriu-se um ano, festejou-se a amizade.
PS: E, a aqueles que, com infinita paciência, abdicam de algumas horas (por vezes muitas) da nossa presença, por esta coisa estranha que é a blogoesfera, um enorme obrigada.
Esta entrada no Porto, merece uma banda sonora à altura.
Por decisão do Procurador Geral da República, Pinto Monteiro, Maria José Morgado vai assumir a coordenação de todos os processos relacionados com o Apito Dourado.
Será que é desta, que duas mulheres, põem termo à bandidagem existente no mundo do futebol?


Poderei pedir ao Pai Natal um Weblog a funcionar em condições, ou terei de escrever a cartinha ao Pinto Balsemão?

Foto: Ksenija Spanec
Qual a relação temporal, lúdica e/ou espiritual, entre o Circo e o Natal?
Porque não a Páscoa ou Carnaval?
Campanha de abraços gratuitos, iniciada em Sydney por Juan Mann, a iniciativa chegou este fim de semana a Portugal. Na praça do comércio distribuíam-se abraços a estranhos que, inicialmente à cautela e desconfiados, lá iam abrindo os braços ao encontro uns dos outros.
Ok. Não vem dali qualquer mal ao mundo. Antes pelo contrário. Resta-me apenas pensar que a campanha na rua com estranhos, será ser alargada à vida familiar.

Festeja-se nas ruas de Santiago do Chile o desaparecimento do ditador.
Uma festa de sabor amargo, por nunca ter sido feita justiça aos milhares de mortos, desaparecidos e torturados opositores ao regime militar, que depôs a democracia, sufragada, de Salvador Allende.
Curiosa e oportuna coincidência, ter morrido no dia em que se celebram os 58 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Aldeia em Marrocos

New York



Fotos: Karla
Finalmente apareceu um homem capaz de destronar o George Clooney, nas buscas através do Google.
É sol de pouca dura, eu sei. Ainda assim, aqui fica mais uma achega.

Foto: Thomas Schnaider
A todos os futuros pais e mães que aqui chegam à procura de uma foto de um parto, as minhas desculpas, por se depararem com isto
E, finalmente, ao leitor/a que da Venezuela, hoje, procurava aqui, ratinhas depiladas: - Vá até uma mesa de voto, cumpra com o seu dever de cidadão e, quem sabe, a candidata Venezuela Portuguesa da Silva, tem a característica que procura.

Foto: Karla
Muitos beijinhos de parabéns, maninha!

Foto: Wade Rose
Com o preço a descer, este seria o único trabalhador português, a ver o seu rendimento a aumentar.


Fotos daqui
A notícia já não é de hoje, mas não quero deixar passar.
É fantástico, quando uma senhora de 72 anos, uma Diva, ombreia com Top Models e jovens actrizes, no mais famoso calendário do mundo. (site oficial, onde podem visionar todas as fotos, deste e de outros anos)
E, ainda, há quem tenha medo de envelhecer.
ou quando a versão é melhor que o original
Maria Carolina e Seu Jorge



O Tio Patinhas já não é o mais rico do mundo. Quem o diz é a Forbes.
O pato mais forreta do planeta, cujo passatempo favorito é nadar nos milhões que lhe enchem a caixa forte, que nos ensinava que no poupar não gastar é que está o ganho, que acreditava no poder da sua moeda sorte, desceu para 3º lugar, na lista dos 15 milionários de ficção mais ricos.
Em primeiro lugar, aparece Oliver 'Daddy' Wartbucks, ex-general das Forças Armadas americanas, logo seguido de Montgomery Burns, o patrão de Homer Simpson.
E como é que estes dois ascenderam ao topo? O primeiro financiou conflitos no Iraque e no Afeganistão e o outro, duplicou a sua fortuna graças a um acordo de intercâmbio tecnológico com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong II.
Ficção?

Foto: Private Collection

Foto: Paul Stamatiadis
Tirando vantagens de me ver só, e como tal, parecer que me sobra tempo para tudo, reencontrei-me com a leitura em papel. Com o cheiro dos livros, o folhear para frente e para trás, as anotações à margem.
E o cinema. O escuro da sala e as imagens ali mesmo à nossa frente. A fotografia, o som, a música. E a trama.
Nos livros e no cinema, encontramo-nos com personagens, identificamo-nos, vivemos as suas vivas, que podiam ser as nossas.
Não é de solidão que eu falo, é de encontros. É de tempo para viver e pensar. E para crescer, também.

Foto: Dionisio Fournogerakis

Foto: Dmitry Bezkorovayny
e a minha primeira excentricidade, será comprar a Weblog.

Foto: Michael Allmaier
Já cá volto. Agora, estou muito entretida.

Foto: Private Collection
o caminho é sempre em frente, Bilhas.
andarei por aqui

Foto: Razaq Vance
assim

Foto: Dieter Biskamp
até ao meu regresso
se juntou à festa
E já nos deixa comentar
Adenda: Já não funcionam outra vez! Perdi uma optima oportunidade de estar calada.
Ainda assim, seriam benvindos.
Depois das bolinhas saltitonas a descer as rampas de S. Francisco, mais uma explosão de cores, numa publicidade de excelência.

Foto daqui
Cliquem na imagem e entrem no site da Aminstia Internacional para assinar uma petição contra a pena de morte de mulheres, por apedrejamento, no Irão.

Foto: Andre Napier
e eu não vou ter paciência para ouvir, de novo, de um lado e de outro, posições extremadas.
Nestas matérias de valores individuais, de valores morais, o bom senso nunca impera.
Caso este referendo opte pelo sim, na prática, pouco muda na vida das mulheres. As que optarem por fazer um aborto continuarão a fazê-lo. As que não o quiserem fazer, não farão.
Mas muda uma coisa importante. Quem tiver de fazer um aborto, pode fazê-lo de uma forma digna. Não vai necessitar de telefonar a marcar "o tratamento", responder a perguntas codificadas, tudo no maior dos segredos como se tivesse a transaccionar uma qualquer mercadoria ilícita. Pode chegar e sair da clínica, sem ter de olhar para trás, por cima do ombro. Pode pagar com cheque ou cartão, ao invés daquele molho de notas que não deixa rasto. O que se pretende, com este referendo, é descriminalizar.
E deixem-se de hipocrisias, senhores deputados. Podem escrever na pergunta do referendo ABORTO em vez de Interrupção Voluntária de Gravidez ou LIBERALIZAÇÂO em vez de despenalização. Os eleitores sabem o que querem e não se deixam enganar.
O anúncio, hoje, exactamente hoje, da possível abertura de uma filial da Clínica dos Arcos em Lisboa, também não me parece isenta de segundas intenções. Até já estou a ouvir - " Vai começar a carnificina, ao abrigo da lei."
A pergunta que se propõe para o referendo é:
Concorda com a despenalização da interrupção oluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?
SIM
Foi o que o Bin me recordou, com a proposta lá de baixo.
A África romântica, profunda e verdadeira.
A África que não nos tira o sono e nele, nos permite sonhar.
Só não podemos esquecer a outra África.
A das populações famintas, das crianças sem escola e sem vacinas, a África onde a excisão clitoridiana é, ainda, uma prática quotidiana, a África dizimada por doenças a servir de laboratório às poderosas farmacêuticas.
A África refém dos interesses económicos dos seus dirigentes gananciosos e corruptos.

Ainda que de uma forma dissimulada, postaste 2 fotos da Scarlett.
Sinto-me no direito de retaliar com uma foto para a Hipatia

Josh Hartnett
e outra, para meu próprio deleite

Jude Law
Como eu percebo a Hipatia. É um enjoo este endeusamento da Scarlett. Falta-lhe qualquer coisa. Tempero. Sal, pimenta e especiarias finas. Isso é notorio em "Lost in translation", onde aparece quase sempre sem maquilhagem. Mas, bem maquilhadas, fotografadas e filmadas por profissionais, todas nós ficaríamos lindas!
Bom, eu sei que isto até parece "dor de cotovelo", mas a ideia, era só juntar-me à iniciativa da Hipatia e postar aqui uma foto de um miúdo lindo.

Josh Hartnett
PS: Bilhas, nem tentes ... Nem imaginas a catrefada de fotos que eu para aqui tenho. ;-)

Foto: Yinka Oyelese
Será que há géneros na escrita? Diferenças na forma, numa escrita feminina e masculina?
Cheios de perspicácia, certezas, humor e muita ternura deixo-vos, aqui, alguns dos homens que eu gosto de ler.
Avatares do desejo - Touradas e pornografia
Escrita em dia - A bolacha
Branco sujo -Trouble with a bra
A natureza do mal - O futuro do homem, era a mala da mulher
Blogue dos marretas - Pra variar da muçe

E não se encontra uma foto de jeito ...
A coisa funcionou mesmo. E funcionou bem.
Bela ideia teve o Montepio de juntar estes 8, mais uma vez. Mais barriga, menos cabelo mas a mesma potência em palco. E continuam giros, os gajos. E tocam que se fartam. Do melhor da música portuguesa.
Que emoção. Recuei, deixa cá ver, "prái" uns 20 anitos. (aNa, aposto que os ouvias no rádio do Taxi) As coisas de que me fui lembrando. As histórias mais divertidas da minha adolescência, passei-as com eles, nos concertos deles, nas maluquices com eles. Confesso, até me comovi.
Aiiii, saudade!
... em casa.

Foto: Al Magnus
"Aprecio, no entanto, que se use a expressão meio tonta de «fazer amor». Do mal, o menos.Toda a terminologia oficial referente ao acto briga com os meus ouvidos.Cópula lembra-me, irresistivelmente, vaso de vidro entre o copo e a campânula. Fornicação, soa-me a empresa forncedora de cação. E coito é um horror. Não há erecção que resista ao balbuciar de tal palavra. Nunca encontrei confirmação escrita mas estou certo de que foi a partir do coito que nasceu o termo coitado. A perspicácia popular descobriu a relação de nexo e sexo. Ser coitado ou estar fodido são uma e a mesma coisa.
In, O Código d'Avintes, Oficina do Livro
Alice Vieira, João Aguiar, José Fanha, José Jorge Letria, Luisa Beltrão, Mário Zambujal, Rosa Lobato Faria
O livro, escrito a 14 mãos, para além de mistério, enigmas e amor, tem um humor fantástico. A cada novo capítulo, um novo escritor. E a surpresa que nos prende à forma como se vai "pegar o fio à meada".
A qual, destes 7 magníficos escritores, pode ser atribuído este trecho?
(Para mim, é do Mário Zambujal)

Tirei, sem pedir licença, daqui
Ainda se lembram?
Os livros da Anita acompanharam-me na minha meninice.
Anita vai à escola, Anita na quinta, Anita não-sei-onde, em qualquer situação, lá estava a Anita. Anita no ballet, era o meu preferido.
Já não me lembro bem das histórias. Mas lembro-me bem do fascínio das ilustrações.
Ao que parece, ainda são editados. Será que mantêm o mesmo encanto para as meninas de hoje?

Foto: Eugenio
"Eu amo a vida, senhor Presidente. A vida é a mulher que te ama, o vento nos cabelos, o sol no rosto, um passeio nocturno com um amigo. Vida é também a mulher que te deixa, um dia de chuva, o amigo que te trai. Não nasci melancólico nem maníaco-depressivo - morrer faz-me horror, mas aquilo que me resta já não é vida - é só um insensato encarniçamento em manter activas as funções biológicas. O meu corpo já não é meu..."
Piergiorgio Welby, de 60 anos, a sofrer de distrofia muscular há décadas
Só quem ama vida, tem esta capacidade de a entender.
Muitos de nós, os que temos poder sobre as nossas acções, sobre a nossa vontade, sobre as nossas decisões, vivemos a vida e morremos, sem nunca a ter vivido.
La passione - Chris Rea
O ano de 1961 foi especial para a Ferrari. Com o novo motor 156 sharknose, a Scuderia sagrou-se campeão do mundo, vencendo 5 dos 8 Grande Prémios da temporada. No campenato de pilotos, ao volante de um Ferrari, Phill Hil foi o primeiro norte-americano campeão do mundo.
Mas a época ficou manchada pela morte do mítico conde alemão Wolfgang Von Trips e de 14 espectadores no circuito de Monza.
À "boa maneira" da Ferrari, os 156s, foram destruidos no fim da época.
La passione, o filme
Em 1996, Chris Rea, grande Tiffosi Ferrari, manda construir uma réplica do 156 Sharknose e produz a banda sonora e o filme.
Com alguns apontamentos auto-biográficos, o filme conta a história de uma criança filha de emigrante italianos, que ao ver na TV o Grande Prémio do Mónaco, fica fascinado pelos carros vermelhos e pelo conde alemão, que vivia num castelo. Toda a sua vida se vai desenrolar no sentido de um dia voltar a Itália e conduzir um Ferrari.
Não vi o filme, mas tem uma banda sonora fabulosa, onde a voz rouca de Chris Rea se junta à de Shirley Bassey, onde cada faixa do disco, num estilo musical que vai do disco sound, à valsa, à musica latina, a trechos instrumentais com orquestra sinfónica, mostram a versatilidade de Chris Rea e a sua capacidade de nos transmitir uma paixão, através de outra. Os carros e a música.
Obrigada, miúda.
Adorei, adorei mesmo.
Montes de obrigadas e montes de beijos!
PS:Podias ter mandado um Diário do Alentejo, mais recente! :))
Podem seguir para Bingo!

Foto: Já anda por aqui há tanto tempo, que não faço ideia onde a fui buscar.
A aNa desafiou-me para dizer 6 coisas sobre mim. Ou antes, a aNa, desafiou a Karla.
1. A escolha deste nick tão infeliz, é uma história tão longa, que não a vou contar aqui. Seja como for, tal como na vida real, muitas vezes não gostamos do nome que os nossos pais nos escolheram e carregamo-lo a vida toda. Assim sendo e se o mudasse agora, nesta altura da minha vida virtual (devo estar na pré-adolescência), poderia vir a ser responsável por algum trauma, difícil de controlar no futuro. Esta coisa das identidades tem muito que se lhe diga. Quem sabe, quando chegar à idade adulta, deixo cair o K.
2. A Karla nasceu nas caixas de comentários de outros blogs. Alguns já não existem. Outros, já não os visito. À medida que fui crescendo, descobrindo, amadurecendo, passei a ser muito mais criteriosa nas escolhas de leitura.
3. O primeiro blog que li, tal como tantos outros que por aqui andam hoje, foi "O meu Pipi". A propósio, deixem-me contar-vos uma cena/gaffe passada em família. Na presença da minha tia e falando ao telefone com o meu tio (a quem eu tinha apresentado o blog) perguntei-lhe - Já foste hoje ao Meu Pipi? Enfim ... equívocos desfeitos, conseguiu-se manter a harmonia familiar. A par de "O meu Pipi", eu ía lendo o Abrupto. Já não leio, nem um nem outro, ambos, por razões óbvias.
4. Quando já navegava bem pela blogosfera, descobri o Chez Maria. Foi das experiencias mais ricas e divertidas que eu vivi. Até aceitei o desafio da Maria Árvore para vestir a pele de um homem e assinei alguns textos como Dr. Freudulento. Uma "fraude" tão divertida como difícil. Mas ficou o bichinho de postar.
5. Foi quando conheci o Jorge Morais no seu 6 em 1 e algo mais. Comentadora militante nesse espaço de bons textos e boa disposição, fui alimentando a minha vontade de descobir como era isto, dos blogs.
6. Por isso, quando o Jorge me convidou para este projecto colectivo, não precisou de muito para me convencer. Foi mais duro o processo de "auto-convencimento".
Hoje, no meio deste grupo de gente fantástica, com quem eu rio, discuto, partilho, com quem me comovo, encontrei novos amigos. Amigos que já passaram, há muito, do virtual para o real.
E por isso, este post, acaba exactamente aqui.
PS - Este post é dedicado à Maria Árvore e ao Jorge Morais.

Foto: Bruno Carriço do Fragmagens
Diz o calendário, que começa hoje o Outono.
Entre a noite de ontem e a madrugada de hoje, parece que saltamos uma estação.
Sem comentários (meus)!!
Fico à espera dos vossos, para ver se alguém me elucida.
Depois de 48 minutos a tentar entrar no MovableType Publishing Platform, parece que consegui. Vamos ver se, quando fizer Save, o post aparece editado.
E vai ser aqui que vou fazer os comentários que, desde as 17 horas, não consigo fazer nos respectivos posts.
De pasta às costas, até à escola!
Jorge, é um post meu mas, foi a única forma que eu consegui para entrar na plataforma.
(sem título) Mad
Mad e aNa, não façam da caixa de comentários um chat ou, arriscamo-nos a críticas menos próprias. :))
Welcome back
cap, não precisas de agradecer. Como eu te compreendo.
maria árvore, já nem considero o serviço caro, para o que nos oferecem. É uma roubalheira.
eufigénio, conseguiste comentar aqui? Estás cheio de sorte. Não te sei ajudar ou já teria pegado nas nossas tralhas (ossadas não, que estamos bem vivos e cheios de força) e feito a mudança
jorge, estamos é a ficar num condomínio deserto.
aproveitar
aNa, o comentário que saiu às 19:03h, foi escrito por volta das 17h. Depois de 3 erros consecutivos, desisti. Andou por aí, até às 7h :-))
Há coisas fantásticas, não há? (*)
pré, fica para outra altura, quando me informar sobre o assunto. Como sabes, temos algumas discordâncias no que diz respeito à política deste governo e, particularmente, no que respeita à saúde (porque será) ;-)
Aproveito o espaço e a possibilidade que a Weblog / aeiou, gentilmente me cedem, para convocar os condóminos deste blog, para uma reunião de condomínio, a realizar amanhã, na caixa correio electrónico.
Ordem dos trabalhos:
1. Falta de manutenção dos elevadores
2. Mudança das lâmpadas fundidas
3. Resolução do problema da fechadura que não abre nunca à primeira
4. Discussão sobre o valor do condomínio
5. Eleição de nova administração.
(Clica na foto para abrir a porta)
Outros blogs que também mudaram para uma casa de renda mais barata e onde o condomínio funciona.

Oriana Fallaci, 1929 - 2006
" Nas lendas que os homens inventaram para explicar a vida, a primeira criatura não é uma mulher: é um homem chamado Adão. Eva chega depois, para diverti-lo e arranjar sarilhos.
Nas pinturas que adornam as suas igrejas, Deus é um velho com barba: nunca uma velha de cabelos brancos. [Se fores mulher] para começar, terás de te bater para defender que, se Deus existisse, poderia ser também uma velha de cabelos brancos ou uma linda rapariga. Depois, terás de te bater para explicar que o pecado não nasceu no dia em que Eva colheu uma maçã: nesse dia, nasceu uma esplêndida virtude chamada desobediência. Por fim terás de te bater para demonstrar que dentro do teu corpo liso e redondo há uma inteligência que grita para que a escutem. "
Oriana Fallaci, Carta a uma criança que está para nascer, 1975

É verdade!
No dia 07.07.07, serão anunciadas na cidade de Lisboa, as novas 7 Maravilhas do Mundo!
E onde? Sabem? Sabem?
Ou como diriam um gajos muito conhecidos,
Sabem em que local, vão ser anunciadas as novas 7 Maravilhas do Mundo ?
Aquele local que tu olhas para ele e dizes "eh pá, não há local mais lindo, mais maravilhoso!"
Sabem onde é, esse local tão lindo e maravilhoso que até chateia porque é tão lindo, o maroto?
Sabem onde é que é, sabem, SABEM?
(sei...)
... ainda mais para baixo, porque este blog tem uma imagem estética a manter.
Caetano Veloso - Leãozinho ;-)
A Música, também é uma das maravilhas do mundo.
E há vozes inconfundíveis.
Lembrei-me desta, nem sei porquê!
aNa, Lilly,
fazem coro comigo?
Uma iniciativa gira que vi no Escrita em Dia.*
Ainda há umas horas para votarem. Não custa nada.
* Não percam este blog, onde se escreve com todas as letras, onde encontram memórias que não se podem esquecer e reportagens de peito aberto.

Foto: Ruud Albers
Esta, é de La Palisse. Somos sempre parte do problema, seja ele pessoal, familiar, profissional ou social.
Criticar, diagnosticar e ficar à espera que alguém resolva, só agrava. I'ts not my problem!
E não precisamos de querer salvar o mundo. Basta sermos pró-activos no nosso dia a dia. Fazer as coisas acontecer.
Basta mudarmos o chavão. I'm part of the solution!

Foto daqui
11 setembro 1973
"Estas son mis últimas palabras y tengo la certeza que por lo menos será una lección moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición." Salvador Allende
A homenagem ao primeiro presidente marxista-leninista, democraticamente eleito na América do Sul (eu diria no mundo).
Suicidou-se a 11 de Setembro de 1973, no Palácio Presidencial de La Moneda, cercado por soldados do exército liderados por Augusto Pinochet. O golpe de estado apoiado pelos EUA, instaurou uma feroz ditadura, que se prolongou por 17 anos.
... e ainda não parou!

Foto: Sasha Dunaevski

Foto abusivamente sacada daqui
Já está!
Água, luz e gás. Tudo a funcionar.
Começa agora a parte mais gira. A maquilhagem. As cortinas, os quadros, os tapetes. Tudo o que é necessário para me proporcionar conforto.
Segue-se a parte pesada. Os móveis. Arrasta daqui, coloca acolá.
É a terceira vez que mudo de casa, mas a sensação é a mesma das outras vezes.
Novidade. Início de um novo cíclo. Excitação.
E urgência em mudar, em acordar a olhar o Tejo.
Sinto que aqui, vou ser feliz. Como o fui nas outras.
Freddie Mercury
A irreverência, a voz, a música de uma geração.

Foto: Eugénio Eugénio
Parabéns avó.
Para o ano que vem, só falta um para os cem.
Um beijo, do tamanho do amor que me tens.

Foto: João Caetano Dias *
que me privou de falar de assuntos inéditos, que nenhum outro blog mencionou.
* o caso Mateus. Caos instalado no futebol português, em nada comparável ao caos instalado na blogoesfera.
* o encerramento, no Algarve, das discotecas do grupo K e a detenção (com algemas e tudo) de um administrador do grupo.
* o thriller do catamaran, e dos alegados homicidas franceses.
* a despromoção de Plutão, da liga dos planetas do sistema solar.
* a estreia do filme, Voo 93.
* a clonagem dos cartões multibanco.
* o caso Natasha e o Síndrome de Estocolmo.
* o envio de tropas portuguesas para o Líbano.
* a criação de salas de chuto.
Tanta informação que se perdeu em apenas 3 dias.
* Zambujeira do Mar, onde me apetecia estar.

Foto: Adrian S.
Se esta merda não entra na linha rapidinho, vai mesmo a sangue frio ...
On the beach
Chris Rea

Foto: Haleh Bryan
Em louvor de a outra
Continuando na senda das mulheres maduras, teria eu os meus trinta e poucos anos e, numa das curvas da vida, choquei com uma mulher que fez aqueles meus dias parecerem uma corrida de Fórmula 1, tal era a velocidade e adrenalina com que vivia.
Sendo eu na altura casado, não era suposto que acontecesse.
Não vou, Maria, descrever as tardes de amor (ou seria só sexo?), as longas cartas trocadas (ainda não havia MSN) ou até, todos os pretextos que serviam para nos encontrarmos, ainda que por breves momentos.
Nunca a incomodou o papel que lhe era reservado naquela relação proibida. Sabia exactamente o vértice que ocupava naquele triângulo. Sabia tirar partido das vantagens que só ela encontrava no facto de não podermos estar juntos nas datas festivas, nem nas férias, na dificuldade de passarmos uma noite juntos, no receio que tínhamos de sermos vistos juntos no cinema, de tudo se passar dentro de portas. Ninguém como ela, valorizava todos os minutos que podíamos estar juntos. Nunca me pediu nada e tudo recebia com um brilho nos olhos.
A única vez que abordei a possibilidade de ficarmos juntos, só me falou de roupa para tratar, jantares para fazer, obrigações com os filhos, noites em frente à televisão, sexo porque sim …
Que não… só tinha vocação para Outra.
22 de Junho de 2005, no Chez Maria
O Rio de Janeiro, deve fazer parte do imaginário da maioria dos portugueses, como um destino de sonho.
Para os mais radicais, para os mais tesos ou para os mais loucos, uma alternativa:
A Pousada Favelinha, em local centralizado da cidade do Rio de Janeiro (Laranjeiras/Santa Teresa), dentro da mais bela e tranquila favela do Rio de Janeiro. Oferece quartos com vista, numa magnífica localização, permite ver de perto a vida dos locais, convívio, de fácil acesso e com segurança garantida.
Tudo isto por 14,00 € noite, 13,00 € , se optar por um dormitório de 5 camas.
Há quem promova esta viagem, na categoria das viagens de aventura.
Tenho para mim, que é a promoção da miséria humana, para gente miserável.
É legitimar o pior das sociedades modernas, é desculpabilizar o poder ... ou será que devíamos ter mantido o Casal Ventoso, como atracção túristica?

Foto:John Peri
Em louvor das mulheres maduras
Em jovem, as mulheres maduras exerciam em mim, um fascínio quase hipnótico. Hoje, quase a cair de maduro, vejo-me a cobiçar corpos de jovens ninfas.
Teria os meus 16 ou 17 anos, era um verão quente e a vizinha do 3º andar, sem qualquer pudor, despia-se de roupa e de preconceitos. Era uma mulher gostosa, de formas bem proporcionadas que insistia em apreciar e medir no espelho do elevador, sempre que nos cruzávamos, à entrada ou saída do prédio.
Naquele dia, com a blusa mais aberta a deixar antever a pele bronzeada, lançou-me um “Anda daí, quero mostrar-te uma coisa”. Segui-a, obediente. Mal a porta se fechou atrás de nós, senti-me a desfalecer. Fiquei à espera. Não esperei muito, até me presentear com um beijo. Nunca tinha sido beijado assim. Continuei imóvel, até ser conduzido na ponta dos pés, até ao quarto de casal, onde nos esperava uma cama desfeita. Consegui coragem para meter as mãos por dentro da blusa, agora toda aberta e agarrar-me ao seu corpo quente. Já na cama, debaixo do lençol, fechei os olhos para só sentir a minha cabeça entre os seus seios macios, enquanto os seus beijos percorriam os meus olhos fechados. Guiou-me para dentro dela e, uma vez lá dentro, apoderou-se de mim, uma tal sensação de poder que, quando me murmurou ao ouvido “Acho que te podes mexer um bocadinho”, explodi numa felicidade imensa.
Nunca mais a vi, Maria. Nem no elevador, nem na cama. Mas ainda tenho comigo, o sabor daquele beijo.
Dr. Freudulento
18 de Junho de 2005, no Chez Maria

Foto: sabine schonberger
Anónima e vestindo a pele e as fantasias masculinas, escrevi um dia, no Chez Maria. A propósito do desafio da Lilly trago agora, para aqui, alguns desses momentos, vividos no divã.

cartoon encontrado aqui
Bastaram 2 dias, sozinha em casa e doente, para o meu quarto parecer um campo de batalha.
À minha volta, tudo o que me faz falta. Telefone, portátil, comando de TV, revistas, livros, caixas de medicamentos, garrafas de água vazias, caixa de pizza, manta de lã, termómetro (de mercúrio).
A roupa espalhada, a cama desfeita, as gatas ... afinal, não estou sozinha. rrronnn rrrooonn

Foto: Michael Meneklis
... Pré, para @s amig@s e PreDatado, para a blogosfera em geral.
Chegou e encantou-nos com as suas crónicas de viagem, deliciou-nos com as suas frutas eróticas
"Coloquei-te na mesa, e tu te abriste
Em racha de onde a pevide já espreita,
Tarda o tempo em que te vou comer.
"
e, num momento de total delírio, divertiu-nos com a sua teoria da criação onde todos nós, seres imaginários, somos hologramas da sua diversão. Existimos, enquanto ele quiser e porque ele quer.
Vitor, um grande beijo e um forte abraço. E não percas nunca essa vontade e alegria de viver.

Passaram ontem, 6 de Agosto, 40 anos sobre a inauguração de uma das (poucas) obras emblemáticas do antigo regime e, verdadeiramente importantes para o desenvolvimento do país.
A Ponte sobre o Tejo, uma obra grande que encurtou Portugal.

Foto: Nuno Fernandes
Pode não ser a praia mais bonita, mas é a melhor praia do mundo.
Podia até ser mais bonita se alguma vez, alguém se tivesse interessado pelo ordenamento do território, por fazer daquela enorme faixa de areia, uma praia como há poucas.
Não sei se a protecção territorial exagerada, aquela que não permite nenhuma construção legal, mas convida às construções ilegais, será a mais adequada. Tenho para mim que, em toda aquela extenção de mata e praia, se construíssem boas infra-estruturas turísticas (boas de qualidade e não de quantidade) de forma controlada, se protegia o ambiente, as dunas, a mata, a falésia. E nunca mais assistíamos a outra Fonte da Telha.

Foto: Rui Pedro Santos
E porque é que é a melhor praia do mundo?
Tem um belíssimo areal. O mar é limpo, com uma temperatura agradável, ondas à maneira e, em alguns bares concessionados, um ambiente moderno e descontraído. E a fauna? Também está muito bem representada ;-)
Depois, está aqui, a meia hora de Lisboa.
E não me venham falar do trânsito e das filas e tal e tal, porque raramente apanho desses inconvenientes. Além disso, temos sempre a alternativa do simpático combóio que nos leva até ao fim da linha e nos livra da dificuldade de estacionamento.

Foto: Manuel Sousa Dias

Foto: marek sawicki
Enquanto o mês de Agosto se vive intensamente nas praias de Portugal, Lisboa vive tranquila.
Uma Lisboa mais silenciosa, mais brilhante e mais calma.
A frescura do Tejo, os reformados nos jardins, os restaurantes vazios, as sombras nas esplanadas, as praças de calçadas pintadas a preto e branco, os amarelos da Carris, lânguidos, a subirem as colinas.
Uma Lisboa para lisboetas. Para se ver e viver, como turistas. Para apreciar.

Foto: Fernando Machado

Foto: João Pejapes

Foto: Karla

Foto: Karla

Foto: Paulo Benittis

Foto: Sérgio Nunes

Foto: Gonçalo Lopes
Na península de Setúbal, onde a serra se encontra com o mar.

Foto: Jean-Marie del Moral
Não era exactamente uma jarra.
Fora, inicialmente, um frasco alto, de boca larga, daqueles que parecem sempre ter um qualquer destino. Daqueles que se guardam.
Sempre se lembrou dele como uma jarra. Com areia no fundo, a segurar os pés dos ramos daquelas flores de plástico, que descoloraram mas sobreviveram ao tempo.
Agora, na sua sala, era a memória da simplicidade da sua mãe.
Naquela jarra, ía alternando as flores do campo com as espigas secas mas, nunca, mesmo nunca, lá colocou uma rosa, ou um composto ramo de florista.
Eram demasiado efémeros, para tamanha memória.

Foto: Francisco Santos
Nota do fotógrafo: Esta imagem representa simbolicamente Portugal: uma aldeia nos confins da Europa, empurrada contra o oceano. Azenhas do Mar, esta aldeia, situa-se muito perto do Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente. Para oeste, além das ilhas, a povoação mais próxima, situa-se algures na América do Norte.

Foto: Paulo Azevedo
Um pormenor encantador...
Foto: Paulo Azevedo

Foto: Rafael Almeida

Foto: Marc Demoulin
E o Pinhal logo ali...

Foto: Miguel Costa
PS: Não querendo fazer de mim pombo correio, o Bin manda cumprimentos e larguras, beijos e abraços aos colegas antepostadores. Volta quando estiver menos atarefado. Ele não disse, mas eu sei, que já tem saudades nossas.

Vincent Van Gogh
Já cumpriram o seu destino. Protegeram do frio, da chuva, da lama e do pó das viagens.
São atiradas para um canto, quando o calor se calça de sandálias. Mas sempre voltam a ser calçadas, quando os pés pedem calor e conforto.
Com a chegada das botas novas, modernas, eventualmente mais bonitas, mas com muito menos quilómtros, com muito menos história, menos cumplicidade dos trilhos das serras, das pedras dos rios, menos moldadas aos pés que calçam, ainda assim, as botas velhas já não cabem no armário.
Ficarão guardadas no baú das coisas velhas, onde se guardam os trastes com memória, os trastes que, quem sabe, um dia ainda poderão servir. Já foram brilhantes, vistosas, usadas com orgulho, quando usadas pela primeira vez. E outra e outra vez, quando se moldaram aos pés e os protegeram do terreno difícil e das pedras que teimavam em entrar.
Ficam no baú, porque os companheiros de estrada, não se deitam para o lixo.

Foto: siegfried hansen
É isto, a vida. A minha.

Foto: Nejat Talas

Foto: James Quinn-Hawtin
... para evitar um processo disciplinar.

E se comentas a borbulha, levas :))


Foto: David Falk

Foto: Sasha Zhadan

Foto: Anna & Barney

Foto: Natasha Barabasha
A foto foi retirada por ordem do autor. A referência ao nome do autor sempre esteve presente, pelo que não houve qualquer intenção da nossa parte em apropriarmo-nos do seu trabalho. Se a foto esteve aqui foi porque apreciamos o seu trabalho. A foto pode ser vista aqui.
This photo was removed by author's demand. The reference to the author was always present; there was no intention of appropriation of his work. It was only here because we appreciate his work. You may see the photo here.
13/01/2008
Foto: Peepeye photography

Foto: Robert Roseano

Foto: Thomas Dunkerley

Foto: Roberto Roseano

Foto: Roger P

CALOUSTE SARKIS GULBENKIAN, fundador da Fundação Gulbenkian foi, no seu tempo um investidor na área do petróleo, onde ficou conhecido como o senhor "cinco por cento". A sua paixão pelas artes, levou-o a juntar uma colecção única no mundo que se encontra hoje reunida no Museu Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Chegou a Liboa em plena II Guerra Mundial, onde acabou por se instalar até à sua morte, em 1955. Filantropo, deixou parte da sua fortuna à Fundação com o seu nome, cuja missão, estabelece objectivos caritativos, artísticos, educativos e científicos.
Faz hoje 50 anos que foram aprovados os estatutos da Fundação, cumprindo-se assim o desejo de um homem, que levou com ele a mágoa de não ter sido um homem de ciência.

Não sei se o que me está a poquentar mais
é a invasão de baratas gigantes no meu escritório e no meu quarto,
se saber que o técnico especialíssimo que mandei vir para dar cabo da bicharada, depois de muito espreitar para dentro dos canos, debaixo dos móveis, a cofiar a barbicha, concluir que "elas, de algum lado, hão-de vir" (Como é que eu não me lembrei disso antes?)
Eu suspeitei logo ... quando vi chegar aquele senhor engravatado, quando esperava uma cena mais holywoodesca, do género, uma equipa de gajos com fatos anti-toxicos, máscaras e extintores às costas... aquilo não poderia correr bem. Pelo preço, a boa da esmagadela com o pé, parece ser muito mais eficaz.
PS 1. Estar sem PC, por avaria grave, quando eu desconfiava de um simples virús (eu hoje, estou mesmo numa de Bugs), isso não me apoquenta mesmo nada. É trágico, dramático, é mesmo o fim do mundo.
PS 2. Post escrito num PC gentilmente cedido por uma colega, em horário pós-laboral.
O Sr. Gilberto Merdamil, pede ao governo a isenção de IRS para os prémios de 50 000,00 €uros dos jogadores da Selecção.
Ora deixa cá ver ...
50 000,00 € X 23 jogadores = 1 150 000,00 € X 40% = 460 000,00€
460 000,00 € pagam 1192 salários mínimos.
Não sendo uma quantia desprezível, serviço público, seria os jogadores efectuarem o pagamento debaixo dos flashes dos fotógrafos, com a presença das camaras de televisão, a população empunhando bandeiras e cantando o hino.
Se são herois, devem dar o exemplo.
Quem sabe se o patriotismo que encheu a alma dos portugueses no último mês, produzisse algum efeito na pouca vergonha de alguns empresários portugueses.

Foto:ozgur donmaz
Acordamos da anestesia. Com a chegada em festa da nossa selecção e a final do campeonato com cheirinho a vingança, podemos voltar a a olhar e a pensar o mundo.
A invasão de Gaza por Israel.
A reposição da calma em Timor
Os testes nucleares na Coreia.
As finanças do estado e dos contribuintes portugueses.
Os incêndios onde morrem bombeiros.
O regresso de Santana Lopes à política.
A remodelação do Governo.
E nas férias!!!
Lá fora, há fogo de artifício. Não sei o que temos para festejar.
... vamos lá ver quem é o verdadeiro tuga.
Não basta andar de cachecol ao peito, vestir camisolas vermelhas com o número 7 nas costas, pendurar bandeiras nas varandas e janelas, cantar o hino nacional com a mão no peito. Não chega. Há que provar que merecem as cores nacionais.
Qualquer português que se preze, no mínimo, tem de cuspir para o chão, coçar a tomateira e dizer bojardas bem alto e em público. E o bigode ... tem de ter bigode farfalhudo, de fazer inveja a um polícia!
Eu fico à espera de um quiz destes para gajas. Um que não me obrigue a deixar crescer o bigode. Isso é que não!

Foto: Agência AFP
O melhor jogo do mundial – O adufe
Ganhou a França e ganhou bem, no meio deste futebol que não gera adeptos, apenas catadores de euforia de apito final.
Obrigada Selecção de Portugal – 100 nada
O meu filho disse-me no fim do jogo: Não faz mal. Tu disseste-me que Portugal é um dos quatro melhores do mundo inteiro!
Tem cinco anos. Para ele, 'o Portugal' é um campeão.
Para nós todos, também.
Para que serve o futebol – Blasfémias
Porque Scolari e a Selecção que, com todos os defeitos e caprichos, organizou e dirigiu, chegaram mais longe do que há muito havia memória, porque souberam cria-nos a ilusão e levá-la quase até ao fim, e porque o fizeram sempre com uma bonomia e uma profissionalismo que não envergonharam ninguém, devemos dar este tempo que hoje findou por muito bem gasto e agradecer-lhes. Bem hajam, pois então, e até à próxima!
Os franceses não nos merecem – A origem das espécies
Se é certo que, nas partidas anteriores, Portugal nunca jogou “bonito” e nunca jogou realmente bem, fiando-se na natureza da “eficácia”, este último confronto mostrou uma equipa enfraquecida e sitiada pelo adversário, sem (ah!, que bonito é o futebolês) “soluções atacantes”. Mas não interessa. Sejamos sérios, no fim de contas: não choremos sobre o jogo e limitemo-nos, como qualquer adepto que gosta de futebol, a insultar os franceses, que nos eliminaram em 1982, em 2000 (de penalty) e em 2006 (de penalty). Francamente, eles não nos merecem.
Exceptuando os franceses, o mundo estava todo por nós. - O arrastão
A cereja no topo do bolo.

... já ganhamos!!








Todas as fotos da agência AFP

Foto:Agência AFP
Porque é 29 de Junho

Foto: Rina H





E ainda ...

Fotos: Agência AFP
Conheço o teu corpo, a sua textura, o seu cheiro. Conheço-o de cor. O teu toque.
E o calor. O calor que me aconchega o corpo e me enebria os sentidos.
Conheço o teu sono, descansado no meu. Dois corpos unidos, como peças de um puzzle.
Amparo-te no meu colo, como se assim, te protegesse do mundo, como se protege um filho.
E amo-te. Amo-te quando te beijo. E amo-te. Amo-te quando me entrego. E amo-te.
E faço-te amor, ainda antes de nascer o dia, para adormecer tranquila em ti.
E amo-te. E a distancia, não me sossega o amor. Não me sossega o corpo em desejo.
A tua voz. A tua voz sim, alimenta-me a alma, alimenta-me a vontade. A vontade de ti. A vontade da vida.
E sorrio, à espera de outro encontro.









Todas as fotos, da agência AFP

Foto: agência AFP
India. A caminho do Taj Mahal.
Khajuharo, templo indiano, todo coberto de intricadas esculturas representativas de variadas cenas. Algumas dessas cenas são eróticas ( a roçar o pornográfico), de um pormenor impressionante. Há várias explicações para a presença destas figuras eróticas, no templo - representações do Kama Sutra, ao alcance de todos; uma forma de atrair as pessoas ao templo; incentivar a procriação (parece ter resultado); agradar aos Deuses.
Cada religião, tem aquilo que merece.





Num miserável cantinho, assim bem escondido, do site da weblog:
Intervenção Técnica
Vai ser efectuada uma intervenção técnica no Weblog.com.pt, com os objectivos de melhorar a capacidade de resposta da plataforma e atenuar os problemas causados por spam.
Assim, amanhã, durante as primeiras horas da tarde, não será possivel aceder ao Weblog, nem a qualquer blogue desta plataforma. As nossas desculpas, procuraremos ser breves.
Cátia Pitrez
Esperemos que valha a pena. Que seja um intervalo técnico do tipo - "Pedimos desculpa por esta interrupção. O programa segue dentro de momentos" e que siga a funcionar sem problemas.
Parece-me bem, o horário escolhido, quando a nossa alternativa, é o jogo Portugal - México. Ou o pessoal da AEIOU, tinha de arranjar um argumento para ver o jogo?
Rescaldo SWE - ENG




Copyright: AFP

Foto: Aris Messinis, Odd Anderson - AFP

Foto: REUTERS
Ainda me lembro do tempo, em que a única relação das mulheres com o futebol, se resumia a tardes de croché no banco do automóvel, enquanto o marido ouvia o relato do jogo.
... as estatisticas do blog, ao apagar alguns 200 comentários spam.

Foto: Agência AFP
O aparelho dentário que vimos Cristiano Ronaldo usar, há uns tempos atrás, revelou-se bastante eficaz.
Alguém tem o contacto do dentista?

Foto: Nicolas Asfouri - AFP
Gosto muito deste novo equipamento da selecção. Finalmente, alguém percebeu que o patriótico calção verde e camisola vermelha, não conjugam muito bem.
O equipamento alternativo, todo preto, é lindo!

Foto:trine Bjornstad
... exactamente assim.
Ao fim do dia e da semana, chego mais uma vez à conclusão que, uma semana de folga pode ser mais arrasadora que um mês inteiro de trabalho. Não volto a tirar férias tão cedo.

Foto: Karla
Já que estamos numa de golfinhos, ou de liberdade, nem sei.
Tal como toda a gente, também para mim, os golfinhos são animais que despertam sentimentos únicos. São inteligentes, são simpáticos, gostam da brincadeira, são quase humanos, quando parecem sorrir.
Talvez por isso, nunca gostei dos shows em tanques. Como nunca gostei de cãezinhos amestrados, de leões domados, das habilidades dos elefantes nos circos, das serpentes dançarinas, nem tão pouco dos destemidos treinadores que arriscam a cabeça nas mandíbulas de um crocodilo.
Nos Açores, tive a felicidade de os poder ver em liberdade, em enormes grupos, a nadar no Atlântico. E garanto-vos, não é preciso estarem treinados em habilidades circenses, nem em vertiginosos saltos, para arrancarem dos observadores, grandes interjeições de espanto, de admiração e até aplausos.
Ali, no seu habitat, todas as acrobacias são naturais. Nós, os intrusos, temos regras a cumprir, para alterar o mínimo possível, o seu ambiente. Porque os golfinhos, também sofrem de stress!

Foto: salih guler

Desconheço o autor desta foto. Mas, por certo, é um amante do Tejo.
Daqui, de onde me encontro, espreito o Tejo.
Filtrado por uma ligeira névoa, de um azul intenso, salpicado de pequenos flocos de espuma,corre cheio para o mar.
Aqui e ali, sulcos deixados por um barco, rasgam-lhe a superfície.
Na margem de lá, as ondas que varrem o areal languidamente, deixam atrás de si, um manto branco.
Apetece pintá-lo, apetece cantá-lo.
É lindo o Tejo aqui, quando corre cheio para o mar.

Foto:Michael Hills
Um beijo em lábios é que se demora
E tremem no abrir-se a dentes línguas
Tão penetrantes quanto línguas podem.
Mas beijo é mais. É boca aberta hiante
Para de encher-se ao que se mova nela.
É dentes se apertando delicados.
É língua que na boca se agitando
Irá de um corpo inteiro descobrir o gosto
E sobretudo o que se oculta em sombras
E nos recantos em cabelos vive.
É beijo tudo o que de lábios seja
Quanto de lábios se deseja.
Jorge de Sena – 19/5/1971. In Antologia Poética, 1999. Porto: ASA.

Foto: simon lyutakov
... muda de roupa, brincos, aneis, colares e outros acessórios sempre necessários,
... camisa de dormir e chinelos,
... shampoo, gel de banho e creme de corpo,
... outros cremes e os pózinhos da saúde,
... escova de dentes (nunca esquecer a escova de dentes)
... máquina fotográfica, para registar os melhores momentos
... portátil e placa 3 G, para postar em directo e fazer a reportagem completa para os faltosos
Com a mala já pronta, aguardo que me venham buscar.














O seu, a seu dono:
1. ciprian cojoc 2. daniel basili 3. renata bueche 4. marina cano 5. armindo lopes 6. courtney kealy 7. santos saul 8. jodesign ivanov 9. desconhecido 10. r poolman 11. desconhecido 12. desconhecido 13 desconhecido 14 desconhecido

Foto do arquivo pessoal
Enquanto não aparecem os gatos, estes dois já comunicaram que, por nada deste mundo, perdem o encontro em Beja.

Mad, se já não houver quartos disponíveis, não te preocupes ;-)


Poster daqui
Aparentemente, hoje ganhei um concurso público. Ou melhor, dados os critérios em avaliação, parece que me encontro em posição de ganhar o concurso público.
However ... aguardo a decisão final do júri, com alguma desconfiança.
A ver, vamos.
Para além do calor abrasador e das longas filas de automóveis, que me afastaram da praia,
Os Xutos voltaram a actuar no Rock in Rio.
A selecção lá ganhou a Cabo Verde, mas esta equipa não me parece ter atitude nenhuma.
O expresso lançou a notícia que em Felgueiras, crianças de 11 anos trabalham para a fábrica da Zara, a 20 cêntimos, cada sapato cosido.
Continua a discutir-se o livro de Carrilho. Alguém sabe se há sessão de autógrafos, na Feira do Livro?
Começaram os incêndios.
Também eu passei um sábado, sem grandes novidades.

Foto: seppe pallandt
Oiço as notícias com um aperto no estômago e um nó no peito.
Sinto-me quase enganada, por me ter vestido de branco, por me ter manifestado, participado no cordão humano, acendido velas e apoiado todas as iniciativas de apoio a Timor e de repúdio à Indonésia e aos americanos.
Mas ainda assim, tenho esperança e acredito que valeu a pena.

Foto: Hakan Ugurlu
Um blogue, escrito directamente de Timor: Timor Online

Foto: Haleh Bryan
E obrigada!

Imagem descaradamente gamada ao marius70
"'Que um fraco Rei, faz fraca a gente forte'
Esta é a contundente fórmula poética do nosso imortal Camões para caracterizar a má liderança política. D. Fernando era o visado em Os Lusíadas, mas o que importa é o principio geral.
...
Quando levantarmos a voz contra os 'fracos reis' que nos governam, tenhamos a coragem de reconhecer neles a triste imagem da 'fraca gente' em que nos deixamos transformar"
Ensaio de
Viriato Soromenho Marques, in Visão
Sendo que nos últimos dois dias, quase só se falou aqui, de Futebol e Tourada e que passaram apenas 5 dias sobre as comemorações de Fátima, deixo-vos aqui um Fado. E atingimos o pleno da "Portugalidade".
Fado do encontro
Vou andando
Cantando
Tenho o sol à minha frente
Tão quente, brilhante
Sinto o fogo à flor da pele
Tão quente, beijando
Como se fosses tu
Ao longe
Distante
Fica o mar no horizonte
É nele, por certo
Onde a tua alma se esconde
Carente, esperando
Esse mar és tu
Pode a noite ter outra cor
E o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio...
Na foz
Revolta
Fecho os olhos, penso em ti
Tão perto
Que desperto
Há uma alma à minha frente
Tão quente, beijando
Por certo que és tu
Pode a lua subir no céu
E as nuvens a noite toldar
Pode o escuro ser como breu
Acabei por T'encontrar
Vou andando
Cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre. Por certo
O meu Amor és tu.
Tim
Cantado em dueto por Tim e Marisa.
Do album a solo - Um e o outro.
(Se alguma alma caridosa, quiser aqui acrescentar a música cantada e audível, agradeço imenso. Ainda não sei fazer essas habilidades)

mais fotos e história aqui
O homem que teve a ousadia de proferir a frase "Obviamente, demito-o"
Domingo.
Prepara-se a noite de aniversário da avó, 89 anos, neste cenário:
os homens na cozinha, à volta do bacalhau com grelos e broa, mais o arroz doce; as mulheres no jardim, a montar um móvel comprado no Ikea. Exactamente na mesma proporção. Dois, para duas.
Se isto não é paridade, será o quê? Inversão dos papeis normalmente assumidos, ou será uma família moderna?
Nota: Consegui montar o móvel, com parafusos, buchas, pregos, martelos e chaves de fendas, sem lascar o verniz vermelho das unhas. Fiz um lenho na perna, mas isso, são ossos do ofício.

Foto: roby blasina

Foto daqui

Foto: Denis Piel
Para quê, um resort de luxo?
Um amor e uma ... tenda.
A aNa provocou. Eu ameaçei.
Depois do post tipo Samantha Fox, o post tipo Tina Turner.
(Presunção e água benta .... )

Ontem, pelas 16:30h, estavam 10 cuscos on line, aqui a espreitar o blog. (10? Então porque se calam?)
Às 17:10h, tinham descido para 3. 3 que, utilizando o horário laboral para consultar o blog, não são funcionários públicos. Ás 18:30h, o número tinha subido para 7. Seriam os mesmo 3 que ainda continuavam a consultar blogs no seu local de trabalho, desta feita, já pago em horas extraordinárias e 4 funcionários públicos que conseguiram chegar em menos de hora e meia a casa, donde se conclui que não moram na linha de Sintra.
À hora a que escrevo este post, 23:10h, estão 8 visitas on line, que não têm nada mais interessante para fazer, que estar à frente de um computador, na precisa altura em que está a começar na RTP 1 um filme que tenho interesse em ver - Franklin Roosevelt.
Então boa noite, até já.
Adenda da hora do almoço
Nas primeiras horas da manhã, vindo de todos os cantos do mundo, muitos chegaram até aqui, à procura da Paz Vega (muita procura tem esta miúda) e de mulheres nuas. Têm um acordar animado, estes estrangeiros.
Eram 9 e pouco e começaram a aparecer os primeiros tugas. Alguém de Santarém, entrou aqui ao engano, em busca de uma resposta para "como preencher recibos verdes". Caro amigo/a, aqui, nesta sociedade, não há trabalho precário e temos a segurança social em dia. :)
Entrega ao domicílio

A compra em supermercados (já estou a imaginar a guerra dos preços)

Deitar a sementinha em vazinhos e regar com muito carinho

E se fosse assim?

De minha casa ao meu local de trabalho, distam apenas 2 Km.
Neste curto percurso, hoje, logo pela fresca, cruzei-me com um Porsche 911 cinzento metalizado, novinho em folha, passei um Ferrari que esperava, pacientemente, que a fila de carros avançasse, apitei a um casal de namorados num BMW descapotável que, distraídos com beijos, não viram o sinal a passar para verde e, à chegada ao emprego, disputei um lugar de estacionamento com outro Porsche, desta feita, de cor preta.
Estacionei o meu Peugeot mais à frente. Constatei então, que os condutores dos Porsches, tinham ar de iuppies, o do Ferrari, pelo corte de cabelo e pelo estílo de óculos, podia ser futebolista e o casalinho do BMW, parecia saído dos Morangos com Açucar.
Mas nenhum, tinha mais de 30 anos.


No post

Foto: Karla
Comemorou-se no dia 30 de Abril, os 150 anos do Club Naval da Lisboa, o mais antigo clube naval ibérico e um dos mais antigos da Europa.
O Tejo encheu-se de embarcações, quase todas à vela, salpicando de branco e cor as águas escuras do rio. As margens engalanaram-se de público e até os céus se juntaram à festa, num ruidoso"pas de deux" de F16 da Força Aérea.
A Sagres, joia da coroa da Marinha Portuguesa, o Creoula e a réplica da Caravela Boa Esperança deram o toque institucional ao acontecimento.
Foi bonita a festa, pá! Tanto mar, tanto mar.
esta força que me atrai.

Foto: Ben Goossens

Foto: Niko Guido
Posso deixar, em público, o meu contributo.
Em matéria de fantasias sexuais, não me sinto muito diferente dos homens. Também eu, sonho com o clássico "ménage a trois". Eu, com dois homens só para mim. Um para a cozinha, outro que saiba fazer a lida da casa.
Em privado e mais a sério se, a minha experiencia, as minhas ideias, o meu conhecimento sobre o assunto puderem interessar a alguém, ou só mesmo à Isabel Freire, terei todo o prazer em colaborar no livro e quem sabe, alcançar assim, os meus 15 minutos de fama.
A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen.
O candidato foi aceite e seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.

Foto: Ben Goossens
Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora; já estive sob o chuveiro até fazer chichi.
Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo a caminhar pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.
Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí de uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte.
Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei para a piscina e não quis sair mais, já bebi whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial, já acordei a meio da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um "para sempre" pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração...
Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel: " - Qual é a sua experiência?"
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. "Experiência.... "Experiência... " Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
" - Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???"
Foto: Alfredo Cunha
Elementos da PIDE/DGS disparam sobre a população que cerca a sua sede, causando 4 mortos e 45 feridos. Forças da Marinha juntam-se ao MFA, ocupam as entradas da rua António Maria Cardoso, onde se situa a sede da PIDE/DGS.alcançando a sua rendição.
às 22,00h, forças paraquedistas conseguem, na Prisão de Caxias, a rendição dos últimos PIDES, ainda resistentes.
Foto: Alfredo Cunha
Spínola chega ao Largo do Carmo, completamente rodeado pela população em euforia e, acompanhado por Salgueiro Maia, entra no Quartel para dialogar com Marcelo Caetano.
Foto: Alfredo Cunha
A Chaimite Bula entra no Quartel do Carmo para transportar Marcelo Caetano à Pontinha.
Aceite a rendição de Marcelo Caetano, iniciam-se os preparativos para o transporte, na Chaimite Bula, até à Pontinha do chefe do Governo e respectivos ministros, que abandonam o local num blindado.
Foto: Alfredo Cunha
Salgueiro Maia entra no Quartel do Carmo e exige a rendição a Marcelo Caetano, que lhe responde que só se renderia a um Oficial-General para que o Poder não caísse na rua. O Posto de Comando mandata o General Spínola para ir receber a rendição de Marcelo Caetano ao Quartel do Carmo.
Foto: Alfredo Cunha
Os militares experimentam cada vez mais dificuldades para conterem a multidão que aguarda o carro em que se transporta o General Spínola.
Foto: Alfredo Cunha
Por ordem do Posto de Comando, Salgueiro Maia pega num megafone e faz um ultimato à GNR para que se renda, ameaçando rebentar com os portões do Quartel do Carmo.
Foto: Alfredo Cunha
Disparos sobre a fachada do Quartel do Carmo, por ordem de Salgueiro Maia, o que obriga ao reinício das conversações para a rendição de Marcelo Caetano.
Foto: Alfredo Cunha
O Posto de Comando envia uma coluna militar, comandada pelo Major Jaime Neves, para ocupar a Legião Portuguesa na Penha de França e uma coluna, comandada por Salgueiro Maia, para o Quartel do Carmo, onde se encontravam Marcelo Caetano, Rui Patrício, ministro dos Negócios Estrangeiros e Moreira Baptista, ministro da Informação e Turismo.
Salgueiro Maia comanda as forças da EPC que vão cercar o Quartel da GNR no Largo do Carmo, em Lisboa.
Foto: Alfredo Cunha
Baixa de Lisboa, ocupada e controlada pelos militares.
Foto: Alfredo Cunha
As forças de Salgueiro Maia cercam o Largo do Carmo e recebem ordens do Posto de Comando para abrir fogo sobre o Quartel da GNR, para obter a rendição de Marcelo Caetano.
Foto: Alfredo Cunha
Na Ribeira das Naus, o Alferes Miliciano Fernando Sottomayor, do RC 7, não obedece às ordens do Brigadeiro Junqueira dos Reis para disparar sobre Salgueiro Maia e as suas tropas, o que leva o Brigadeiro a dar ordem de prisão a Sottomayor e a ordenar aos soldados que disparassem. Tendo-se estes recusado também a disparar, Junqueira dos Reis dispara dois tiros para o ar, abandona o local e dirige-se para a rua do Arsenal.
Foto: Alfredo Cunha
A fragata "Gago Coutinho" - que integrava as forças da NATO em exercícios – toma posição frente ao Terreiro do Paço, recebendo ordens para disparar sobre as tropas de Maia, mas não chega a fazê-lo.
Foto: Alfredo Cunha
Os ministros da Defesa, da Informação e Turismo, do Exército e da Marinha, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, o Governador Militar de Lisboa, o sub-secretário de Estado do Exército e o Almirante Henrique Tenreiro fogem por um buraco que abriram na parede do ministério do Exército e dirigem-se para o Regimento de Lanceiros 2, onde instalaram o Posto de Comando das forças leais ao Governo.
Foto: Alfredo Cunha
Ferrand de Almeida, Salgueiro Maia e o seu adjunto Assunção, são os protagonistas dos primeiros momentos de tensão, quando forças fiéis ao governo, progrediram do Cais do Sodré em direcção aos blindados da EPC.
Foto: Alfredo Cunha
Capitão Salgueiro Maia, Tavares de Almeida e o Alferes Miliciano Maia Loureiro mandam descongestionar o trânsito no Terreiro do Paço, aos guardas da PSP, que entretanto se puseram à disposição da Escola Prática de Cavalaria.
Foto: Alfredo Cunha
Capitão Salgueiro Maia, Tavares de Almeida e o Alferes Miliciano Maia Loureiro mandam descongestionar o trânsito no Terreiro do Paço, aos guardas da PSP, que entretanto se puseram à disposição da Escola Prática de Cavalaria.
Foto: Alfredo Cunha
A Escola Prática de Cavalaria ocupa o Terreiro do Paço.
Foto: Alfredo Cunha
O Tenente de Inf. Nelson dos Santos, em frente ao Ministério do Exército, no Terreiro do Paço, aguarda com outros oficiais, para proceder à prisão das altas individualidades militares.
O Rádio Clube Português transmite o primeiro comunicado do MFA.
Aqui posto de comando do Movimento das Forças Armadas.
As Forças Armadas portuguesas apelam a todos os habitantes da cidade de Lisboa no sentido de recolherem a suas casas, nas quais se devem conservar com a máxima calma. Esperamos sinceramente que a gravidade da hora que vivemos não seja tristemente assinalada por qualquer acidente pessoal, para o que apelamos para o bom senso dos comandos das forças militarizadas, no sentido de serem evitados quaisquer confrontos com as Forças Armadas. Tal confronto, além de desnecessário, só poderá conduzir a sérios prejuízos individuais que enlutariam e criariam divisões entre os Portugueses, o que há que evitar a todo o custo. Não obstante a expressa preocupação de não fazer correr a mínima gota de sangue de qualquer português, apelamos para o espírito cívico e profissional da classe médica, esperando a sua acorrência aos hospitais, a fim de prestar a sua eventual colaboração, que se deseja, sinceramente, desnecessária.
Ocupação de pontos estratégicos considerados fundamentais
RTP,
Emissora Nacional,
Rádio Clube Português,
Aeroporto de Lisboa,
Quartel General,
Estado Maior do Exército,
Ministério do Exército,
Banco de Portugal e
Marconi.

A transmissão da canção " Grândola Vila Morena " de José Afonso, no programa Limite da Rádio Renancença, é a senha escolhida pelo MFA, como sinal confirmativo de que as operações militares estão em marcha e são irreversíveis.

A transmissão da canção " E depois do Adeus ", interpretada por Paulo de Carvalho, aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa, marca o ínicio das operações militares contra o regime.

A Cruzeiro do Tejo lembrou-se do ante et post e lançou-nos mais um desafio. A ideia, é divulgar uma Associação Humanitária de Solidariedade Social, nacional ou internacional.
Quando, no final do curso de Psicologia, tive de escolher um tema e um local para fazer o meu estágio, escolhi a então APPCA - Associação Portuguesa de Protecção às Crianças Autistas e, cedo me deparei com uma realidade difícil. A falta de meios da Associação, a dificuldade em lidar com a patologia e, o que mais me impressionou, a preocupação dos pais, quanto ao futuro dos seus filhos. Sendo uma doença crónica, as crianças depressa se tornaram adolescentes e adultos portadores de uma deficiência, na maioria das vezes, que as impede de ter uma vida autónoma.A construção de um lar que acolhesse estes casos, era um objectivo da época, hoje concretizado.
APPDA - Associação Portuguesa de Protecção aos Deficientes Autistas, porque a realidade, está muito longe da imagem passada pelo filme Rain Man (Encontro de Irmãos) de Barry Levinson.
As mulheres que sorriem são vistas pelos outros como mais inteligentes e bonitas. Esta é a conclusão de um estudo científico inédito divulgado esta terça-feira pelo Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab).
Utilizando uma ‘Escala de Percepção do Sorriso’, a investigação concluiu que as pessoas sorridentes são vistas pelos outros como mais alegres do que as de face neutra. O estudo revela ainda que a mulher é percepcionada como mais inteligente e bonita com o sorriso superior e o sorriso fechado do que quando exibe a face neutra.
Há quem perca tempo com estas coisas. Pior! Há quem gaste dinheiro com estas merdas!
Para além deste estudo ser interessante, importante, eu diria mesmo, fundamental, para a melhoria da qualidade de vida das pessoas em geral e das mulheres em particular, chega a conclusões brilhantes, só possíveis com aprofundados métodos científicos -" Pessoas sorridentes são vistas pelos outros como mais alegres do que as de face neutra." Isto, é de génio! Nenhum de nós, nunca, conseguiria chegar a esta conclusão.
Parece que o tal laboratório funciona em Felgueiras, o que pode explicar, o sorriso na cara da outra senhora. Para além da expressão "sorriso amarelo", ainda vamos ouvir falar do "sorriso azul"!



Fotos: Karla
Passando nas estradas principais, a paisagem brinda-nos com "apalaçadas" casas de emigrantes, ferro-velhos que mais parecem lixeiras, barracões de actividades comerciais várias, serras esventradas por pedreiras, "stands" de carros velhos e máquinas agrícolas, bermas sujas e desleixadas.
Dobrar o mapa e desviar para caminhos não assinalado, pode ser uma aventura.
Parar o carro, respirar o ar fresco da montanha e seguir a pé à descoberta de um país limpo, que a chuva do último inverno, verdejou.


http://www.sonypictures.com/movies/somethingsgottagive/site/
"A situação a esta mesa, é fascinante. Olhemos para si e Erica, por exemplo. Você já tem uns anitos, não? Tem o quê? 60? 63!
Nunca casou. O que, como sabemos, para uma mulher, seria uma maldição. Seria uma velha solteira. Uma solteirona. Mas, em vez de o lamentarem, escreveram-se artigos sobre si, louvando o facto de nunca ter casado.É um homem fugidio, difícil de fisgar, logo, um bom partido.
Temos aqui a minha deslumbrante irmã. Observe-a bem, tão bem sucedida. É a mais bem sucedida dramaturga desde ... quem? ... Lillian Hellman ... ?
Tem mais de 50 anos, é divorciada e fica em casa noite após noite, após noite, porque os tipos disponíveis da idade dela, desculpe lá dizer, preferem miúdas da idade da Marin.
Todo o panorama dos namoros acima dos 50 ... está orientado de forma a excluir as mulheres mais velhas. Por causa disso, elas tornam-se mais produtivas e, por consequência, mais interessantes, o que, por seu turno, as torna ainda menos desejáveis porque os homens, sobretudo os mais velhos, sentem-se ameaçados e fogem a sete pés... de mulheres produtivas e interessantes.
É tão óbvio! As mulheres mais velhas, disponíveis e interessantes, são o grupo mais excluido que existe."
Somethings gotta give - Alguém tem de ceder
Resta-nos o fascínio que, mulheres mais velhas, interessantes (não necessáriamente disponíveis) exercem sobre homens mais jovens!

Foto:Joeri de Schutter

Foto: Pascal Chambin
Eles estavam logo ali, à saída das portagens da A1, à entrada da cidade, na portaria do prédio. Mas os mais eficazes, foram os que ocuparam os telhados e terraços dos prédios vizinhos e, quais snipers, armados com tele-objectivas de poderosos zooms, conseguiram obter esta imagem, que retrata os preparativos da raclete.

Foto: Nascer do sol na ria - Bruno Miguel Aguiar (Catcher) no TrekEarth

Foto: Nancy Fina
Nada como um almoço nas Docas, à beira do Tejo, para nos cruzarmos com um sem número de famosos da nossa praça.
Assim, escuso de esperar pela ida ao cabeleireiro e antecipo a próxima edição das revistas cor de rosa.

" Alguns árbitros, favorecem as equipas mais grandes."
" O Barcelona, era a equipa mais favorita"
Declarações de Petit à RTP 1, após o jogo de ontem, com o Barcelona.
Temos aqui um sério candidato ao 1º lugar, não da Liga de Futebol, mas do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa.
O ano que passou, foi um ano muito especial para mim. Intenso, de extremos.
Feito de bons e maus momentos, como todos os anos da nossa vida. Mas este, foi especial.
Com os maus momentos, cresci e aprendi mais qualquer coisa da vida.
Com os bons, consolidei a minha felicidade, o meu gosto pela vida, pela liberdade.
Com o passar dos anos, aprendi que vamos ganhando muito mais do que perdemos.
Este ano que passou, perdi pessoas muito importantes na minha vida. Guardo-as, para sempre na memória e no coração.
Este ano que passou, ganhei alguns amigos.
Vocês são o máximo e eu, adoro-vos a todos.
A ti Jorge, porque sempre acreditaste em mim, e és o responsável por isto tudo.
A ti Mad, porque foste a cúmplice feminina que sempre me apoiou.
A ti Bilhas, porque és o bacano mais fantástico do Norte, carago! E que eu queria ver aqui, pertinho de nós.
A ti Noite, pela tua sensatez.
A ti Dani, porque adoras Portugal e tens uns olhos lindos. Olé! Eu perdoo-te, seres do Benfica!
A ti, Raim, pelas gargalhadas que me fazes soltar e pela admiração que tenho, pela argúcia do teu traço.
A ti, Bin, pelo que me tens feito sonhar e pelas viagens que me tens proporcionado.
A ti, aNa, por seres uma mulher linda e muito, muito especial (e não é só por jogares futebol ;-))
A ti, Andrade, que me fazes uma feroz concorrência no fotoblog.
A ti, Pré, querido amigo, que me delicias com a tua escrita.
A ti Lilly, que apesar de tantos motivos contra, gostas de mim. E eu de ti.
Muito obrigada a todos.

Kris verswe in Trekearth
Começou assim, com esta foto, há um ano, a Mega Fauna.
Um ano de Amor à liberdade, amor à aventura e, principalmente, amor a África.
Parabéns, bin_tex!

Foto: Ehsan Shahin Sefa
... ainda estou a trabalhar!
Desejo-vos, um belíssimo fim de semana!

Casamento em Portugal.
Sintra, onde o actor passou a lua de mel com a ex-mulher, terá sido o local escolhido.
(Não me parece que tenha sido uma boa ideia, esta de reviver o passado em Sintra.)
Fonte: Sic Notícias, 30.03.2006, 9:00h
Divas e contrabaixos - V Edição do concurso O Escritor Famoso - Actos de Cinema
Não se querem candidatar a um Óscar? Participem em mais uma inicitiva da Maria. ACÇÃO!!!
Estado Civil - Femme fatale (2)
Pensamentos de um solteiro.
Míscaro Venenoso - Envia uma mensagem para o ...
Onde vai parar a vida sexual desta juventude? O Míscaro está preocupado.

Foto: wilson tsoi
Claro que gostas.
Ainda gostas. Como naquele dia que, regressadas da escola, despiste o bibe sujo de tinta, das aguarelas com que nos tínhamos entretido na sala de aula. Eu, sempre mais sossegada e tranquila, com o bibe imaculado, como se o tivesse acabado de vestir.
Fui uma criança assim. Tranquila, cumpridora de regras, sem as questionar ou por em causa. Conformada e comportada. Responsável. Tive uma infância pacífica e devo ter sido muito feliz. Tão feliz, que me fiz mulher. Menos conformada, mais lutadora, mas igualmente tranquila.
Não gosto de teatro, mas apetecia-me escrever aqui qualquer coisa.
É um sacrilégio, eu sei. Mas nunca me julguei perfeita.
O mundo também não é perfeito.

Banana Girl - Rachael Fowler
Voltando a um post anterior e, porque as frutas estão na ordem do dia, qual será o papel da banana, quer à mesa, quer na cama?
Á mesa, sabemos que é rica em potássio, dizem que reduz o risco de ataque cardíaco e, mais recentemente, alguns psiquiatras recomendam, para pessoas que sofrem de depressão, o consumo de bananas. A banana aumenta os níveis de serotonina na conexão entre os neurónios. A serotonina, como se sabe, é um neurotransmissor que contribui para a sensação de bem-estar psíquico.
Diz, quem se interessa e pratica sexo tântrico, que a banana é fonte de energia erótica.
Temos dois chakras que se encontram de baixo da língua e no palato mole que tem o nome de Jiva - chakra. Os chakras são estimulados pelo beijo e por frutas.
Cada fruta tem um atributo mágico. Para a Banana, o lingan - poder masculino.
Para mim, afrodisíaco, só mesmo a forma, já que a cor amarelada e com manchas, nem aos olhos parece agradar.
Para quem preferir outras frutas:
Mamão – yoni, poder feminino.
Maça – representa também a yoni, além do conhecimento de si.
Morango – o coração, a capacidade de amar.
Caqui – Néctar da yoni. (lubrificante vaginal)
Uva – sêmen de Shiva. Estimula a sexualidade masculina.

Foto: hassan farahani
Não chega já?
Ontem encontrei um caracol na porta do meu quarto. Já tinha pisado outro, no terraço de aceso a casa. Certo que nenhum deles, tinha os pauzinhos de fora, pois sol, é coisa que não tem aparecido nos últimos dias. Devia estar a fugir da humidade da rua, pois a sua casinha já não era suficiente.
Temo que na parede do quarto, comece a crescer musgo. Que no rodapé, nasçam cogumelos.
Este ano, não nos falem em seca.
Não chega já?
Dia Mundial da Floresta (ONU)
Dia Mundial do Sono (OMS)
Dia Mundial contra a Discriminação Racial (ONU)
Dia Mundial da Infância (UNICEF)
Dia Mundial da Poesia (UNESCO)
Não sei por onde comece a comemorar...
Para os curiosos, podem encontrar ainda muito mais.
Foto: Pai da Karla
Nunca usei este espaço para falar da minha vida. Não, de uma forma directa, porque indirectamente, a única coisa que não é minha, em tudo o que escrevo, é mesmo o nome com que assino.
Nunca aqui falei dos filhos que não tenho, dos pais maravilhosos, dos meus muitos irmãos que adoro, de meus amores e desamores. Porque sou assim.
Mas hoje, este post, é inteiramente dedicado ao mano Miguel, o futuro Ayrton Senna .... senão do país, pelo menos da família.
Espero que esta primeira prova oficial te corra bem. Ninguém espera que te tornes campeão este fim de semana. O que é preciso, é que chegues ao fim (de preferência, o mais à frente possível). Não arrisques demasiado, ou coração do pai não aguenta. (Não te esqueças que é o teu patrocinador oficial).
Quanto à chuva, não te deixes intimidar. O Ayrton Senna, venceu a sua primeira prova de Fórmula 1 à chuva, no Autódromo do Estoril.
Prego a fundo e boa sorte!!
P.S. Mariana, querida, um beijinho pra ti também e, um dia, faço um post para ti.
A esta hora, ainda estou assim.

NOTA: Pedir à administração para me mudar este horário.

Foto: lucas steuber
A chuva caía miudinha. Os corações a galope, ao mesmo ritmo das passadas que os levava ao encontro um do outro.
Mãos dadas, bem apertadas, coração mais leve e a chuva mais forte.
A cidade, deserta debaixo de nuvens negras, recebia-os nas entradas cobertas dos prédios onde paravam, não para se abrigar da chuva, mas para se entregarem, entre beijos e abraços.
Contrariando o calendário, aquele primeiro dia, numa tarde chuvosa de Dezembro, deu início a uma Primavera feliz.

Hoje não há post ... não tenho tempo.
Estou a preparar-me para sair para a night e ainda nem fiz o jantar.
Divirtam-se e tenham um bom fim de semana

Foto: vladimir georgiev
Erro de concepção, ou fantasia masculina?
Parece-me óbvio,
as mulheres estão no centro do mundo.

Foto: oleg novojilov
Este é um post feito a dois.
A escolha das fotos foi minha, a montagem foi do Bin.
Bin, obrigada.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Deixo-vos, aqui Monsieur Maire de Niafunké do Ali Farka Touré e Toumani Diabaté.
Bin

Foto: the way she looks - simply yoga

Foto da Revista Faces of Hollywood, à qual tivemos de pagar 1 000 000 U$D, para preservar a nossa identidade.
Foi tanta a emoção do George. E a nossa também.
No fim da festa, eu e a Lilly tivemos de prestar-lhe os primeiros socorros, medir-lhe a tensão, a pulsação a galope e fazer respiração assistida (boca-a-boca) ;-)
Recebeu tratamente VIP, não foi Lilli?

Foto reportagem de Gonçalo Rosa da Siva
Finalmente, 5 anos depois, o julgamento está marcado.
Esperemos que seja conclusivo no apuramento de responsabilidades.
Entre-os-Rios, já tem uma ponte nova.

Foto: Bird Island, 1973, Norman Parkinson
Foi falso alarme. Os gansos patolas, encontrados mortos perto de Aveiro, não sofriam do virus H5N1.
Podemos então, esperar pela primavera, a chegar nas asas das andorinhas.

Falta-me tanto a pachorra para blogues femininos, onde o único objectivo é dizer mal dos homens e vitimar as mulheres. São excelentes contributos para o ego de alguns deles e para a manutenção dos estados de frustração que assolam muitas delas.
Homens são homens, mulheres são mulheres. Diferentes no género, mas também entre si. Generalizar, não só é injusto, como reduz quer homem, quer mulher, a um punhado de estereótipos que só faziam sentido nos anos 50/60.
Recuso-me a participar nesse coro de desencanto.
Sou mulher, adulta, independente e nunca, mas nunca, me senti inferior a homem algum. Nem social, nem profissionalmente.
Nunca me senti mulher-objecto. Nunca me senti usada por homem nenhum.
Já o inverso … só se eu não quiser. É tão fácil.

Foto: Dieter Biskamp
... será que se perdeu nas areias das dunas, algures, num qualquer deserto?
Nunca consegui definir a minha profissão, com uma simples palavra.
Tenho formação numa área em que nunca investi, exerço um determinado cargo na empresa em que trabalho, ocupo uma posição hierárquica com nome pomposo mas, na realidade, sou empresária.
Quando me perguntam a profissão, engasgo-me sempre, sem saber o que dizer. Se o posto, se o que realmente faço, se a condição de empresária.
Por isso, quando vi, no Divas e Contrabaixos, este teste sobre vidas passadas, com base na profissão que exercemos hoje, pensei logo "Qual delas?"
Para cada uma, um resultado diferente :
| In a Past Life... |
![]() Where You Lived: Poland. How You Died: Consumption. |
| In a Past Life... |
![]() Where You Lived: New Zealand. How You Died: Natural causes. |
| In a Past Life... |
![]() Where You Lived: Italy. How You Died: The Plague. |
Experimentem. Não tem interesse nenhum, mas pode ser divertido.
Na década de 40, ilustrações de modelos, bailarinas e artistas começaram a dominar não apenas a imaginação dos homens, mas também as portas dos armários e as paredes dos quartos de milhares de admiradores dessa nova onda de "sexualidade permitida".
Foi precisamente esta, a origem do nome pin-up: o acto de pendurar as ilustrações em algum lugar.
O conceito clássico de uma pin-up é ser sexy e ao mesmo tempo inocente. Estar vestida, mas em alguma posição ou situação que revele sensualmente partes do corpo, sem querer, por acaso.
Na segunda guerra mundial, o seu sucesso era tanto que frequentemente eram pintadas nos narizes dos aviões.
A musa loura, Marylin Monroe, perdia em popularidade para a ruiva Rita Hayworth, a número dois na lista da preferência dos soldados da Segunda Guerra. Uma foto da eterna Gilda vestida com uma camisa de noite transparente, foi transformada em desenho e invadiu os acampamentos.
Nem Marilyn nem Hayworth, porém, conseguiram destronar a lendária Betty Grable, a mulher que colocou suas pernas no seguro no valor de 1 milhão de dolares. Ela foi a pin-up mais famosa da história posando em roupa interior com um sorriso convidativo, transformou-se na amante imaginária, predileta dos soldados.

Fotos daqui
O sucesso dos cartões e calendários foi tal, que estimulou editores a lançar revistas especializadas, as chamadas girlie magazines, onde exibiam pin-ups vestidas de coristas, marinheiras, enfermeiras e outros uniformes-fetiches. Embora as mais célebres fossem as musas de papel, alguns fotógrafos dispensavam os retoques da pintura e publicavam suas pin-ups em carne e osso.
Os ilustradores
Alberto Vargas: Peruano, ficou famoso por desenhar musas como Marilyn Monroe e Ava Gardner. As suas pin-ups são conhecidas como Vargas Girls. Considerado por muitos colecionadores como o maior ilustrador de pin-ups da história, Vargas morreu em 1982, quando as musas de papel já tinham perdido o glamour.

George Petty: Outro rei das pin-ups, o norte-americano George Petty começou a carreira como fotógrafo. Sua primeira pin-up, a Petty Girl, foi inspirada nas figuras da mulher e da filha do artista, e ilustrou a capa da revista Esquire em 1933. Daí para calendários e propagandas foi um pulo. Morreu em 1975.

Gil Elvgren: Começou a ilustrar pin-ups na década de 1930 e só parou 40 anos depois. A fama de comercial deve-se ao facto de que a maioria de seus desenhos eram criados para ilustrar campanhas publicitárias, como as propagandas da Coca-Cola. As pin-ups de Elvgren ilustravam principalmente calendários. O artista morreu em 1980.

Informação retirada daqui

Foto daqui
Parecia um conto fantástico.
Os funcionários do tribunal, oficiais de justiça, como lhes chamam, passeiam-se com uma capa preta, simples e desalinhada, a fazer lembrar o Harry Potter.
Por esta ordem de ideias e subindo a na hierarquia, os advogados, com as suas togas mais rodadas, com machos e folhos, bem que podiam encarnar os professores da escola de magia.
Sendo assim, e com algum receio meu, deverei dizer que o Juiz não é mais que o maléfico Lord Valdemort?
Nem sei bem do que estou a falar. Nunca li um único livro da série, nem vi os filmes.
As capas as togas e todo aquele aparato, sem pompa nenhuma, pareceram-me desnecessários. Servem para quê?
Curiosa, ainda espreitei para dentro da sala de audiencias ... o juiz não usava aquela peruca branca, que nos habituamos a ver nos filme ingleses.
Fiquei mais descansada, ou teria muita dificuldade em conter o riso, da próxima vez que lá fosse.

Neste preciso momento, se as coisas não se atrasarem (a justiça em Portugal nunca se atrasa, verdade?), estarei numa sala do tribunal, pela primeira vez na minha vida.
Não me vou sentar no banco dos réus ... mas confesso que estou intimidada.

Foto:Haleh Bryan

Foto: Lee S.
Três temas musicais para um dia dos namorados realmente romântico:
Andrade e Karla

Foto: Haleh Bryan

Foto: Lee S.

Foto: Louis P.

Foto daqui
A história de amor, por excelência.
« Só tenho uma coisa a dizer, apenas uma; nunca voltarei a dizê-la a ninguém e peço-te que te lembres dela: num universo de ambiguidades, este tipo de certezas só existe uma vez, e nunca mais, não importam quantas vidas se vivam.»
Excerto do romance de Robert James Waller, que deu origem ao filme.
Hoje, 22:15h na RTP 1.
Fui desafiada para responder a uma daquela correntes que crescem pela blogosfera e, como o nome indica, amarram uns blogs aos outros, normalmente com assuntos sem importância nenhuma. Nesta corrente sinto-me, mesmo, o elo mais fraco.
O Pré quer saber, 5 hábitos excêntricos que eu possa ter e a Isabel, 5 manias.
Vamos assumir que certas manias nossas, são puras excentricidades e faço disto um dois em um, que é muito mais fácil.
Julgava que excêntrico, era aquele que ganhava no Euromilhões
Depois percebi que ninguém ganha o Euromilhões, então excêntrico, é aquele que gasta nas apostas do Euromilhões.
Sendo que não jogo, nem ganho no Euromilhões, nunca poderei ir fazer o Dakar numa limusina conduzida pelo Sousa.
O mais provável, é também nunca vir a ter “tempo” para fazer uma volta ao mundo de helicóptero.
Será que alguma vez, conseguirei autorização do Ministro da Defesa para uma missão num dos novos submarinos da Armada Portuguesa?
Resta-me a esperança de encontrar um Professor Pardal que invente uma máquina do tempo que me faça visitar épocas passadas e um capacete capaz de transformar sonhos em realidade.
Excêntrico? Excêntrico é …

Foto: Karla

Foto: Piotr Kowalik
Delírio
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha, a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.
No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci....
Olavo Bilac
(Rio de Janeiro RJ, 1865-1918) começou os cursos de Medicina, no Rio, e Direito, em São Paulo, mas não chegou a concluir nenhuma das faculdades. Em 1884 seu soneto Nero foi publicado na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. Em 1887 iniciou carreira de jornalista literário e, em 1888, teve publicado seu primeiro livro, Poesias. Nos anos seguintes, publicaria crônicas, conferências literárias, discursos, livros infantis e didáticos, entre outros. Republicano e nacionalista, escreveu a letra do Hino à Bandeira e fez oposição ao governo de Floriano Peixoto. Foi membro-fundador da Academia Brasileira de Letras, em 1896. Em 1907, foi o primeiro a ser eleito “príncipe dos poetas brasileiros”, pela revista Fon-Fon. De 1915 a 1917, fez campanha cívica nacional pelo serviço militar obrigatório e pela instrução primária. Destaca-se em sua obra poética o livro póstumo Tarde (1919). Parte das crônicas que escreveu em mais de 20 anos de jornalismo está reunida em livros, entre os quais Vossa Insolência (1996). Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos. No entanto, para o crítico João Adolfo Hansen, "o mestre do passado, do livro de poesia escrito longe do estéril turbilhão da rua, não será o mesmo mestre do presente, do jornal, a cronicar assuntos cotidianos do Rio, prontinho para intervenções de Agache e a erradicação da plebe rude, expulsa do centro para os morros".
tirado daqui:
http://www.astormentas.com/din/biografia.asp?autor=Olavo+Bilac
Obrigada Pré

Foto daqui
Adoro a minha cidade natal, com o seu castelo altaneiro e o seu estádio colorido.

Foto: Marina Cano

Em 1979, a Williams apareceu com o novo FW07 e contratou Clay Regazzoni para fazer equipa com Alan Jones. O carro não esteve pronto para a primeira corrida da época, pelo que a sua primeira participação foi apenas em Jarama em Abril. No GP da Bélgica, em Maio, Alan Jones classificou-se em 4º e Regazzoni em 8º, mas no Mónaco, Clay Regazzoni conseguiu terminar em 2º logo depois de Jody Scheckter. Após alterações na aerodinamica do chassis, antes do GP de Inglaterra, A. Jones classificou-se para a Pole Position mas, na 38ª volta desistiu, com problemas na bomba de água. Contudo, Regazzoni em 4ºlugar à partida, conseguiu dar à Williams, a sua primeira vitória na F1. A. Jones venceu as três corridas seguintes e terminou o Campeonato do mundo em 3º lugar.
Qual a curiosidade, no meio disto tudo?
Um dos patrocinadores, do Williams FW07.

... a visita do Bill Gates,
... o casamento do ano,
... as escutas telefónicas,
... o rescaldo das presidenciais,
... o rescaldo das eleições na Palestina,
... a marcação (atempada) do julgamento da Ponte de Entre - os - Rios,
... a suposta nova "secreta" de Sócrates,
... a estreia de Munique, de Steven Spielberg,
... as nomeações para os Óscares,
... o dia internacional das zonas húmidas,
... o aquecimento global do planeta,
... a caça às baleias e uso de peles de animais,
... a produção de armas nucleares no Irão,
... os atentados em Bagdad,
...
... não me apetece.
Quando não há assunto de conversa, falamos do tempo.
Ainda a neve, que caiu em Lisboa. Não sei se foi num domingo. Mas parece que foi em 1954.

Av. António Augusto de Aguiar

Av. António Augusto de Aguiar

Rua Castilho

Parque Eduardo VII
Fotos recebidas por mail

Foto:Karla
O mesmo frio, a mesma solidão, em Nova York como em Lisboa.
É com desconforto que tropeçamos nos sem abrigo das grandes cidades. Pessoas que perderam toda a sua dignidade social, escondidas entre trapos e cartões.
Outras há, porém, que carregam na alma espezinhada, uma réstia de dignidade que as prende, por um fio ténue, a uma vida de cabeça erguida, embora miserável. É a pobreza envergonhada. São 200 000, para as estatísticas.

Foto de origem desconhecida, mas bem ilustrativa da paisagem de hoje.

Foto:Eyal Barttov

Foto: Elliott Erwitt
Cruzamo-nos com pessoas na vida que, para além de uma enorme amizade, influenciam e moldam parte do nosso carácter. Indicam-nos o caminho a seguir. Ajudam-nos a crescer.
Tive a sorte de, na minha vida, ter tido uma amizade dessas.
Desapareceu permaturamente, mas a sua presença e memória é constante. Não há um fim, para uma amizade assim.
Transcrevo para aqui um texto que, há uns meses, respondia a um desafio lançado pelo Jorge Morais no 6 em 1 & algo mais. O tema era a saudade. Porque a saudade está em nós, nunca é demais lembrar.
Talvez haja saudade.
Já lá vão 6 meses, desde o dia em que deixaste este mundo, sem tempo para um adeus.
Talvez mesmo por isso, por não ter havido lugar a despedidas, eu não te sinta ausente.
Talvez porque tive de agarrar a vida sozinha.
Talvez por tudo à minha volta, ter o teu cunho.
Talvez porque continuo a viver, como se logo entrasses por esta porta.
Talvez porque nos momentos de dúvida e incerteza, és a bússola que me orienta.
Talvez porque continuo a sorrir com as nossas lembranças.
Talvez porque continuo a lutar pelos nossos ideais.
Talvez .
Talvez por teres feito de mim, muito da mulher que sou hoje.
Talvez por tudo, eu não te sinta ausente.
Talvez haja saudade, mas sou uma mulher feliz.

Foto: Joachim Oppermann
É quando estás de joelhos
que és toda bicho da Terra
toda fulgente de pêlos
toda brotada de trevas
toda pesada nos beiços
de um barro que nunca seca
nem no cântico dos seios
nem no soluço das pernas
toda raízes nos dedos
nas unhas toda silvestre
nos olhos toda nascente
no ventre toda floresta
em tudo toda segredo
se de joelhos me entregas,
sempre que estás de joelhos,
todos os frutos da Terra.
David Mourão Ferreira
Ontem foi dia de reflexão.
E eu, reflecti. Aliás, ando em reflexão há um mês e cheguei finalmente a uma conclusão.
Ganhe quem ganhar, quem quer que venha a ser o próximo Presidente da República, nada altera na escolha que vou fazer, no carro novo que tenho de comprar.
Decididamente, nunca poderá ser este.


Foto:Karla
é o numero de bandeiras que El Rei Alberto João, o bobo, encomendou, para no dia 1 de Julho comemorar o dia da Região autónoma. Uma bandeira em cada casa. Não são duas, é só mesmo a da autonomia.
Onde é que eu já vi isto?

Foto daqui
Eu adoro barcos. De pesca, veleiros, de guerra, de mercadorias, submarinos, cacilheiros, paquetes...
É sobre um paquete que vos quero falar. Aquele que, há muitos anos atrás, me levou até Moçambique.
Um paquete dos antigos, já na altura era velho e rangia por todos os lados. Um paquete com cabines pequnas, de beliches, mas com vigias para o imenso azul. Com um deck corrido e aberto, espreguiçadeiras e o mar já ali. Um paquete que, nas classes menos económicas, ainda vivia de glamour, de festas e vestidos para as ocasiões. As tardes de canasta e outros jogos de salão e os chás dançantes, ocupavam os dias dos adultos. Nós, crianças, corriamos pelo deck. Organizavam-se gincanas e eu, aprendi a nadar naquela piscina. Na passagem pelo equador, a tradicional festa de máscaras.
Quando hoje vejo, atracados no Tejo, os enorme e modernos paquetes, a lembrar hoteis flutuantes, completamente fechados, cheios de brilho e luzes, mas sem encanto algum, recordo, com saudade, 28 dias no mar. 28 dias, com escala em algumas ilhas que, à medida que nos aproximavamos do destino, me iam dando uma visão de África, para mim, completamente desconhecida.
Era o Pátria. Foi a sua última viagem.

Foto:Karla
O mesmo frio, a mesma solidão, em Nova York como em Lisboa.
É com desconforto que tropeçamos nos sem abrigo das grandes cidades. Pessoas que perderam toda a sua dignidade social, escondidas entre trapos e cartões.
Outras há, porém, que carregam na alma espezinhada, uma réstia de dignidade que as prende, por um fio ténue, a uma vida de cabeça erguida, embora miserável. É a pobreza envergonhada. São 200 000, para as estatísticas.

Foto: Kevin Temple
Temos amigos assim.
Não precisam de estar sempre ... em permanência.
Basta que estejam no momento certo. Basta que digam as palavras certas.
Basta que existam e reparem em nós.
Há pessoas que nos enchem, sem ocupar espaço nenhum.
Parabéns Nuninho.
É só uma tentativa, para que não vos falte nada, nas férias da Mad.

Foto:Christian Coigny

Quem me conhece, sabe que não tenho filhos. Por opção.
Quem não me conhece, tire as conclusões que entender.
Ainda estou em idade de procriar. Quem sabe?
O relógio biológico não pára. Nem tão pouco se atrasa. Quando o mecanismo se avaria, normalmente adianta.
Não era sobre isto que eu queria falar. Mas quando uma mulher, mesmo que nunca tenha pensado em ter filhos, começa a divagar sobre este assunto, é inevitável! Tic, Tac. Tic, Tac.
O assunto era o Pai. Neste caso a ausência de pai.
Não concebo uma maternidade independente. Não admito que um capricho feminino, prive uma criança de pai. Um filho só faz sentido, em família. Como um projecto de vida a dois. Ou melhor, a três. Tal como não aceito, que um pai se demita de um filho. Seja burocrática ou socialmente.
Não estou a discutir os motivos. Cada um sabe os seus. E, por hipótese, até serão válidos.
Quando leio isto, não posso ficar indiferente. Não tanto pelo que o pai perde, perde porque quer, mas pelo que filho não tem.
O que vale é que uma mãe, só ou bem acompanhada, é sempre mãe. E esta, é uma mãe coragem. São todas. Mas algumas são mais que outras.
Hoje, parece que dei corda ao relógio!
... para postar!!

Foto aqui

Foto daqui
Finalmente acaba hoje, a época das natalices.
Não que se festeje grande coisa em dia de reis (come-se mais uma fatia de bolo) mas, a partir de amanhã,
já ninguem se lembra das festas, recolhem-se os enfeites e para alguns, começa uma vida nova.
Pois para mim, pode ser que a manhã de sábado, volte a ser o que era, há 3 semanas atrás.
Um café, um jornal ou uma revista e umas horitas só para mim.
Enquanto não se arranjar nada melhor, são estes os meus desejos, para um sábado de manhã. Com um bocadito de sorte não chove e posso gozá-lo na esplanada.
Bom fim de semana a todos!



Foto:Miles
As núvens carregadas, não querem dizer nada.
O sol espreita lá por trás.
O carrocel parado, não quer dizer nada.
Num dia de sol, vai começar a girar de novo.
Espero 2006, radioso e agitado.

Foto daqui
As máquinas já estão a trabalhar.
Dia 31, de Belém, partem para mais uma aventura nas areias africanas, motos, camiões e automóveis todo o terreno.

Foto daqui
Elizabete Jacinto, a mais conhecida das presenças femininas portuguesas, participa pela segunda vez na categoria de camiões, depois de ter começado pelas motos.
Para todas estas aventureiras, o meu desejo de boa sorte.
Toda a informação sobre a prova, no site oficial

Foto daqui
Na plataforma da estação, passavam apressadas as pessoas que partiam, menos apressadas as que chegavam.
Sentada no banco, ela esperava. Chegara muito antes da hora.
Na plataforma da estação, já tinham chegado e partido, vários comboios, para vários destinos.
E ela, sentada no banco, esperava, a antecipar a chegada do comboio.
De relance, deitava um olhar para o relógio na parede. Estava parado há anos. Também a sua vida, parecia ter parado no dia em que ele partiu, daquela mesma estação.
Sentada no banco, antes do apito do comboio se fazer anunciar, recordou os anos de ausência. Tinha-se limitado a esperar.
Quando o comboio parou, na plataforma da estação, a onda dos passageiros apressados, a caminho da porta de saída, arrastou com eles a réstia de ansiedade que a fazia permanecer sentada no banco.
Por instantes, recordou o dia da partida, o abraço apertado, cheio de saudade. Não conseguiu recordar o seu rosto. Só aquele abraço, que manteve viva a esperança no dia da chegada. Hoje.
E foi sentada no banco, da plataforma da estação, que o recebeu num abraço envolvente e na urgência do beijo, que anos de ausência, tinham adiado.
Porque o Natal celebra o nascimento de Jesus é, também, a festa da Maternidade.
Esta, é uma pequena homenagem a todas as mães que, há um ano, perderam os seus filhos no tsunami que vitimou todo o sudoeste asiático.

Autor: José Sobral de Almada Negreiros (1893 - 1970)
Século: XX Ano: 1935 Tipo: óleo sobre tela

Chegou a minha vez de vos deixar aqui, a todos os ante-postadores, a todas as visitas e porque não estender a todos os bloggers, os meus votos de um Feliz Natal.
E, não se esqueçam, é uma época de recato.

Portem-se bem!

Prevê-se o início de um debate Praça da República / Ante et post, muito mais interessante que aquele que se espera para esta noite, numa TV perto de si.
Um debate sobre erotismo, símbolos eróticos, fetiches e sexo, nunca poderia ter como intervenientes Cavaco Silva e Mário Soares. Qualque um deles, representam o anti-erotismo por excelência.
Partindo deste post da mad e de um comentário meu, o nikoman, disse de sua justiça.
Digam vocês, o que vos vai na alma. Que é como quem diz, que cuecas vestem. Ou ainda, que cuecas gostam de despir. Ou se as cuecas valem mais que o conteúdo.
Contributo do Bin.
Como chegou sem legenda, presumo que sejam as que gosta de vestir. ;-)

E porque eu não quero que falta nada ao Bilhas
Ao ler no Aliciante, da nossa querida mad, este belíssimo post, ilustrado por mais uma magnifica foto do João Espinho, recordei-me de um poema de José Régio, grande poeta da língua portuguesa. A maçã, é o fruto do feitiço, do pecado.
Adão e Eva
Olhámo-nos um dia,
E cada um de nós sonhou que achara
O par que a alma e a cara lhe pedia.
– E cada um de nós sonhou que o achara...
E entre nós dois
Se deu, depois, o caso da maçã e da serpente,
... Se deu, e se dará continuamente:
Na palma da tua mão,
Me ofertaste, e eu mordi, o fruto do pecado.
– Meu nome é Adão...
E em que furor sagrado
Os nossos corpos nus e desejosos
Como serpentes brancas se enroscaram,
Tentando ser um só!
Ó beijos angustiados e raivosos
Que as nossas pobres bocas se atiraram
Sobre um leito de terra, cinza e pó!
Ó abraços que os braços apertaram,
Dedos que se misturaram!
Ó ânsia que sofreste, ó ânsia que sofri,
Sede que nada mata, ânsia sem fim!
– Tu de entrar em mim,
Eu de entrar em ti.
Assim toda te deste,
E assim todo me dei:
Sobre o teu longo corpo agonizante,
Meu inferno celeste,
Cem vezes morri, prostrado...
Cem vezes ressuscitei
Para uma dor mais vibrante
E um prazer mais torturado.
E enquanto as nossas bocas se esmagavam,
E as doces curvas do teu corpo se ajustavam
Às linhas fortes do meu,
Os nossos olhos muito perto, imensos,
No desespero desse abraço mudo,
Confessaram-se tudo!
... Enquanto nós pairávamos, suspensos
Entre a terra e o céu.
....

Foto daqui
O Natal da minha infância era marcado pela figura do Menino Jesus.
Era o Menino Jesus que trazia os presentes e os deixava na lareira, exactamente no sítio onde, na noite anterior, tinha deixado o meu sapatinho. Era de manhã que, com uma enorme alegria, chegava perto da lareira para admirar os embrulhos coloridos. E confirmar que, naquele ano, tinha merecido tudo o que ali tinha sido deixado.
Em casa dos meus avós, o presépio era preparado com muito esmero. As figurinhas de barro, algumas já cascadas, incluiam para além dos elementos tradicionais, pastores, ovelhinhas, cães, gatos e até patos. Era feito com musgo verdadeiro, apanhado das paredes da fonte da aldeia e, a fazer o lago dos patos, uma prata de chocolate. Mas era o Menino Jesus, o centro daquele cenário mágico. E as palhinhas onde se deitava, era palhinhas a sério.
Nunca assisti a uma missa do galo. Mas não falhava a missa do meio dia, no dia de Natal.
Ladeira a cima, pela mão da minha avó, chegava à igreja e corria a ver o presépio. Figuras grandes, bonitas e, mais uma vez, em lugar de destaque o Menino Jesus. A missa terminava com o beijo ao Menino. Era a parte que eu mais gostava, quando o Padre, segurando o Menino numa mão, limpava-lhe o pé depois de beijado, com um pano de linho branco. Por razões de hierarquia, respeito e gratidão, cabia à minha avó, ser a primeira a beijar o pé do Menino. Mas por uma questão de higiene, ela dava essa primazia à sua menina.
E era cheia de orgulho que eu, esticada na ponta dos pés, abria o cortejo do beijo.

Foto:Gordon Meyers
Sem cinto de segurança.
Sem airbag.
Sem ABS.
Um vôo para o futuro.
Na madrugada de sexta-feira, Nova York acordou gelada. O frio da noite anterior, já o deixava adivinhar.
Nada melhor, para a época natalícia, que a cidade vestida de branco.
E a provar que não é só nos céus, que está todo o encanto de Nova York, ficam aqui alguns exemplos:


Mas como ali, nada é muito normal, esta que vos mostro de seguida, é no cimo de um prédio. Bem sei que 10 andares para Nova York, é praticamente Rés do chão.

E não me esqueci de vocês, caros ante-postadores benfiquistas amantes da águia. Não sei se esta foto foi tirada antes ou depois do jogo, mas que não está com um ar muito confortável, lá isso não está ...

(As fotos foram tiradas por mim e pela minha companhia de viagem. Obrigda gaja, por me deixares usar a máquina e as fotos. Beijinhos gelados.)
A grande desvantagem de se fazerem férias, é o trabalho que se acumula durante a nossa ausência.
Julgaram mesmo que vos ía fazer um relato da viagem, mostrar montes de fotos?
Talvez, mas não hoje!
Duas ou três dicas, só para vos abrir o apetite:
É uma cidade grande em altura e grande na simpatia das suas gentes.

É uma cidade onde os turistas se distinguem dos locais, por andarem constantemente a olhar para cima.

É uma cidade de uma beleza muito particular.


Foto: Historic NWS Collection
Tirada no dia 10 de Fevereiro de 1969.
(Post escrito antes de partir)

Foto: Darren Sheperd
Não é preciso ter dotes de adivinho, bruxa ou fada, para saber que
Mesmo daqui, quase a tocar os céus...
Morro de saudades vossas, de Lisboa, de ti.

Foto: Todd Miller
Deram as mãos, com a firmeza que o amor lhes permitia
e caminharam até ao fim, com a certeza que para além deles, nada havia.
Comungaram do outro, o desejo. Trocaram olhares.
É assim que acontece, com almas pares.

Fotos:Karla
Há momentos na vida, que nada os pode apagar.
... porque o mel, tomou conta das nossas vidas.

Foto: Nancy Fina

Foto: Waclaw Wantuch
Afrodisíacos. Substancias que estimulam o desejo amoroso, que acordam a líbido.
Na sua maioria, actuam apenas no imaginário de cada um.
A verdade é que comer e copular, dependem muito mais do cérebro, que dos respectivos sistemas digestivo e reprodutor. A alimentação e a sexualidade, no mínimo que a natureza nos exige, destinam-se à nossa preservação. Com imaginação, reinventamos a mesa e a vida em sucolentos cozinhados e inúmeras variações amorosas.
A verdade é que comida e sexo, estão muitas vezes ligados, no que ao erotismo diz respeito. Seja pela forma, pelo aspecto ou por tudo o que a imaginação nos permitir.
Hoje, escolho o mel.
Lembram-se do "Nove semanas e meia"? Exactamente ... independentemente das suas qualidades afrodisíacas, descobertas desde há muito, pode ser um excelente componente dos jogos eróticos.
Diz-se que Cleópatra, engordou Julio César e Marco António, por terem apanhado o gosto de lamber a sobremesa directamente da sua taça Íntima.
Lançamos aqui um desafio, a todos os que com connosco, queiram partilhar um pouco das suas férias.
Sugerimos que nos enviem uma foto e um pequeno texto.
Pode ser de uma bela paisagem,

Foto: Karla
Uma situação caricata View image
Um pormenor View image
Ou até, os autóctones View image
Enviem-nos para ante.et.post@gmail.com, que nós vamos publicando.
Toca a vasculhar os baús, as caixas de sapatos, os albuns muito bem organizados ou os cds das fotos digitais e aproveitem para recordar.

Foto: Robert Ellis
A Maria mais sexy da floresta de blogs
A Árvore mais feminina da blogoesfera
De cada ramo, nascem palavras que nos prendem aos seus textos, cheios de sensualidade.
Parabéns, Maria!
Nem sempre são 4, ou até 2 rodas.
O Tyrrell P34, tem 6 rodas. Por isso, ficou conhecido por "six-wheeler".
Correu nos anos de 76 e 77, tendo vencido o Grande Prémio da Suécia em 76, com Jody Scheckter ao volante.

Foto tirada daqui

Desta vez, não vieram as beldades do hula hula, nem a gostosa da dança do ventre.
Entre o ante et post, o 6 em 1 e as transformações no PC, achamos que já tinhas com que te entreter.
Será que te sobra tempo para apagar as velas?
MUITOS PARABÉNS!!

Foto do meu arquivo de preciosidades.
Desconheço o autor
Mãe e Tio de Joana, condenados a 20 e 19 anos de prisão, respectivamente.
Foi feita justiça?
Não sei.
Sei que é suposto os pais protegerem os filhos. Não só é uma suposição, é uma obrigação que advém do facto de os terem tido.
Segundo a UNICEF, Portugal ocupou em 2004 o primeiro lugar nos casos de maus tratos a crianças com consequências mortais, numa lista dos 27 países industrializados.
Para mim, este é o verdadeiro indicador do real atraso do nosso país. Muito mais do que qualquer indicador económico. Um país que não protege as suas crianças, não merece que os cidadãos se preocupem com o TGV, com o aeroporto da Ota ou com outras "menores" opções económicas.
Desculpem o meu mau feitio, mas a questão não é, Aborto - sim ou não.
O aborto devia ser obrigatório e compulsivo para certas mulheres. E não é para estas, que matam ou permitem que matem os próprios filhos. Não, deveria ter sido obrigatório, para as suas mães. Estas mulheres, nem mereciam a sua miserável existência.
Foi feita justiça?
Não sei. Assumindo que uma menina morreu às mãos da própria mãe, não há justiça justa.
Continuando a falar de músicos, depois dos Abba, temos também um grupo (para mim, dos melhores de sempre) em que um dos seus elementos não só colecciona algumas preciosidades raras, como este Ferrari de 1978 do mítico Gilles Villeneuve, como também arrisca nas pistas, a pele e os carrinhos. Nick Mason, participa regularmente no Campeonato Mundial de Clássicos, em diferentes classes.
Aqui está ele, com o Maserati Birdcage

É claro que já perceberam, que estou a falar do baterista dos Pink Floyd.
... to my self.
Karla Vanessa, há coisas mais importantes que as obrigações profissinais.
O ante-et-post, é uma delas.
Nunca, mas nunca mais, deixar para a ultima, o post das 14h.
Vá lá, digam a vossa opinião:
a caixa de comentários ficou mais bonita?

Foto daqui
Imagens como esta, deviam ser consideradas publicidade enganosa.
Passa uma pessoa, horas e horas do seu período do almoço no ginásio e para quê?
Para tonificar, diz quem não reconhece o que pretende, é perder uns kilitos que julga a mais. Para prevenir doenças cardiovasculares, dizem aqueles que sabem que já não conseguem perder os tais kilitos.
Para combater o stress, dizem todos.
Começa o stress ainda no escritório, com as horas a passarem e ainda tanta coisa para acabar. Com um bocadito de sorte, nenhum telefonema de última hora a atrapalhar a corrida para o ginásio, a tempo de conseguir lugar naquela aula cheia de gente nova e moderna, fatos de marca da moda e música estridente. Num cantinho lá no fundo, de onde dificilmente se avista o professor, lá se arranja um espacito mesmo à conta, para não ser pisada por uns ténis Nike fluorescentes, da parceira do lado.
Insiste, insiste … flecte, flecte … mais oito … sete, seis, cinco … força nas pernas … costas esticadas… Cansadas? Não? Mais uma série … oito, sete, seis … Barriga para baixo, costas para cima, pernas esticadas … E descansa!
De volta ao balneário e ao tão apetecido duche, continua a saga. Os cacifos apertados, a corrida para os chuveiros, o cheiro a cremes e perfumes, roupas espalhadas por todo o lado e … as inevitáveis comparações. Pelo canto do olho, comparam-se celulites, formas e tamanhos, em excesso ou na medida certa. Há as mais recatadas que, no seu canto se vestem quase em segrego. Outras, que passeiam a sua nudez pelo balneário, como se estivessem na sua própria casa de banho.
E as conversas. Conversas tipicamente femininas. – Giras as tuas botas! – Hoje, acho que perdi 300 gr! – Alguém me empresta rímel, esqueci-me da maquilhagem em casa.
(Como será o ambiente num balneário masculino? Menos barulhento, é de certeza. Mas também se comparam, assim como quem não quer a coisa?)
Acho que me vou investir em massagens – tonifica, emagrece e RELAXA!

Foto:Karla

O desafio foi lançado pela Hipatia
- Porque estás triste? Não te dei já o sumo de laranja que querias?
- Sim, mas tive que o pedir. Nunca adivinhas os meus desejos.
- Como podia? Quase não falas comigo?
- Ontem não te levei ao cinema?
- Sim, mas sabes que não gosto daquele actor.
- Era o único. Não havia bilhetes para outro filme. E pensei que gostasses de sair.
- Sim. Mas ontem, preferia ter ficado em casa, contigo. Estamos tão poucas vezes sós.
- Ontem ou hoje, o que importa?
- Importa que nunca adivinhas os meus desejos, os meus gostos.
- Trouxe uma flor no tabuleiro, sei que gostas.
- Sim, as que eu comprei para a jarra da sala.
- Pois ... Não tinha outras. Mas gostaste do sumo?
- A laranja era amarga.

A cena passa-se em Praga, no Verão de 2003.
O cenário, uma das inúmeras lojas de cristais da Bohémia que proliferam pela cidade.
O diálogo, entre mim e um dos empregados da loja, em inglês.
Ao perceber que falávamos português, eu e os meus companheiros de viagem, o rapaz da loja aborda-nos.

"Pintor desconhecido"
PS - já me consegui irritar com esta ... esta coisa. Então não consigo pôr aqui um link? Sou mesmo maçarica nesta coisa de blogs. Alguém me ajuda?
Bom, o título era este - O rapaz que vivia sozinho e gostava muito de pintar, e que um dia descobriu que a sua pintura, de tão real que era, tinha ganho vida e, aproveitando tal facto, pintou a mulher dos seus sonhos, por quem se enamorou, e com quem viveu muito feliz para sempre para um texto sem palavras.
Coisas do Jorge, no 6 em 1 & algo +.
.
.
.
.
40 minutos depois e outras tantas tentativas, parece que consegui. (Estava a ver que não, irra!!!)
A persistência, é uma das minhas caracteristicas.
![]()
Foto: Colecção Kozac

Foto: Jens Werner
É o cancro que mais afecta as mulheres portuguesas. Mas também, aquele com melhor prognóstico.
90% dos cancros de mama, se detectados a tempo, são curáveis.
Prevenção é preciso. E não custa nada.
Lembram-se destes?

Pois, alguns de vós teriam acabado de nascer…
Fizeram sucesso na música depois de terem ganho para a Suécia um Festival da Eurovisão, não me lembro, em que ano.
O loirinho da direita, era o baterista do grupo.
Para além da música, Slim Borgudd, tinha outra paixão. Os automóveis.
Teve mais sucesso na música que nas pistas. Participou em 15 grandes prémios, nunca conseguiu nenhuma pole position e menos ainda, algum lugar no pódium.
PS. Tiago Monteiro, nunca te dediques à música … não parece ser uma mistura que resulte bem.

Foto:Karla
da luz
das cores
do cheiro do Verão.

Foto:Karla
Não é segredo para ninguém. Eu não gosto de futebol.
Quando o digo assim, de forma tão taxativa, não me refiro ao desporto em si. Ao jogo jogado dentro das 4 linhas. Embora também esse, não me prenda muito a atenção.
O que eu não gosto no futebol, é o que gira à sua volta.
O poder dos clubes e seus dirigentes quando, quase impunes, fogem descaradamente aos compromissos sociais que qualquer outro cidadão se vê obrigado a cumprir.
Os salários milionários pagos a jogadores e treinadores que servem, basicamente, para os vermos pavonearem-se nos seus belos carros desportivos, nas festas de verão algarvias mas muito raramente, a contribuírem com qualquer coisa de útil para a sociedade.
O baixo nível dos jogadores (se disser rasca, não estou a exagerar) que, ídolos da juventude, não se coíbem de comportamentos (dentro e fora do campo) que nenhum de vós deseja para os filhos.
E por último, as claques. Pintam as caras, berram, pulam, insultam e destroem.
Só podem estar enfeitiçados quando partem tudo à sua volta, quando deixam a violência, tomar conta deles, quais possessos.
A tribo tem o chefe, os feiticeiros e os enfeitiçados.
Também fiz parte da tribo, em Junho de 2004. Eu e mais 20 milhões de portugueses. (Não éramos 20? Éramos só 10 milhões? Pois não parecia, tal era o tamanho do país, por esses dias) Dizia eu que fiz parte da tribo.
Mas nessa tribo, o chefe era outro e teve um poder tal sobre os feiticeiros, que o feitiço foi lindo. E viram-se sorrisos e cantaram todos o mesmo hino, vestiram todos as mesmas cores e veneraram os símbolos.
E até as tribos rivais se juntaram à festa.
Só se Cria na Diversidade.
Albert Camus
Um novo blog nasceu! Da vontade indómita de dez pessoas em se associarem para fazer um blog (ou blogue) colectivo, que fosse capaz de albergar diversas formas de estar, nasceu o ante et post. E, para começar, nada como apresentar-nos, e desejar que este espaço vos agrade.
O Bilhas é um incorrigível trabalhador. É uma canseira vê-lo de manhã à noite a carregar bilhas de um lado para o outro sempre na companhia do seu bólide de estimação, o Bilhasmóbil! Tem uma estranha forma de vida online, mas prima sempre por andar com a tacha arreganhada... é o verdadeiro e quase último dos optimistas. Não é à toa que é adepto do Glorioso, afinal trata-se do mais-que-fabulástico-e-melhor-de-todos clube do Mundo... e arredores!"
O Bin gosta da Liberdade e do Amor principalmente.
O Dani é essa "rara avis" que quando cruza a raia gosta de falar e ouvir português. A história dum coração andaluz mais perto de Lisboa que de Madrid, mas também a história duma pessoa cheia de matizes e diferentes lados. Desde um deles, o lado trás-o-Guadiana, é que vai escrever.
DK in a nutshell? Tem uma natureza volátil e contraditória - tal como os blogues, aliás. A um tempo 'light' e densa, apaixonada e distante, cínica e sincera, vive a blogoesfera ao sabor das emoções. Daí ter com os blogues uma relação de amor-ódio. Ela bem tenta libertar-se, mas acaba sempre por regressar ao local do crime... É na troca de ideias e no debate aceso que se sente verdadeiramente no seu elemento. Por (de)formação profissional, tem uma tendência incontrolável para a citação erudito-charlatã. Alguns leitores, ingénuos, deixam-se enganar; a maioria, porém, não vai na conversa e ignora-a ostensivamente. Esperem, por isso, muita citação e exibicionismo gratuito sobre livros e poemas de que nunca ninguém ouviu falar nem quererá decerto ler. "Ó leitor, meu semelhante e meu irmão!"
O Jorge é um caso grave de múltipla personalidade. Dependendo de que lado sopra o vento, da fase actual da lua, do lado da cama em que acordou ou ainda do que tomou ao pequeno almoço, assim será a sua escrita. E nos dias em que o seu clube de futebol perde, é melhor nem pensar no que ele é capaz de escrever.
A Karla nasceu para os blogs, dentro de uma caixa de comentários. Mas só saiu da caixinha, quando a puxaram para fora. Desta experiência espera tudo, sem saber exactamente o quê. Espera sobretudo, divertir-se. E para que conste, a Karla não gosta de futebol.
A avó do Leonardo já dizia que quem quer aprender tem de passear ou ler. Por isso decidiu seguir os seus conselhos e partiu, sem deixar de continuar a ler e escrever. Todos os dias, do alto de um monte, olha para a catedral que se destaca entre o casario da cidade, e surpreende-se. Aqui, Leonardo vai falar do que vê, do que sente, do que vive, do que aprende. Ou simplesmente calar-se atrás de uma imagem...
A Mad é uma pessoa desinibida e de bem com a vida que conquistou a pulso. É uma mulher de batalhas com ideiais e objectivos muito próprios. Os textos que aqui poderão ler irão demonstrar uma série de personalidades que revelarão, com tempo a mulher que ela é. Da Mad não se esperem surpresas mas é certo que a qualquer momento pode surpreender com a sua escrita e as suas fotografias.
A Noite está do outro lado do mundo, em Macau. A Noite é como a noite: tanto pode ser tranquila como agitada, muito dependendo do que a rodeia colaborar ou não. Iniciou-se na blogoesfera para se aproximar do Portugal distante e do Macau mais pitoresco e começou a contar ao mundo esta cidade em que vive. Gosta de escrever, mas ultimamente não lhe tem dado muito para aí. Desde que tem máquina fotográfica que acha que faz uns bonecos giros e propôs-se mostrar também em imagens o que a envolve, mas o segredo está na máquina e no cenário, que tem muito que mostrar.
O Raim tinha como clientes os amigos e enchia as gavetas de desenhos até que descobriu a blogosfera... a partir daí nunca mais foi o mesmo. Aos papeis já ele estava habituado, mas depois de domesticados o lápis e a borracha comprou uma coleira para o scanner.
Agora que já nos conhecem, vão aparecendo. A porta estará sempre aberta, à vossa espera.